Empresa
Facebook sofre pressão para desistir de Instagram infantil

No início da semana, 40 procuradores-gerais de Nova York, Texas, Califórnia, Massachusetts, Nebraska, Michigan, Ohio, Utah, Vermont e Kentucky solicitaram que Mark Zuckerberg, criador do Facebook, desista de lançar uma versão do Instagram para menores de 13 anos.
O pedido foi realizado por meio de uma carta que discordava do argumento do Facebook de que o Instagram infantil seria uma forma de suprir a demanda por redes sociais para crianças. “Parece que o Facebook não está atendendo a uma necessidade, mas sim criando uma, já que esta plataforma atrai principalmente crianças que, de outra forma, não têm ou não teriam uma conta no Instagram”.
Em outro trecho, as autoridades disseram que o Facebook falha em proteger os menores dentro de suas plataformas e ainda ressaltaram os riscos de uma rede voltada a esse público. “O uso das redes sociais pode ser prejudicial à saúde e ao bem-estar das crianças, que não estão preparadas para enfrentar os desafios de ter uma conta nas redes sociais”.
Há poucas semanas, a rede social de Zuckerberg afirmou que planejava criar uma plataforma do Instagram especialmente para crianças e pré-adolescentes, já que, atualmente, quem tem menos de 13 anos não pode criar uma conta no site.
No entanto, a ideia foi recebida com muitas críticas e agora terá de enfrentar o grupo de procuradores estadunidenses que se contrapõem ao projeto. Nos Estados Unidos, a Lei de Proteção à Privacidade da Criança na Internet proíbe a presença de menores de 13 anos nas redes sociais.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
Empresa
Pedro Scooby surfa Onda de Cheddar no Méqui

Empresa
Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







