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Eyxo ajuda a criar a menor loja da Americanas do Mundo

A Eyxo, a content company, em parceria com a Americanas, traz para o Natal Luz de Gramado deste ano uma ação inusitada: a criação da Menor Loja da Americanas do Mundo, que faz parte de uma das mais icônicas e tradicionais atrações da cidade, o Mini Mundo. Os visitantes podem comprar produtos da marca no Mini Mundo por meio de um QR Code inserido em um outdoor em miniatura ao lado da loja. O QR Code leva os clientes para o hotsite da ação, em que os clientes podem conferir uma seleção de produtos, além de informações sobre o patrocínio da Americanas no Natal Luz Gramado. O Mini Mundo, que já está na memória afetiva dos gaúchos, recebe mais de 60 mil visitantes por mês no período do Natal Luz e essa é a primeira ação de marca feita no Mini Mundo desde sua abertura, em 1983.
“A fachada da loja tem apenas 34 cm de largura por 16 cm de altura e o prédio onde a loja se localiza é 24 vezes menor do que o tamanho normal da edificação. É uma loja temporária, que fica instalada naquele imóvel durante o mês de dezembro. Todo o processo de construção foi artesanal, realizado pela oficina do Mini Mundo, utilizando materiais naturais, resistentes ao tempo e com proteção UV na réplica da loja”, explica Alexandre Godoy, Key Account Director da Eyxo.
Com o patrocínio do Natal Luz Gramado, a Americanas complementa a campanha da marca para a data, que traz o mote “Natal Americanas, você acha mais que presente, acha histórias”. “Nesta campanha de Natal, nosso objetivo é remeter a cada presente de Natal, comprado e entregue às pessoas que os clientes amam, uma nova possibilidade de viver histórias emocionantes. Nossa estratégia é estar cada vez mais próximos dos consumidores, participando de momentos emocionantes de suas vidas, como o Natal, e sendo cada vez mais relevantes no dia a dia deles. E o patrocínio do Natal Luz fortalece a estratégia da Americanas”, comenta Vitor Monte, head de marketing da Americanas.
Para deixar a experiência em Gramado ainda mais encantadora, também foi criada a Caixa de Presentes Americanas, localizada na Praça das Etnias, outro ponto turístico da cidade. A Caixa é uma máquina gigante cheia de vales presentes da marca, onde a garra é uma pessoa que estiver disposta a pegar o prêmio. Quem conseguir pegar as bolas premiadas, ganha um dos vales disponíveis na brincadeira. Os clientes que tiverem o app Americanas baixado, podem participar duas vezes da brincadeira.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







