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Fillity avança em 2025 com nova identidade visual

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A Fillity, marca de luxo focada nas mulheres brasileiras, acaba de ganhar uma nova identidade visual, coordenada pela agência Giology. O logo foi modernizado com uma nova fonte e a definição de uma nova paleta de cores guiará tanto a comunicação da marca quanto a ambientação da loja. A mudança foi anunciada por meio de um teaser nas redes sociais da marca, no qual mulheres circulavam pelas ruas conferindo cartazes com o novo logo.

“Assim como a moda e a nossa cliente, a Fillity está em constante movimento. Isso é algo muito atual e muito presente no nosso dia a dia, então não tinha como fugir de um rebranding e de trazer uma comunicação inteira revisitada”, resume Paulo Dabbur, CEO da Fillity. “O maior desafio quando falamos de uma mudança tão representativa como um rebranding de uma marca de 36 anos como da Fillity é continuar trazendo a nossa tradição, a nossa sofisticação, a elegância e apresentar um pouco desse nosso novo momento, dessa nova mulher, de uma linguagem contemporânea conectando com esses dois momentos da mulher e falando muito da nossa essência. Tudo para representar uma mulher autêntica, elegante e muito ligada a um produto de qualidade”.

Como detalha Giovanna Pirozzi Duny, fundadora da Giology, “Antes de qualquer mudança estética, nosso desafio foi entender o que fazia da Fillity uma marca tão forte e como poderíamos evoluir essa percepção sem perder sua essência. A Fillity sempre foi sobre elegância, tradição e uma relação genuína com suas clientes. Nossa missão foi traduzir esses valores de forma mais contemporânea, para que a marca continuasse relevante e desejada, sem deixar de ser atemporal. Foi assim que chegamos na nova identidade visual. O monograma do dente de leão se tornou o ponto-chave desse processo, pois simboliza expansão, transformação e continuidade – características que definem esse novo momento da marca. A tipografia e a paleta de cores também foram refinadas para refletir essa sofisticação discreta, alinhada ao conceito de ‘quiet luxury’, reforçando o DNA Fillity com uma abordagem mais fluida e moderna”.

Para a fundadora da marca, Esperança Dabbur, um dos diferenciais da marca é sua capacidade de adaptação e evolução. “A plasticidade que tivemos como empresa de moda, de nos adaptarmos, de acompanhar novos vieses, caminhos e  comportamentos, todo esse processo, todo esse nosso estudo de rebranding, vai mostrar que a Fillity é a mesma empresa de trinta e seis anos atrás; ela não se alterou em valor, nem na essência, mas é adaptável e queremos que a grafia e os ícones que nos mostram no mercado sejam mais contemporâneos”, reflete.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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3 Corações celebra Dia Nacional do Café no Taste São Paulo com aula exclusiva de Alex Atala

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A 3 Corações, marca oficial de café no Taste São Paulo, preparou uma programação robusta para o primeiro fim de semana do festival. Em comemoração ao Dia Nacional do Café (celebrado em 24 de maio), a companhia traz como grande destaque uma ativação de live marketing gastronômico comandada pelo renomado chef Alex Atala. No dia 23 de maio, às 16h30, o chef apresentará uma aula exclusiva explorando a versatilidade do grão na alta confeitaria.

A iniciativa visa consolidar o posicionamento da 3 Corações no território da gastronomia premium e da inovação. Durante o workshop, Atala demonstrará técnicas para a produção de um sorvete e de um chantilly utilizando o café como base de sabor, revelando as nuances e a complexidade que o ingrediente pode agregar a pratos sofisticados.

As inscrições para a atividade são totalmente gratuitas e direcionadas ao público presente no festival. Para garantir uma vaga, os interessados devem realizar o cadastro presencialmente no próprio estande da 3 Corações no dia do evento, estando sujeitos à lotação do espaço.

“O chef Alex Atala é um grande parceiro da marca e tê-lo conosco é uma forma poderosa de mostrar como o café pode ir muito além da xícara do dia a dia e fazer parte de momentos variados, trazendo nuances únicas a pratos e bebidas. Essa parceria traduz exatamente o que buscamos no Taste: conectar as pessoas a experiências que ampliam o olhar sobre o café”, destaca Anderson Spada, head de marketing da 3 Corações.

Para estender as comemorações da data sazonal ao longo de todo o sábado e domingo, a marca transformará seu espaço em um ponto de entretenimento. A 3 Corações promoverá uma coffee party integrada ao palco principal do festival, contando com a performance de um DJ convidado.

Durante os momentos de agito e música, o estande da marca operará uma dinâmica de amostragem e relacionamento, distribuindo gratuitamente uma ampla variedade de cafés do seu portfólio para os visitantes. A estratégia une de forma integrada a experimentação de produto, a construção de marca e a celebração cultural em torno da bebida favorita dos brasileiros.

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