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Fintech brasileira disponibiliza R$ 5 bilhões para antecipação de recebíveis

A atuação das fintechs no Brasil tem sido cada vez mais ativa e presente, trazendo inovação e facilidade para as empresas gerenciarem cada vez melhor as suas finanças.
A iCertus é uma das referências nesse setor no mercado nacional. A startup de Curitiba (PR) oferece uma série de serviços voltados para a gestão de micro e pequenas indústrias, com destaque na área de Crédito, facilitando a rotina do micro e pequeno empresário, deixando o crédito ao alcance de um CLICK, mas o objetivo é ir além. Em 2021, a empresa cresceu de forma exponencial e os planos de expansão para o próximo ano já começam a todo o vapor.
Fábio Ieger, CEO da iCertus, revela números que podem animar pequenas e microempresas que buscam esse tipo de serviço financeiro. “No momento estamos com R$ 5 bilhões disponíveis em caixa para antecipar, sendo que deste valor, apenas 20% foram antecipados pelos nossos clientes. Esse é o maior montante já levantado por uma fintech no Brasil”, relata.
A empresa tem apresentado um grande crescimento desde a implementação da nova ferramenta, tendo em vista que dados apontam um aumento de 300% ao mês em valores de antecipação. A iCertus espera que esses números sejam ainda maiores neste final de ano, devido à promoção de taxa zero para o primeiro adiantamento de crédito durante o mês de dezembro.
Além disso, Ieger revela que em geral as taxas de antecipação são bem baixas e tem sugerido aos empreendedores que utilizam a plataforma ofereçam facilidade na hora de parcelar, ao invés de desconto no pagamento à vista. “Orientamos nossos clientes a não investir tempo negociando prazos ou desconto para pagamento das vendas realizadas. É possível parcelar em quantas vezes forem necessárias, até 180 dias, porque a iCertus paga à vista”, reforça.
Parte do crescimento que a iCertus alcançou em 2021 se deve a parceria que a empresa firmou com o SEBRAE-SP que, segundo Ieger, trouxe diversos novos usuários para o hub da startup. “Conduzir os trabalhos desta forma tem dado muitos frutos, ajudando diversos micro e pequenos empresários, além de pequenas indústrias no estado de São Paulo”, explica o CEO que já visa a parceria com o SEBRAE de outros estados.
De olho na evolução do mercado, o líder de vendas Felipe Varejão explica que a empresa busca expandir sua equipe e está monitorando profissionais em várias funções, como programação, analista de inteligência artificial, setor de vendas e também atendimento. “Queremos contratar talentos independentemente de onde eles estejam fisicamente. Se a pessoa for capacitada e competente em sua área de atuação, já é perfeito para atuar conosco”, finaliza.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








