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Etermax apresenta eterfy e eleva a gamificação a outro patamar

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A etermax, empresa internacional de tecnologia criadora de Perguntados Apalavrados, a partir de sua pioneira divisão de Brand Gamification, acaba de apresentar a eterfy, uma plataforma de gamificação para empresas e marcas. Combinando elementos de game design e a expertise da etermax no desenvolvimento de videogames, a nova plataforma tem como objetivo atender as necessidades de organizações que buscam potencializar processos e atividades a partir de ferramentas recreativas. A eterfy já conta com a sua primeira solução, chamada “Desafio de Trívia”, que está disponível no mundo todo.

Em sua história de mais de 60 anos, os videogames demonstraram estimular certos vieses cognitivos nas pessoas. Com base nessas descobertas, os elementos do game design têm sido aplicados não apenas no entretenimento, mas em áreas não recreativas, como psicologia, educação, consumo de massa, fidelização e gestão de talentos, entre outros. Junto à massificação e profissionalização dos jogos, cada vez mais setores reconhecem os benefícios que os games podem oferecer para acelerar o aprendizado.

Com a convicção de que a gamificação fortalece a conexão entre as organizações e suas diferentes audiências, e com o objetivo de gerar experiências únicas para diferentes públicos, a eterfy transfere atributos dos jogos para diversas áreas. Esses elementos (como desafios e recompensas, progressões claras com objetivos de curto e longo prazo, ou limites de tempo) podem ser incluídos em contextos não recreativos para torná-los mais atraentes. O jogo se posiciona, dessa forma, como uma ferramenta central para atingir objetivos, estimulando a confiança, o interesse e o entretenimento das audiências.

Os videogames são uma forma de conexão, e pesquisas mostram que são também uma atividade compartilhada entre amigos, familiares e pessoas que não se conhecem, fomentando comunidades de interesses comuns. Para surpresa de muitos, 72% dos gamers jogam com seus amigos, 80% falam sobre jogos com seus pares e 61% fazem parte de comunidades dos jogos. Ou seja, os jogos não apenas nos conectam, mas também ajudam a construir comunidades muito ativas e interessadas.

“Para marcas e todo tipo de empresas, os jogos representam uma plataforma de comunicação inestimável, tanto pelo tempo de interação com a experiência quanto pelo estado particular em que os usuários se encontram ao jogar: relaxados, concentrados e felizes. Com a eterfy, propomos fortalecer esse vínculo para que as organizações alcancem seus públicos de forma diferenciada e construam uma ponte mais próxima com suas audiências”, afirma Juan Pablo Veiga, VP de Business Planning & Operations da etermax Brand Gamification. “O design da eterfy tem versatilidade e permite que a plataforma seja utilizada em diversos processos, como recrutamento, integração, treinamento ou programas de fidelização de clientes. Também pode ser usada para cumprir com os objetivos B2C, criando um vínculo mais profundo com os consumidores”, acrescentou.

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Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

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A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.

A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.

Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.

Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.

Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.

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Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

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Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.

A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.

Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.

Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.

O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.

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