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Gil do Vigor estrela campanha de Dia dos Pais da Motorola

Para ajudar os consumidores a escolher o smartphone perfeito do Dia dos Pais, a Motorola convidou seu embaixador, Gil do Vigor, para divulgar os novos smartphones da família moto g, a “queridinha dos brasileiros”. Moto Lover desde antes da fama, Gilberto Nogueira é o protagonista da campanha #HelloPais, que está sendo veiculada nos pontos de venda e canais digitais da marca.
“A parceria com o Gil surgiu de um movimento genuíno vindo das redes sociais, pois descobriram que ele usava um moto g6. Ouvimos nossos consumidores e respondemos trazendo o Gil como o ‘pai’ da família moto g dentro da campanha de dia dos pais. O objetivo é apresentar ao público os diferenciais de cada aparelho que está na décima geração. Com seu estilo único de se comunicar, Gil vai ajudar filhos de todo o Brasil a surpreender seus pais com o moto g ideal para cada estilo nesta data comemorativa”, explica Juliana Mott, head de Marketing da Motorola Brasil.
Em vídeos e peças que serão veiculados nos canais digitais da marca e nos pontos de venda em todo o Brasil, Gil do Vigor fala das características de cada modelo da família moto g e indica qual tipo de pai combina com eles. A aproximação da Motorola com Gil aconteceu ainda quando ele ainda estava confinado no Big Brother Brasil. Gil usava um smartphone da marca para acompanhar as edições anteriores do programa nas redes sociais e atualmente se comunica com os fãs usando um moto g100 5G, além de estrelar outras ações com a marca desde junho.
“Aproveitamos a irreverência do Gil do Vigor para apresentar a família moto Gil de um jeito leve e com muita naturalidade. As características dos produtos são técnicas, mas queríamos divulgar o melhor de cada moto g de uma maneira simples e fácil de entender, na própria linguagem do Gil, que é bem divertida”, conta Denise Plácido, diretora de criação da Jüssi, responsável pela campanha.
Ficha técnica
Cliente: Motorola
Agência: Jüssi
Campanha/Projeto: #hellopais família moto Gil
Direção-geral de comunicação efetiva: Juliana Lima
Direção de criação: Denise Plácido
Criação: Augusto Silva e André Koiti
Gerência de negócios: Roberta Mariano e Patrícia Scigliano
Gerência de atendimento: Patrícia Scigliano
Atendimento: Louise Brasil, Daniel Pellegrino e Cintia Almeida
Direção-geral de planejamento: Rosana Tabarim
Supervisor de planejamento: Rodolfo D’Aprile
Estagiária de planejamento: Carolina Manfrinato
Mídia: Luiza Vieira, Camila Katab, Gabriel Padovan, Nayane Abdala, Victória Caputo, Nathália Tomé e Matheus Kolarik
Direção-geral de conteúdo: Mariana Luchesi
Coordenador de conteúdo: João Vavassori
Analistas de conteúdo: Beatriz Pires, Juliana Santos e Vanessa Telles
SEO: Deborah Machado
Direção-geral de produção: Bruna Garcia
Produção/RTVi: Heitor Mendes e Ariane Franco
Motion designer: Kenji Watanabe
Produtora: Búfalos
Produtora: Cristiane Hidaka
Produção executiva: Alessandro Carvalho e Cristiane Hidaka
Direção: Aline Magalhães e Ivo Neto
Assistente de direção: Paulo Henrique Falcão
Diretor de fotografia: Guilber Hidaka
Cinegrafista: Pedro Branco Arsky Vianna
Diretor de produção: Cristiane Hidaka
Assistente de câmera: Luis Eduardo Kawata Zanin
Assistente geral: Phillipe Nardi de Santis
Logger: Annelise Oliveira
Som direto: Eric Ribeiro Cristani
Atendimento: Paulo Henrique Falcão
Montagem: Théo Perpétuo
Motion: Felipe Rodrigues da Silva
Finalização: Théo Perpétuo e Genival Sales.
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.
A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.
A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.
A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.
Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).
Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”
Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.
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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.
O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .
Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”
Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”
Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil. “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”








