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Full Fit lança showroom virtual 3D para atender lojistas de todo o País

O lançamento no final de agosto de showroom virtual 3D foi a saída encontrada pela Full Fit (http://www.fullfit.com.br), empresa B2B voltada à importação de produtos para casa, decoração e presentes para enfrentar o distanciamento físico com os clientes. Sem participação em feiras do setor ou dos tradicionais eventos presenciais promovidos pela empresa em seus mais de 50 anos de mercado, era preciso agir rapidamente para converter a crise em oportunidade. A Full Fit é a primeira empresa do setor a lançar um showroom virtual.
Agora, com apenas um clique, lojistas e representantes comerciais podem caminhar virtualmente pelo showroom, que segue o mesmo visual da unidade localizada em São Paulo. O espaço, criado por equipe especializada em visual merchandising, reúne mais de 3 mil itens oriundos de 15 países. Além de se inspirar na ambientação, os clientes ainda poderão copiar as argumentações de venda dos produtos para utilizar em seus próprios canais de comunicação. A experiência de realidade virtual fica ainda mais completa e diferenciada com uso de óculos 3D.
“Utilizamos tecnologia de ponta, com ferramenta totalmente amigável, para oferecer novas soluções e experiências aos clientes, criando uma forma para que eles ‘chegassem’ à empresa”, afirma Ariel Hamoui, presidente da Full Fit. Ele destaca que questões ligadas à inovação sempre estiveram no radar da empresa, mas a pandemia acelerou o salto tecnológico. “Nossa empresa sempre se dedicou a inovar. Isso faz parte de nosso DNA. Na pandemia, esse movimento começou com o estímulo para que cada departamento entregasse um projeto de melhoria para sua área. Além do showroom virtual, o departamento de Marketing aproveitou o momento para também aprimorar ferramentas de CRM”, continua.
De acordo com Paulo Fainzilber, gerente de Marketing da Full Fit, o desenvolvimento do produto resulta de um misto de atuação entre fornecedor especializado e equipe interna. E avisa: “assim como fazemos fisicamente, nossa coleção e nosso showroom mudarão a cada semestre também no ambiente virtual. Isso significa que em três meses começaremos todo o processo do zero novamente. Acreditamos fortemente no marketing de experiência e queremos que nossos clientes incorporem esse conceito em sua relação com os consumidores finais”.
Os resultados financeiros, após a implantação de mudanças na Full Fit, já começam a aparecer. A meta de vendas mensal nos meses de julho e agosto foram superadas em 130%, segundo Fainzilber. A Full Fit emprega cerca de 100 pessoas em suas duas unidades. A área comercial fica na Barra Funda e o Centro de Distribuição em Cajamar, ambas em São Paulo.
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Eventos e viagens de incentivo ganham centralidade nas estratégias B2B e impulsionam o mercado corporativo

Após o predomínio do ambiente virtual nas estratégias corporativas nos últimos anos, o setor de viagens e eventos presenciais volta a se consolidar como peça-chave nas áreas de marketing, comunicação e recursos humanos. O movimento acompanha a projeção do GBTA Business Travel Index Outlook, que prevê movimentação de US$ 2 trilhões anuais para o mercado global de viagens corporativas até 2029, superando os índices pré-pandemia.
Segundo a Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV), as organizações expandiram a métrica de retorno desses investimentos. Além dos indicadores financeiros diretos, a estratégia passa a computar ganhos de branding, integração de times e retenção de talentos.v”Quando existe estratégia e um bom planejamento, a viagem deixa de cumprir apenas uma função operacional, como a de ser um prêmio pontual, e passa a fazer parte da construção da experiência da marca e gerar valor para o negócio. Grandes eventos podem reunir colaboradores, clientes, fornecedores, investidores e lideranças em um mesmo ambiente, criando oportunidades para fortalecer relacionamentos, ampliar o networking e gerar novos negócios. As possibilidades de ativação e experiência de marca em eventos são infinitas”, analisa Luciana Dantas, vice-presidente da ALAGEV.
A preferência por experiências presenciais também é chancelada por pesquisas do setor. Dados do Incentive Travel Index apontam que 80% dos colaboradores consideram viagens de incentivo a forma mais relevante de reconhecimento profissional — contra 20% que optam por bonificações financeiras ou bens materiais. A pesquisa revela ainda que essas ativações aumentam a retenção de lembrança de marca em até 35%, além de 96% dos entrevistados relatarem incremento na motivação.
No âmbito comercial, organizações com programas estruturados de viagens de incentivo registram até três vezes mais chances de ultrapassar suas metas de vendas em comparação com concorrentes sem programas similares.
A Copa do Mundo do México, Estados Unidos e Canadá figurou como um dos grandes catalisadores do setor. Segundo números da FIFA, foram comercializados mais de 607 mil pacotes de hospitalidade durante o torneio mundial. Do total de compradores corporativos do programa oficial, 40% integravam o segmento B2B, figurando o Brasil entre os dez principais mercados globais consumidores da modalidade.
A relevância das experiências esportivas de grande porte exige planejamento de longo prazo, com marcas já estruturando ações voltadas para a Copa do Mundo de 2030, que terá partidas distribuídas entre Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.
Entre as sedes, o governo do Marrocos antecipou investimentos por meio do programa Airports 2030, focado em expandir a capacidade para 80 milhões de passageiros ao ano, construindo um aeroporto internacional em Casablanca e reformando outros sete terminais nas cidades-sede do país. “A Copa de 2030 apresentará um nível de complexidade inédito para os gestores de eventos e viagens, já que envolverá diferentes aspectos culturais, legislações e operações logísticas. Esse cenário reforça a necessidade de planejamento antecipado e de políticas e estratégias de viagens alinhadas aos objetivos das empresas”, conclui Luciana Dantas.
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Prio aposta em simulador de realidade virtual durante temporada do musical Wicked no Rio de Janeiro

A aproximação entre o mercado de entretenimento e o setor de energia ganhou um novo formato na temporada carioca do espetáculo Wicked. Uma das patrocinadoras responsáveis por trazer a produção musical pela primeira vez ao Rio de Janeiro, a Prio estruturou uma ativação imersiva baseada em realidade virtual para aproximar o público geral de suas operações offshore, ambiente comumente restrito aos profissionais do setor de óleo e gás.
A experiência tecnológica foi inspirada no clássico voo de vassoura retratado na história do musical. Ao utilizar os óculos de realidade virtual, os espectadores participam de uma jornada simulada que se inicia no rooftop da sede da companhia, localizada no bairro de Botafogo, e segue em direção ao litoral brasileiro, sobrevoando as plataformas de produção e os navios que integram a infraestrutura logística da empresa em alto-mar.
A iniciativa reflete o direcionamento estratégico da Prio em converter aportes culturais em experiências de marca proprietárias. Ao associar um elemento lúdico da peça teatral à rotina da companhia, a empresa utiliza a plataforma cultural como ferramenta de comunicação para traduzir conceitos de engenharia, tecnologia e inovação aplicados na extração de petróleo no país. “Grande parte do nosso trabalho acontece longe do olhar das pessoas. Aproveitamos um dos momentos mais marcantes de Wicked para criar uma experiência capaz de aproximar esse universo do público de uma forma leve, envolvente e acessível. Quando conseguimos transformar um tema complexo em algo que desperta curiosidade, criamos uma conexão genuína entre as pessoas e a nossa marca”, explica Olivia Richardson, head de comunicação e marketing da Prio.
A atração faz parte da plataforma institucional I Love Prio, divisão que centraliza os investimentos da companhia nos pilares de esporte, cultura e educação. O programa tem como diretriz apoiar projetos de democratização cultural e de incentivo social, utilizando essas frentes de visibilidade para desmistificar a complexidade operacional da indústria de energia e estreitar o relacionamento institucional com a sociedade.








