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“Esquadrão do Amor”: SAZÓN® promove ações transformadoras em instituições sociais

A Ajinomoto do Brasil, SAZÓN® lançou a ação “Esquadrão do Amor”, que reúne especialistas em diversas áreas para ajudar instituições que transformam a sociedade por meio da alimentação. Com conceito assinado pelas agências dentsumcgarrybowen e Cappuccino Digital, a produção terá um total de quatro episódios, que serão apresentados pelo time formado pela atriz Mariana Xavier, a empreendedora social Vivi Duarte e o chef de cozinha Pedro Benoliel.
Gravada em formato de reality show, a ação foi adaptada à nova realidade da pandemia de Covid-19. Por envolver produção em diversas regiões do Brasil, as interações dos especialistas com as ONGs foram gravadas à distância, seguindo todos os protocolos de segurança e saúde do audiovisual. Os episódios acompanham quatro instituições: Chefs Especiais e Projeto Arrastão, de São Paulo; Semeando Amor, do Rio de Janeiro; e Coletivo Mulher Vida, de Olinda (PE).
“Apesar das restrições de mobilidade, mantivemos nosso propósito de promover melhorias e atender às diferentes necessidades de ONGs que atuam com causas muito nobres, desde a inclusão de pessoas com síndrome de Down até o apoio a famílias que vivem em situação de vulnerabilidade”, afirma a gerente de marketing da marca SAZÓN®, Letícia Borrasca. “Além de reforçar a mensagem emocional de SAZÓN® de espalhar mais amor por meio da comida, a campanha também dá continuidade ao objetivo da marca de trazer um benefício real para a sociedade”, completa.
Produzida pela Bravo, a campanha de SAZÓN® terá episódios com 10 minutos de duração, que serão disponibilizados semanalmente no site oficial da marca (www.sazon.com.br) e no canal do YouTube (youtube.com/sazonajinomoto). O conteúdo também será potencializado no digital e a produção “Esquadrão do Amor” terá exibições de pílulas exclusivas de três minutos na TV paga, nos canais Sony Channel e AXN, com exibições ao longo da programação.
Para dar continuidade à campanha, os episódios também serão adaptados em formato de comerciais de 30 segundos. Os filmes serão exibidos ainda em novembro, nas principais emissoras de TV aberta regionais – incluindo estados do Sul, Sudeste e Nordeste – e também na TV paga até o fim deste ano.
“Fazer este projeto foi uma delícia do começo ao fim, mesmo com o desafio de filmar nos 4 cantos do País em meio a pandemia! O brasileiro é um povo que sempre consegue contornar as adversidades e dar a volta por cima. As histórias que escolhemos contar mostram toda a regionalidade do Brasil e que, quando falamos em comida, todo mundo abre um sorriso. Impossível não se emocionar com a dedicação que cada personagem coloca em seu projeto, e o prazer deles em espalhar amor através da comida”, afirma o VP de Criação da dentsumcgarrybowen, Filipe Cuvero.
“É uma proposta muito diferente e atual. Trazer um branded content de 10 minutos para o Youtube, onde esse tipo de conteúdo é valorizado, com uma produção como dos melhores realities, e, ao mesmo tempo, ajudar instituições que estão fazendo um trabalho incrível a potencializarem seu alcance de uma maneira sólida de longo prazo”, afirma o VP de Criação da Cappuccino Digital, Vitor Elman.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








