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Fintech de consórcios citybens entra para o setor de franquias e projeta vender R$1 bilhão de cotas em 2022

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A Citybens, fintech de soluções financeiras que utiliza tecnologia para sugerir produtos one a one, anunciou recentemente sua entrada no setor de franchising. A empresa, que nasceu em 2002 e foi a pioneira em conceder crédito por meio de consórcios para o agronegócio, atualmente está focada em trazer disrupção na forma de oferecer este produto e outros serviços.

Em 2021, o franchising brasileiro faturou R$185 bilhões, uma alta de 10,7% em relação ao mesmo período de 2020. O resultado foi responsável por consolidar a curva de recuperação do setor que, praticamente, retoma o patamar de desempenho de 2019.  Os dados foram divulgados no último dia 16 de fevereiro pela Associação Brasileira de Franchising (ABF). A lista mostra ainda que o segmento de Serviços e Outros Negócios foi o que mais expandiu sua participação no ranking das 50 maiores franquias do país – ele responde por 15% das unidades, um aumento de 5 pontos percentuais em comparação com o ano anterior. Segundo a ABF, a adoção dos novos formatos digitais pelas redes de franquias é um dos fatores por trás desse crescimento.

“Orientamos potenciais investidores que buscam boas estratégias de aplicação de forma artesanal, pois equilibramos alguns aspectos que são relevantes quando se pensa em  investir em um novo negócio, seja no setor de consórcio ou de franquias. Na hora de ajudar o cliente a decidir onde aplicar seu dinheiro, consideramos fatores como perfil, rentabilidade, segurança, diversificação e renda”, explica Cesar Lucchesi, diretor de novos negócios da citybens.

Ele conta que a citybens deu start na pré-venda de franquias no final de 2021 e já conta com 11 unidades abertas. “Pretendemos chegar a 100 franquias até o final do ano. Isso deve quase dobrar a produção atual da matriz, passando de R$500 milhões em cotas comercializadas no ano passado para quase R$1 bi neste ano”, ressalta o executivo.

A citybens é reconhecida pelo prêmio Onofre Trajano de pesquisa de satisfação do cliente (NPS), e leva o título de empresa com maior volume de vendas no setor. A sua entrada no franchising  traz para o mercado uma expertise de 19 anos de atuação, mais de R$500 milhões em créditos liberados e milhões de vidas transformadas, por meio de soluções inteligentes e personalizadas.

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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

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Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.

No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.

Avon, faz sua mágica

Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

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Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.

O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.

Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.

“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.

A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.

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