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F.biz promove reestruturação na Criação

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Coincidindo com a celebração de seus 21 anos – a serem completados no próximo dia 13 –, a F.biz anuncia a reestruturação da Criação. Esta mudança está baseada em quatro pilares que a agência acredita fortemente: maior integração entre conteúdo e criação, mais foco no digital, maior diversidade entre os colaboradores e mais horizontalidade no jeito de trabalhar. Por conta disso, as áreas de Conteúdo e Criação foram juntadas, formando um só time. Assim, a F.biz pretende potencializar sua criatividade, principalmente em meios digitais. Somado a isso, a pluralidade de talentos vai enriquecer ainda mais os trabalhos por conta de seu background diverso. E tudo isso só existe por conta da horizontalidade, onde todos os colaboradores têm a liberdade e a abertura para contribuírem com ideias, sem ficarem presos a uma estrutura hierárquica engessada.


“A F.biz nasceu há 21 anos, praticamente com o começo do digital no Brasil. Passamos por muitas reinvenções para sempre estar à frente do mercado. Essa mudança é o começo da mais nova reinvenção na forma de trabalho – trazendo mais diversidade e horizontalidade – e na entrega – com a junção das áreas de Conteúdo e Criação e o foco ainda maior no digital”, explica Roberto Grosman, sócio e co-CEO da F.biz.


Portanto, a partir de agora, a Criação passa a ser liderada por Ícaro Abreu (ex-Mutato) que assume o posto de vice-presidente da área. O profissional, que possui mais de 20 anos de experiência, terá o apoio de duas duplas de diretores de Criação: Fernanda Fontes e Andrés Puig, que antes ocupavam os cargos de diretora de Conteúdo e diretor de Arte; e Joana Mendes e Fabiano Pinel, este que está na agência desde outubro do ano passado. Joana é a fundadora do YGB, único banco de imagens de mulheres negras feito por mulheres negras, e agora passa a integrar o time de colaboradores da F.biz.


Essa reestruturação também contempla a saída de Adriano Alarcon, que decidiu deixar o posto de CCO (Chief Creative Officer). Seu desligamento foi um processo planejado em que ele e a direção da agência trabalharam para que os planos de transformação, que já estavam em curso, seguissem inabaláveis. O diretor de Criação Alexandre “Nego Lee” Popoviski também se desligou da agência.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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