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‘Frango da Sadia’ comemora 50 anos com exposição e ações especiais

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‘Frango da Sadia’ comemora 50 anos com exposição e ações especiais

O aniversário conta com um filme criado pela Africa, além de mostra no Memorial Attílio Fontana, challenge no TikTok, álbum virtual e mais!

O Lek Trek, mais conhecido como “Frango da Sadia” completa 50 anos de existência em 2021, e, para comemorar o aniversário, a marca vai realizar uma série de ações especiais nas redes sociais e televisão, além de apresentar uma exposição do mascote e ainda oferecer cupons de desconto.

Elaborada pela Africa, a campanha conta com um filme que mostra a evolução do design do personagem e como eles se conectaram aos principais lançamentos de Sadia ao longo dos últimos 50 anos. Confira:

A inauguração das ações acontece com a estreia da exposição temática do Lek Trek no Memorial Attílio Fontana, em Concórdia (SC), cidade de fundação da marca. Aberta até novembro, a mostra traz a evolução do traço do personagem, sua trajetória e todas as curiosidades em torno de uma das mascotes mais queridas do Brasil.

Além de posts em redes sociais como Twitter, Facebook e Instagram, a campanha também conta com um challenge do Lek Trek no TikTok, que tem como trilha sonora um remix da música tema da marca.

Outra ação interativa será álbum de figurinhas virtual exclusivo do personagem, valendo cupons de desconto no e-commerce da BRF, o Mercato em Casa.  A dinâmica conduzirá o usuário a clicar nas áreas vazias de cada figurinha, para ter acesso a uma pergunta. Caso escolha a figurinha correta, que responde à questão, o espaço será preenchido com o “cromo” correspondente. Ao completar o álbum, o desconto no Mercato em Casa será liberado.

História do LekTrek, o ‘Frango da Sadia’

O simpático mascote foi criada por Francesc Petit em 1971 e primeiramente batizada como “Frango Veloz”. Sua apresentação ao público foi em campanha publicitária para o lançamento do frango defumado Sadia. Seu design foi inspirado nos pilotos de automobilismo, por isso vestia óculos e um capacete de corrida, representando que Sadia é uma marca sempre atenta aos avanços tecnológicos para trazer ganho de tempo na rotina.

Iniciou-se aí uma nova era, com Lek Trek apresentando produtos que materializam o propósito da Sadia de estar ao lado das famílias brasileiras, trazendo novidades cheias de sabor e praticidade que construíram muitos dos hábitos alimentares que conhecemos hoje.

O carisma da mascote refletiria ao longo dos anos a personalidade da marca, tornando-se um dos pilares de reconhecimento e proximidade com os consumidores. Lek Trek causava tamanha comoção entre os brasileiros que, em 1985, o país inteiro se engajou no concurso cultural que enfim definiria o seu nome – um dos primeiros a serem realizados na história do marketing nacional.

Serviço – Exposição 50 anos Lek Trek

Terças a sábados, das 14h às 19h
Endereço: Memorial Attílio Fontana – Rua Romano Ancelmo Fontana, 675
Centro – Concórdia/SC
Entrada gratuita

Ficha técnica

Título: Inovação
Agência: Africa
Anunciante: BRF
Produto: Sadia

CCO: Sergio Gordilho
Diretor Executivo de Criação: Rynaldo Gondim
Criação: Rynaldo Gondim, Pedro Guerra e Eduardo Vares
Diretor Executivo de Criação Digital: Rodrigo Marangoni
Diretor de de Criação Digital: Wilson Ferrari
Criação: Bruno Cavalcante e Murilo Israel
Gerente de Conteúdo: Dayana Teixeira
Conteúdo: Marina Soares
VP de Operações e Atendimento: Carolina Boccia
Atendimento: Maira Bandeira, Débora Bettoni, Ingrid Lobo, Thais Guarlotti e Paloma Oliveira
Mídia: Agnieszka Halina Porada, Luciana Prado, Camila Artacio, Giovanna Passo, Andreína Clemente, Gislayne Neto, Alinne Lopes, Eduardo Brandão e Paulo Henrique
Planejamento: Aldo Pini, Fernanda Valéria e Mariana Vajas
Produção Agência : Rodrigo Ferrari e Patricia Melito

Produtora Imagem: Vetor Filmes
Direção: Nando Cohen e Mateus de Paula Santos
Direção de fotografia: William Etchebehere
Diretor Executivo: Alberto Lopes
Produção Executiva: Fernando Carvalho e Francisco Puech
Direção de animação 3D: Marcos Samia
Direção de animação 2D: Thiago Martins
Atendimento: Natalia Wandel e Marcia Guimarães
Montagem: Kaue Kabrera
Coordenação de finalização: Clara Morelli e Tatiana Caparelli
Finalização: Equipe Vetor Zero

Produtora de Som: Raw Audio
Direção Musical: Hilton Raw
Atendimento: Carol Peternelli
Produção Musical: Fernando Forni, Ricardo Pinda e Rogerinho Pereira
Finalização: Enrico Maccio e Philip Braunstein
Coordenação de produção: Roberio Barbosa
Locução: Maristane Dresh

Aprovação/Cliente: Marcelo Suarez, Gisela Toledo, Mariana Freitas, Isabella Arão, Rafael Gonçalez, Sharon Harrison e Brunna Sá

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

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A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.

A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.

O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.

O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.

A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.

No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.

As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”

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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

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A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.

Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.

A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.

Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.

O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.

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