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Getnet lança campanha de olho no público PME

A Getnet Brasil, empresa de tecnologia do grupo global PagoNxt, do Santander, acaba de lançar uma campanha publicitária, com foco no público empreendedor dono de pequenas e médias empresas. Assinado pela agência Suno United Creators e produzido pela Delicatessen Filmes, o comercial tem toda a sua linha criativa guiada a partir de uma trilha sonora que é uma adaptação de uma das músicas mais conhecidas pelos brasileiros, o samba “Deixa a Vida Me Levar”, do cantor e compositor Zeca Pagodinho.
Com o mote “Deixa a Get Te Levar”, a campanha apresenta de maneira leve e descontraída, prezando pela aproximação com os empreendedores, todo o ecossistema de pagamentos que a Getnet oferece, com a integração de diversas soluções.
“Sabemos que o empreendedor, principalmente o PME, exerce múltiplas funções para fazer o seu negócio decolar e queremos que ele saiba as vantagens de ter tudo que ele precisa em um só lugar. Temos um amplo portfólio de produtos e serviços para todos os tipos e tamanhos de empresas que vai muito além das tradicionais maquininhas, como soluções de Gestão de Vendas, através da parceria com a Eye, Gestão de Pagamentos com a Auttar, pagamentos no WhatsApp, link de pagamento, soluções para venda online com a integração de lojas virtuais com as principais plataformas de e-commerce do mercado, entre outras”, afirma Denis De Lutiis, head de marketing da Getnet.
“O nosso maior desejo com esta campanha é falar com as PMEs, mostrando a realidade de muitos empreendedores brasileiros de se multiplicarem em diferentes funções dentro do seu próprio negócio. Para que todos pudessem se identificar com a campanha foi que escolhemos um samba muito conhecido, quase um patrimônio cultural. No filme principal, uma personagem que é dona de um pet shop se desdobra em vários ‘clones’ dela mesma para dar conta de tudo: abrir a loja, organizar o estoque, atender o consumidor no caixa, dar banho no cachorro e muito mais”, conta Denis.
A campanha, que marca um retorno da Getnet para a mídia, conta com um filme de 30” e outros quatro de 15” apoiados em um forte plano de mídia. O destaque fica por conta dos anúncios em TV fechada, em canais como GloboNews, SporTV, CNN e GNT, e ainda, uma squad de micro influenciadores de diferentes segmentos. Além disso, a empresa fará mídia Out of Home em estações de metrô, shoppings e prédios comerciais, anúncios em rádio, plataformas de streaming, como Spotify, e redes sociais, como Tik Tok e YouTube.
A campanha também está disponível na versão Lyric Vídeo, recurso audiovisual popular, onde a música toca ao fundo junto a legenda, para que o consumidor possa conhecer a letra e cantar.
FICHA TÉCNICA DA CAMPANHA
Cliente: Getnet
Produto: Institucional
Títulos Filmes: Deixa a Get me Levar
Agência: Suno United Creators
CSO: Stephanie Campbell
Producers: Ana Luisa André
Estratégia: Paula Medeiros, Alexandre Sávio, Luiza Reis
Operações: Hamilton Leão, Patricia Gerard, Fernando Bernardo, Debora Silva.
Direção de Criação: Zico Farina e Gabriel Duarte
Direção de criação para craft: Paulo Diehl
Gerentes de criação: Raissa Ferreira, Gleison Stievano
Criação: Isabel Cassab, Hermes Junior, Julio Peres
Aprovação cliente: Denis De Lutiis, Danielle Ceccato, Bruno de Mello Rodrigues e Natalia Theil
PRODUÇÃO VÍDEO
PRODUTORA: Delicatessen Filmes
DIREÇÃO: Nylon
Diretor de fotografia: Bruno Zotto
Direção de Arte: Luize Cidade
Diretora Executiva: Luciana Mattar
Produtora Executiva: Tathiana Pires
Head of New Business: Mariana Lacoleta
Line Producer: Marcella Kaulino
Assistente: Ana Paula Brito
Produção Executiva de Pós Produção: Ana Ourique
Montagem: Vitor Amorim
Pós Produção e Finalização: Átomo / Space Gorilla
Finalizador: André Maluly
Composição: Caio Ferreira Penteado, Caio Montanari, Sergio Jacobina, Renato Montoro, Daniel Rotatori e Rafael Carvalho
PRODUÇÃO ÁUDIO
Produtora de Som: LOUD +
Direção Musical: Felipe Kim e Gustavo Garbato
Atendimento: Lu Fernandes, Karina Amabile, Priscila Miranda
Produção Musical: Fabio Smeili, Bernardo Massot, Henrique Guimarães, Hugo Mariutti, Yuri Chix, Rafael Kabelo e Rodrigo Scarcello.
Finalização: André Gianinni, Eduardo Barbosa, Luca Fasano, Pedro Cortez, Pedro Montessanti , Ricardo Bertran e Rodrigo Tedesco.
Coordenação de Produção: Ingrid Mabelle, Izabel Sanches, Rafael Silvestrini, Juliana Pontes e Ana Peluzo
Produção Executiva: Maia Feres
Coordenação: Ingrid Mabelle, Izabel Sanches, Rafael Silvestrini, Juliana Pontes e Ana Peluzo
Locução: Ale Roit
Canto: Rene Sobral
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








