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Fini prevê alcançar 150 franquias em 2022

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A Fini, marca do segmento de candies, teve em 2021 um ano desafiador, causado pelos efeitos da pandemia, por fechamentos de comércios e isolamento social. Apesar das dificuldades e diante de um cenário complexo, a área de franquias finalizou o ano com metas ultrapassadas, recordes de faturamento em diversas unidades e a contratação de novos colaboradores, além da expectativa de um crescimento ainda maior para 2022, ano em que a empresa completa 10 anos de operação de Franquias.

Em 2021, a marca inaugurou mais de 30 lojas e o destaque foi a abertura da centésima unidade, em Roseira, interior de São Paulo, que também trouxe um novo modelo de negócio: a loja-contêiner. O formato inovador propicia uma experiência de marca diferenciada ao consumidor, e é uma das configurações mais promissoras para a meta de crescimento da Fini.

O contêiner vem como alternativa para a instalação em locais abertos, postos rodoviários, estacionamentos, áreas centrais, parques e outlets, abrindo ao franqueado a possibilidade de expandir para além dos espaços tradicionais já ocupados pela marca. A expectativa é de que, num prazo de dois anos, o novo formato corresponda a cerca de 15% do total de unidades da empresa.

Um aliado muito importante para as conquistas da Fini em 2021, foi o Fini Delivery, modelo de entrega baseado em aplicativos, que está, diretamente, ligado às franquias. “Está nos planos da marca projetar novos formatos e ferramentas voltadas às franquias, assim como manter aqueles que já trazem resultados positivos para a marca, como o carrinho de festas, por exemplo. Exclusivo para quem já é franqueado, o modelo possibilita a ampliação do trabalho e, consequentemente, dos resultados, com uma versão ‘móvel’ de sua franquia, em eventos de todos os tipos”, destaca Patrick Ramos, diretor de negócios da The Fini Company no Brasil.

Em 2022, a Fini tem como objetivo expandir o número de operações em franquia e alcançar a marca de 150 unidades inauguradas. Para tanto, há algum tempo, a empresa vem trabalhando em uma estratégia de expansão, atenta aos novos perfis de investidores e oportunidades, em diversas cidades e empreendimentos que apresentem potencial de investimento. Hoje, as franquias da Fini geram mais de 600 empregos em todo o País.

“O bom resultado da área é fruto de um ano de muito trabalho e da constância em colocar a inovação e o desejo de desenvolvimento e crescimento como pilares da marca, proporcionando experiências positivas, tanto para os consumidores quanto para os colaboradores. Além disso, o funcionamento efetivo das mais de cem franquias espalhadas pelo Brasil deve-se também ao total apoio que a marca oferece ao franqueado, com treinamentos, consultorias, portal de informações e muitas outras ferramentas de auxílio”, conclui Ramos.

 

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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

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Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.

A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.

A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.

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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

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A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.

Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.

O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.

A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.

A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.

A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.

Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.

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