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Gazit Brasil fecha parceria com Climatempo e Connect Malls para instalação de estação meteorológica em Shopping

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Sempre atenta às questões de inovação e soluções pioneiras para Shoppings Centers, a Gazit Brasil dá mais um passo à frente e firma uma parceria inédita com Climatempo e Connect Malls, que vai revolucionar o uso destes dados pelo empreendimento para os lojistas e clientes. O projeto “Fique no Clima do seu Shopping”, com a implementação da primeira plataforma SMAC – Sistema de Monitoramento e Alerta Climatempo em Shopping Center no Brasil, será lançado em janeiro no Internacional Shopping, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

Com o projeto, será possível saber as condições do tempo exatamente no Shopping, e fazer previsões para aquele mesmo local, garantindo assim maior eficiência operacional e qualidade de calibragem de ar condicionado, planejamento de equipes para período de maior chuva, gestão de obras externas, entre muitos outros benefícios operacionais.

“A solução auxiliará na maior eficiência e adequação em curto espaço de tempo em relação às condições climáticas em nosso shopping e será mais um canal de informação que vai contribuir no dia a dia da operação”, afirma Mia Stark, CEO da Gazit Brasil.

“Ganhamos em qualidade de informação recebida, os dados gerados e evitamos riscos na escolha de datas de nossas ações. Também traremos essa previsão exata aos nossos lojistas para que adequem suas vitrines. Os visitantes poderão saber também as condições climáticas com uma precisão ímpar, o que permite melhor planejamento das visitas”, explica Rhuann Destro, Gerente de Marketing da Gazit Brasil.

Para o Internacional Shopping, será possível planejar eventos internos e externos com base no tempo e sem eventuais surpresas climáticas. A novidade vai facilitar a mudança de horário de ações em espaço aberto com antecedência, melhorando a comunicação com o público e garantindo sempre uma excelente experiência. O empreendimento passa a ser a fonte mais precisa sobre a temperatura na região, o que resultará em uma aproximação ainda maior com os visitantes. Serão fornecidas também informações como umidade relativa do ar, pressão atmosférica, volume de chuva, velocidade média do vento e radiação solar (raios UV). Os dados ainda ajudarão as equipes a entender o comportamento do consumidor de acordo com o clima.

“É notório como o Clima vem ganhando cada vez mais relevância em diversos setores da economia, e para os Shoppings Centers não será diferente. A Gazit Brasil está sendo pioneira na iniciativa, demonstra como estão engajados no melhor uso da informação meteorológica para tomada de decisão. Com os dados locais e as previsões teremos possibilidade de aconselhá-los no planejamento de ações sazonais, na previsibilidade de fluxo ou mesmo no estudo de potencial energético a partir de matrizes renováveis.” comenta Nil Nunes, Sócio e VP de Mercados da Climatempo.

Para os lojistas, a principal vantagem será saber com antecipação a melhor forma de preencher suas vitrines, se com roupas para o frio, calor ou itens de sol ou chuva, por exemplo.

“O projeto “Fique no Clima do seu Shopping” faz parte de um conjunto de ferramentas de transformação digital disponibilizado pela Connect Malls, capaz de proporcionar novas experiências e aproximar, ainda mais, os Shoppings do seu público consumidor.  Ficamos contentes em poder trabalhar com a Gazit Brasil na construção de um futuro cada vez mais conectado”, comenta Paulo Sérgio Campos, Sócio-Fundador da Connect Malls.

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Iniciativa “Open To Help” mobiliza profissionais da comunicação em torno da escuta ativa e mentoria de carreira

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As recentes transformações no mercado da publicidade e do marketing têm redesenhado as dinâmicas de contratação, mas um movimento criado de forma espontânea pelo publicitário Fábio Rebouças — diretor criativo associado do Omnicom Media Brazil — começou a jogar luz sobre um diagnóstico sensível da indústria criativa: mais do que a complexidade em conquistar uma recolocação, os profissionais sentem falta de serem ouvidos pelo mercado.

A constatação ganhou tração a partir do projeto “Open To Help”, iniciativa que teve início com uma publicação despretensiosa no perfil pessoal de Rebouças no LinkedIn. No texto, o executivo oferecia voluntariamente uma hora de mentoria para apoiar profissionais em transição de carreira. O que nasceu como uma ação pontual converteu-se rapidamente em uma rede informal de acolhimento corporativo, conectando profissionais de agências de publicidade, live marketing, design, audiovisual, relações públicas, jornalismo e tecnologia.

Em apenas três semanas de projeto, Rebouças conduziu 28 mentorias individuais e gratuitas. Os encontros são realizados inteiramente fora de seu expediente formal, ocupando janelas de tempo durante as noites, finais de semana e feriados. Mais do que uma revisão técnica de portfólios ou ajustes de currículo, as sessões revelaram um comportamento sistêmico do mercado de recursos humanos das agências. “A completa sensação de abandono nos processos de recrutamento apareceu em praticamente todas as conversas. As pessoas sentem uma necessidade enorme de serem ouvidas. Muitas vezes, elas não procuram apenas uma vaga, mas alguém disposto a escutar sua trajetória, seus desafios e ajudá-las a enxergar possibilidades novamente”, avalia Fábio Rebouças.

A publicação original superou a marca de 38 mil impressões na plataforma de negócios, gerando mais de 660 reações e centenas de comentários. O movimento de networking já colhe os primeiros resultados práticos de conversão: dois participantes das mentorias conquistaram recolocações formais no mercado a partir das conexões, direcionamentos e revisões táticas promovidas durante os encontros.

Sem uma metodologia rígida ou promessas comerciais, o “Open To Help” foca em um ativo escasso no ambiente corporativo: a disponibilidade para a escuta. O projeto é aberto a qualquer profissional do ecossistema de comunicação, bastando acionar o idealizador via mensagem direta no LinkedIn para alinhar a agenda.

A capilaridade da iniciativa já conectou criativos de diversas regiões do país, mapeando profissionais em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Curitiba e Porto Alegre, além de cidades do interior como Maringá (PR), Poços de Caldas (MG), Birigui (SP) e a região da Chapada Diamantina (BA). A repercussão começou a atrair o apoio de outras lideranças do setor, como Bruno Höera, CEO da Portland, e André Dainesi, fundador da Descola, que manifestaram intenção de somar esforços para estruturar os próximos passos do projeto.

O planejamento para os próximos meses prevê a expansão do ecossistema através de encontros presenciais, visando estreitar os laços comunitários e potencializar as trocas de experiências. O avanço do “Open To Help” dialoga diretamente com o momento de alta mobilidade profissional global: dados do LinkedIn indicam que mais de 220 milhões de usuários já utilizaram o selo “Open to Work”, enquanto pesquisas da rede apontam que 58% dos profissionais planejam movimentar suas carreiras a curto prazo, chancelando a urgência de iniciativas focadas em inteligência social e empatia no ambiente corporativo.

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Goleiro Vozinha capitaliza ‘hype’ da Copa 2026 e faz sua estreia no mercado de marketing de influência

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O goleiro Vozinha, um dos grandes nomes da surpreendente campanha de Cabo Verde na Copa do Mundo de 2026, estendeu seu sucesso para muito além dos gramados. Após viralizar globalmente devido às suas atuações e ao seu carisma marcante, o atleta realizou sua primeira postagem publicitária nesta terça-feira, 30 de junho, em um vídeo focado no segmento de games de futebol. O movimento consolida o goleiro de 40 anos como um verdadeiro fenômeno midiático digital, acumulando uma audiência que já ultrapassa a marca de 17 milhões de seguidores em seu perfil oficial no Instagram.

Atualmente sem clube e ciente de que sua trajetória nos gramados se aproxima do fim devido à idade avançada, Vozinha encontra no ecossistema digital uma alternativa estratégica para estender sua relevância e faturamento. Contudo, o mercado publicitário levanta o questionamento: esse fenômeno das redes sociais é apenas um viral passageiro ou pode se estruturar como uma marca pessoal duradoura? Fabio Gonçalves, especialista em marketing de influência e diretor de talentos da agência Viral Nation, realizou uma análise sobre o futuro comercial do atleta.

De acordo com o especialista, o diferencial de Vozinha em relação a outros atletas do Mundial não reside apenas em sua performance técnica, mas na construção espontânea de um personagem que gera identificação popular imediata. “O hype, por si só, tem prazo de validade. O que pode tornar o caso do Vozinha duradouro é a capacidade de transformar esse momento de atenção em uma narrativa consistente. Ele virou um símbolo de carisma, história, identificação popular e um contexto muito forte, que é representar uma seleção que conquistou o mundo pela surpresa. Agora, para deixar de ser apenas um fenômeno passageiro, ele precisa ter estratégia e frequência, entendendo que audiência não é a mesma coisa que comunidade.”

O agente de influenciadores alerta que o erro mais comum de figuras que ganham projeção meteórica é tentar monetizar todas as oportunidades de forma desordenada, sem critérios de posicionamento. Para garantir longevidade, o goleiro precisará diversificar seus pilares de conteúdo — abordando bastidores do esporte, superação, a cultura de Cabo Verde e a rotina de atleta —, desvinculando sua imagem da dependência exclusiva do meme da Copa.

Embora o futebol de elite seja associado a salários astronômicos, essa não foi a realidade da carreira de Vozinha, que construiu sua trajetória fora das principais ligas do planeta. Por essa razão, a internet desenha-se como sua principal fonte de receita para o futuro, embora o retorno financeiro recorrente exija profissionalização. “Não é porque você ganhou milhões de seguidores que automaticamente diversas marcas vão te procurar. Seguidores abrem portas, mas o que gera dinheiro de forma recorrente é credibilidade, engajamento, consistência e capacidade de se conectar com marcas sem perder autenticidade. A primeira publi é um sinal de mercado, mas o próximo passo é provar que ele consegue manter interesse quando a Copa sair do centro das atenções”, pondera Gonçalves.

O grande trunfo comercial do cabo-verdiano é ter entrado na conversa pública de forma 100% orgânica. Marcas focadas em estratégias de live marketing e embaixadores buscam justamente personagens com essa capacidade nativa de gerar conexão emocional. O desafio central da equipe de gerenciamento do atleta será filtrar as propostas recebidas, recusando campanhas que possam desgastar sua imagem e focando em parcerias que façam sentido para o seu propósito de longo prazo, transformando a vitrine global do Mundial em uma nova e lucrativa fase profissional.

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