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GMD assina campanha para a Roku

A GMD acaba de assinar mais uma campanha de marketing da Roku, plataforma de streaming para TV líder nos Estados Unidos em horas de consumo, segundo a Hypothesis Group. A nova campanha conta com mais de 40 peças publicitárias.
Com o objetivo de ampliar o awareness da Roku no país e estimular as vendas de produtos nos meses de maio e junho, a campanha criada pela GMD complementa outras iniciativas da empresa. Para isso, foram criados dezenas de vídeos em diferentes formatos e tamanhos, direcionados aos fãs de streaming que têm por hábito consumir conteúdos como filmes, séries, jogos de futebol, música, entre outros.
Para desenvolver a campanha, a GMD contou com um time de 13 profissionais e levou cerca de um mês entre planejamento e produção. Lucas Patrício, CEO da GMD, acredita que os excelentes resultados conquistados no ano passado, quando fizeram o primeiro trabalho para a Roku, foram determinantes para a realização da nova campanha.
“A GMD tem bastante sinergia com os mercados do entretenimento e tecnologia, não só pelo histórico da agência no segmento, mas porque todos aqui são consumidores. Entendemos rapidamente a mensagem que a Roku queria transmitir e os resultados do ano passado foram bastante positivos. Esperamos repetir o sucesso de alcance, engajamento e conversão nessa nova campanha”, comenta.
Ficha técnica:
Gerente de Projetos: Barbara Toscano
Analista de Projetos: Thais Queiroz
Especialista de mídia: Gilmar Pereira
Diretor e roteirista: Vina Aguiar
Editor: Rafael Balão
Diretores de arte: Bruno Ribeiro e Lucas Coimbra
Analista de Conteúdo: Diogo Carvalho
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







