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FRI.TO dá início a nova fase da campanha 2024 de Ana Maria, “O sabor de ser criança”

Com o slogan “O sabor de ser criança” a campanha 2024 dos bolinhos Ana Maria, produto da empresa Bimbo do Brasil, foi toda desenvolvida pela Fri.to e agora em outubro com as celebrações do mês das crianças, a marca dá start em mais uma fase das diversas ações que vem sendo colocadas em prática ao longo do ano. Trata-se da apresentação da nova turminha de amigos da personagem Ana Maria que irão interagir com ela em histórias divertidas e educativas. Vale destacar que em todas as etapas de criação dos novos personagens buscou-se exaltar a importância da inclusão e da diversidade junto ao público infantil.
Com foco exclusivamente no ambiente digital, esta nova fase da campanha será veiculada nas plataformas Youtube, Instagram e TikTok. Conta com uma série de tirinhas de quadrinhos e um filme em 2D produzido pela Ovo Films em formato de desenho animado, justamente para aproximar os personagens das crianças. As histórias tanto do filme como dos quadrinhos são ambientadas em um cenário escolar e revelam a construção da amizade e parceria da Ana Maria com os novos personagens através de cenas que geram conexão e identificação com o público infantil de acordo com as vivências comuns da rotina escolar.
Além do filme e das tirinhas, outras ações fazem parte das estratégias de comunicação, como um site interativo onde as crianças e os papais terão acesso a uma série de brincadeiras e joguinhos. Haverá também um time de influenciadores digitais com perfis de rotina familiar e que possuem filhos em idade escolar, que produzirão conteúdos envolventes que incentivem brincadeiras e atividades, reforçando o sabor de ser criança.
“É no período da infância que conquistamos nossa primeira turma de amigos e sabemos que as amizades, principalmente nesta etapa da vida ajudam a desenvolver valores. Esta fase da campanha, além de apresentar a nova turminha da Ana Maria e suas histórias, imprime uma mensagem bem importante, incentivar a amizade e parcerias verdadeiras”, diz Marina Tumolo, gerente de operações da Fri.to.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








