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Fiat produz campanha a partir de ferramentas disponíveis no Instagram

Stories, feed, boomerang e reels são termos que já fazem parte da vida da maior parte da população mundial. E não é para menos, estima-se que o Instagram, uma das maiores redes sociais do mundo, tenha 1 bilhão de usuários ativos. Inspirada nesta tendência e resgatando o relacionamento entre o hatch e seu dono, aquele carro que proporciona viver sua vida e te acompanha em suas histórias, a Fiat lança campanha do Argo 2021 criada em parceria com a agência Leo Burnett TM e o Instagram, a partir de ferramentas disponíveis na plataforma.
O veículo é moderno, inovador e renomado, justamente por isso que essa é a primeira campanha da Fiat desenvolvida e lançada no Instagram, inteira pensada e pautada pelo digital. Sendo que, praticamente todas as peças da campanha foram feitas à mão dentro do Instagram Stories, misturando cenas filmadas para a campanha com GIFs criados sob medida para cada cena e disponíveis no perfil da marca na plataforma.
Com o conceito “Bem-vindo às fabulosas histórias do Fiat Argo”, a campanha é um convite para as pessoas viverem grandes histórias a bordo do hatchback da Fiat. Inteiramente produzida no lugar onde hoje em dia todos registram e compartilham suas histórias: o Instagram Stories. Todas as peças da campanha, desde um simples post até o filme principal, foram feitas à mão e o próprio processo de produção é apresentado em algumas cenas dos filmes on e off.
O projeto incluiu ainda um hub de produção específico para a campanha que trouxe mais agilidade criativa, otimizando assim o processo de produção dos materiais digitais com novas fabulosas histórias de Argo para os canais digitais da Fiat.
“O Fiat Argo 2021 retoma a ideia da relação de companheirismo entre o carro e seu dono. Aquele carro que te leva para viver as grandes histórias da vida, compartilhadas logicamente nos Stories do Instagram. Desenvolvemos toda a campanha a partir dos elementos e do contexto do Instagram, criamos sticks e gifs para compor as peças que certamente serão utilizados pelo público da sua forma única para contar suas histórias.”, explica Pedro Prado, VP de Criação da Leo Burnett TM.
Sobre o Filme e a produção
Assim como toda a campanha, o filme “Fabulosas Histórias” foi criado no ambiente dos Stories. Até mesmo o formato do comercial se adapta ao vertical, como na popular ferramenta de publicações.
Embalado por um rap, escrito pela Leo Burnett TM especialmente para a campanha, o filme traz uma protagonista que sai de sua casa, ao abrir a porta, se depara com o Fiat Argo e o utiliza para viver as suas “fabulosas histórias”.
Durante o trajeto são apresentadas figuras e linguagem gráfica inspiradas na rede social e os atributos do Fiat Argo na versão Trekking, como maior controle de estabilidade, design robusto, maior altura de solo e central multimídia. Ao final, a personagem volta ao seu quarto e a cena se repete, como um looping trazendo o sentido de sempre estarmos dispostos a viver novas histórias fabulosas.
Lançado no primeiro dia de 2021 nas redes sociais da marca com versões de 30”, 45” e 60”, o filme foi adaptado para TV em versões de 30” e 60” com abrangência nacional e veiculação nas TVs aberta e fechada, além de ações nos programas já patrocinados pela marca, mídias digitais (banners, display, Google) e das redes sociais da Fiat.
“Além de apresentar o moderno Argo 2021, a campanha reforça o rebranding da Fiat os principais pilares da marca: pop, encantador e autêntico. Esta é uma campanha inovadora e moderna, alinhada com o conceito do Instagram, com a nova Fiat e com o que o Argo representa. A estratégia da iniciativa é totalmente voltada a jornada do consumidor, pois sabemos o quanto o nosso público está imerso nas redes sociais, então utilizando a ferramenta como forma de nos aproximar ainda mais daquilo que os nossos clientes gostam”, afirma Frederico Battaglia, Diretor de Brand Marketing Communication da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) para a América Latina.
O próprio processo de produção é mostrado em algumas das peças da campanha. Todos os GIFs e stickers que compõem a campanha estão à disposição do público no Instagram, convidando todos para também criar as suas fabulosas histórias.
Digital
Inspirando os apaixonados pela marca a viverem “fabulosas histórias” a bordo do Fiat Argo, a campanha começou no Instagram da marca com posts divertidos apresentando as funcionalidades das diferentes versões do hatch. Para isso, contou com a participação do influenciador, fotógrafo e criativo, Fernando Schlaepfer (@anendfor), apresentando alguns dos muitos atributos do Fiat Argo de forma bem autêntica.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.
A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.
A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.
A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.
Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).
Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”
Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.
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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.
O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .
Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”
Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”
Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil. “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”








