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Estudo inédito da Outbrain mapeia a percepção das diferentes gerações em relação às plataformas digitais e aos formatos publicitários

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A Outbrain, que atua na descoberta e publicidade nativa na open web, desenvolveu uma pesquisa junto com a Sapio Research com mais de 1.000 consumidores brasileiros para entender como eles percebem e interagem com formatos de anúncios em ambientes digitais, com ênfase particular em como as diferentes gerações se comportam. Dividido em quatro capítulos, o estudo traz insights sobre as percepções sobre a publicidade digital, as atitudes em relação às plataformas de publicidade, as atitudes em relação aos formatos de publicidade digital e onde a publicidade nativa se encaixa no ecossistema de publicidade digital.

“O objetivo do estudo é mostrar que as diferenças comportamentais entre as gerações impactam sua percepção e a forma como elas interagem com plataformas e anúncios digitais. É mais importante do que nunca que os anunciantes saibam quais formatos de anúncio são mais eficazes em diferentes segmentos da população e a função que cada um desempenha na jornada de compra, para que suas interações com os clientes sejam de fato efetivas”, comenta Fernanda Negrini, gerente de marketing da Outbrain. “Os insights são importantes para ajudar o planejamento de 2021 que deve estar massivamente voltado ao digital”.

 

Para este projeto as diferentes gerações foram definidas da seguinte forma: Geração Z – pessoas com idade de 18-22 anos; Millennials, de 23-38; Geração X, de 39-54; Baby Boomers, de 55-73 e Geração silenciosa, de 74-91 anos.

 

 

O que um anúncio precisa ter

No geral, os anúncios que se alinham intimamente com os interesses gerais (61%) estão no topo do gráfico como fator que torna os anúncios mais relevantes e interessantes. Isso é seguido de perto (55%) por anúncios que fornecem informações úteis sobre uma marca ou serviço. No recorte da pesquisa por gerações, alguns fatores pesam para tornar o anúncio interessante. 36% da Geração Z selecionou que quando o anúncio se relaciona ao “Histórico de navegação da internet” o torna mais significativo para eles do que qualquer outra geração. Um terço dos Millenials também pensa o mesmo, em comparação com 27% da Geração X e apenas 22% dos Baby Boomers.

 

A pesquisa também explorou como os anunciantes devem apresentar esse conteúdo para impulsionar vendas. Os três principais elementos nos anúncios que têm mais impacto em fazer os entrevistados comprarem produtos são: 29% múltiplas imagens e informações sobre a marca ou produto; 25% de relevância e 22% de ofertas personalizadas. “É importante ressaltar com esses dados que o consumidor se interessa por anúncios ligados aos seus reais interesses e não são todas as plataformas digitais que conseguem mapear esses interesses. Na open web, o usuário não precisa de uma persona, ele consome conteúdos que realmente estão ligados aos seus interesses mais genuínos e por isso o conteúdo publicitário que utiliza essa inteligência na entrega é tão certeiro”, afirma Lucas Santos, Head de Vendas da operação no Brasil da Outbrain.

 

 

O que um anúncio não pode ter

O consumidor tem muito mais clareza no que diz respeito ao que ele não gosta nos anúncios. Peças que atrapalham suas experiências on-line têm muito mais probabilidade de fazer com que eles “pulem fora” da página e, por isso, anúncios integrados ao conteúdo que os deem autonomia na interação se destacam positivamente. “Esta é uma das principais características dos anúncios nativos, que estão em conformidade com o estilo e experiência de navegação da página em que aparecem, e oferecem experiências não intrusivas”, adiciona Lucas Santos. Os três principais elementos que todas as gerações consideram mais irritantes nos anúncios são: 46% não estar relacionado à atividade atual; 44% não estar relacionado ao histórico de navegação; 42% não estar relacionado aos interesses gerais. Para 45% dos entrevistados, o canal que apresenta os anúncios mais irritantes aos consumidores são as redes sociais.

 

 

Publishers premium bem vistos pelos consumidores

No geral, os anúncios em publishers premium são mais interessantes, confiáveis, genuínos e personalizados. Quase um terço dos entrevistados declararam que publishers premium exibem os anúncios mais interessantes (29%) e os anúncios mais confiáveis ou genuínos (31%).

 

Mas, as percepções diferem entre as gerações. Os mais jovens acreditam que a mídia social apresenta o que há de mais interessante em anúncios (56% da Geração Z, 54% dos Millenials e 30% dos Baby Boomers), enquanto as gerações mais velhas vão em outra direção: estão mais inclinadas a acreditar que os publishers premium tem os anúncios mais interessantes.

 

“Este dado vai de encontro com o estudo The News Trust Halo elaborado pelo IAB em outubro de 2020, que confirma os efeitos positivos para as marcas que anunciam em portais de notícias já que a confiança dos consumidores nas marcas ali dispostas é maior quando comparada a outras plataformas digitais” acrescenta Fernanda Negrini.

 

 

Onde a publicidade nativa se encaixa no ecossistema

Mais da metade dos entrevistados (53%) declarou ter clicado em um anúncio nativo dentro de um publisher premium na última semana. Por serem mais ativos digitalmente de uma maneira geral, os Millennials são os mais propensos (27%) a se envolverem com o formato e a geração com maior probabilidade de comprar a partir dele.

 

“Mais uma vez ressaltamos com esse estudo que anunciar em portais de notícias não é apenas seguro para as marcas, é também bom para as marcas, especialmente quando feito por meio de formatos nativos, que se apoiam nos reais interesses do consumidor para entregar as campanhas publicitárias. Para incrementar o sucesso da estratégia de marketing, é preciso levar em consideração as características das gerações na definição das plataformas, tipos de anúncios, tom da comunicação que serão utilizados. Ainda mais agora em 2021, onde vemos uma convergência massiva para o digital, é preciso ampliar os pontos de contato com o consumidor, entendendo o momento de consumo dentro de cada plataforma, e diminuindo a dependência de alguns canais”, finaliza Fernanda.

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Colgate Ultra Soft cria plataforma de entretenimento

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Para facilitar a conexão do estilo de vida dos seus consumidores e oferecer mais opções de atividades em casa, a Colgate lança a plataforma de entretenimento Colgate Ultra Soft Club. Com uma abordagem descontraída, assim como as escovas de dentes Colgate Ultra Soft, o site foi criado para oferecer conteúdos relevantes de CURTIÇÃO, BEM-ESTAR E CULINÁRIA aos consumidores. Para fortalecer ainda mais a plataforma convidou grandes audiências das redes sociais como Lore Improta e Arielle Macedo, Raul Lemos, Pequena Lo, entre outros, com conteúdos exclusivos para o hub.

Qualquer pessoa pode acompanhar as novidades da Colgate Ultra Soft Club, realizando apenas um simples cadastro. O conteúdo tem curadoria para a seleção dos assuntos abordados por especialistas de diversas áreas, além da colaboração de influenciadores de grande destaque nas mídias sociais e micro influenciadores, que têm mais um espaço para mostrarem seus trabalhos a um público diferente.

No canal de CURTIÇÃO podem ser encontrados temas diversos, sempre incentivando que as pessoas possam se divertir em casa, já que estamos em fase de isolamento social. As dicas são as mais variadas: desde cultura POP, filmes, games e música. No canal BEM-ESTAR, tudo para cuidar da saúde do corpo e da mente. Em CULINÁRIA, chefs que vão desmistificar a cozinha para quem não sabe cozinhar ou compartilhar dicas especiais para quem já domina o assunto, com receitas rápidas e deliciosas.

A plataforma Colgate Ultra Soft Club é totalmente gratuita e tem atualizações diárias, previamente agendadas.

 

LIVES E CONTEÚDOS EXCLUSIVOS – Arielle Macedo fará a primeira live do hub, no dia 15 de abril, às 19 horas. Quem quiser aprender os passos da coreógrafa é só acessar o site, se inscrever e aproveitar. No dia 21 de abril, às 19 horas, é a vez do fenômeno Lore Improta, que também vai ensinar uma de suas coreografias! Tudo ao vivo. Mas quem perder, é só conferir no hub depois.

Além disso, abril conta com uma programação reforçada, com várias receitas dos chefs Raul Lemos e Igor Rocha, além de exercícios com Fernanda Queiroz, Aline Maretto; makes de Babu Lima e a irreverência da Pequena Ló.

A criação da plataforma é uma iniciativa da Colgate, que contou com a VMLY&R COMMERCE para o desenvolvimento e gestão do Colgate Ultra Soft Club.

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NFT: Entenda a nova tecnologia que está modificando a maneira de valorizar arte, música e qualquer item compartilhável na internet

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Atualmente no ambiente digital é possível encontrar as mais diversas manifestações artísticas e culturais, desde obras de artes, até filmes independentes, performances em premiações e programas de televisão, clipes musicais e outros formatos. Porém, em sua grande maioria, os conteúdos compartilhados são cópias não autorizadas do produto original, que se tornam virais, e são disseminadas entre as mais diferentes plataformas. Com um olhar voltado para a autenticidade desses produtos, surge a NFT, tecnologia que por meio de uma assinatura digital baseada em um blockchain, permite a qualquer pessoa verificar e autenticar a propriedade de um ativo na internet. Atento às principais tendências que permeiam o universo digital, o empresário Gabriel Lima, diretor de operações e cofundador da MField, agência referência no segmento do marketing digital e de influência, explica como a novidade pode ser vantajosa para os negócios.

De acordo com o empresário, que acumula mais de 5 anos de experiência no segmento digital, as Non-Fungible Tokens (da tradução literal Tokens Não-Fungível), mais conhecidas pela abreviação NFT, assim como qualquer novidade que surge na internet parecem confusas e pouco funcionais, mas essa tecnologia promete grande eficácia em sua execução no mercado, principalmente para o negócio de empresários, marcas, empreendedores e artistas que têm seus trabalhos amplificados dentro do universo digital. “A NFT funciona por meio da aplicação de um código à arte/produto, que a legitima como original, com isso, o proprietário que detém dos direitos pode ter acesso a todas as reproduções realizadas digitalmente”, destaca Gabriel.

Dentre as principais vantagens que a aplicação da tecnologia tem para os produtos na internet, está a possibilidade de valor agregado para comercialização, uma vez que o autor da obra, independentemente de seu modelo, formato e segmento consegue autenticar a mesma como a única e original, processo que já existe no mundo das artes. Leonardo Vinci e Van Gogh, por exemplo, acrescentavam em suas obras assinaturas e outros tipos de inclusão que as categorizam como originais. “Mesmo sendo copiada e tendo réplicas sendo compartilhadas, a peça que possui a NFT é a única dada como original, por dispor de um código único e inalterável”, pontua Gabriel. “Ainda que seja possível autenticar também as cópias, cada peça terá sua NFT específica, sendo assim, o código não é duplicável, o que traz maior segurança contra falsificações”, completa.

Mesmo que recente, a NFT já começa a movimentar o mercado. No início de março, o presidente do Twitter, Jack Dorsey, vendeu seu primeiro tweet na plataforma como NFT, além dele grandes marcas como Gucci e artistas como King Of Leons já começam a aplicar essa tecnologia em seus negócios, que também é o caso da drag queen brasileira Pabllo Vittar, que em publicação misteriosa anunciou que estava trabalhando com NFT, mostrando assim que o formato está ganhando espaço de forma rápida, e a estimativa é que em breve vejamos ainda mais personalidades se utilizando da novidade, principalmente os influenciadores digitais.

Mesmo possuindo grandes atrativos que se dão como vantagens da aplicação da NFT, a tecnologia pode interferir em movimentos digitais que vem ganhando maior destaque dentre os usuários das plataformas, como por exemplo as páginas virais, que disseminam assuntos a todo momento, atingindo os mais distintos públicos e espaços, e que estão sendo fortemente utilizadas na produção de campanhas publicitárias. “Tudo ainda é novo, e o medo do desconhecido é normal, uma vez que os golpes virtuais têm crescido. Acredito que o assunto ainda será fortemente debatido, e se tornará uma das principais tendências nos próximos anos”, completa o empresário.
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