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Empreendedorismo online e três tipos de aplicativos úteis

O Brasil conta com cada vez mais empreendedores e, para muitos, o digital é o meio de preferência para iniciar seus negócios e lançar suas marcas. A profissionalização do meio digital permite que se atinja o sucesso com esse tipo de negócio, trabalhando em casa e, felizmente, as inovações têm criado fortes aliados. Conheça os tipos de aplicativo que mais ajudam os empreendedores a conquistar o êxito.
O século XXI nos trouxe uma realidade que bem conhecemos: a do avanço das tecnologias e da robótica. Com a disseminação de novas plataformas e novos dispositivos, bem como com a maior facilidade de acesso a esses meios e à Internet, o celular e o computador passaram a fazer, de forma bem inegável, parte de nosso cotidiano.
As possibilidades do meio digital podem até ter começado, para as pessoas comuns, por ser meramente lúdico mas depressa se compreendeu o seu potencial. Hoje, quando falamos no digital, estamos falando num espaço de divertimento e socialização mas também num espaço de aprendizado e de trabalho.
Garantindo toda essa abrangência, os novos aplicativos servem inúmeras finalidades, tendo utilidades, objetivos e modos de funcionamento distintos. Muitas empresas estão criando seus próprios aplicativos para alojar uma versão mobile, permitindo dessa forma que possa ter todas as utilidades na ponta dos dedos. Um bom exemplo de sucesso é a forma como pode ter os Jogos Slot no Seu Celular, com uma qualidade fabulosa.
Claro que, para uma nova marca lançada online, a consciência da importância dos aplicativos nos nossos dias é fundamental. Não só um empreendedor deve considerar a importância de criação de um aplicativo próprio, caso sua marca esteja sendo procurada pelos consumidores; como pode também, em seu cotidiano, utilizar vários tipos de aplicativo que facilitarão todo o processo de lançamento da marca e também o seu marketing digital.
Esses são 3 tipos de app que os empreendedores devem conhecer ao lançarem seus projetos. Confira:
1. Aplicativos de apoio na criação do negócio
Todo o negócio começa pela criação de uma marca e essa marca não poderá ter sucesso a menos que o seu gestor crie uma identidade sólida para ela.
Dessa forma, se você criar um espaço online para vender seus serviço ou produtos, será necessário que crie, a par com este, todo um conjunto de caraterísticas que permitam ao seu público-alvo o encontro e o reconhecimento do seu negócio.
A identidade de uma marca inclui elementos como o nome, o logótipo e o slogan. Com alguns dos aplicativos para empreendedores, você poderá encontrar o melhor aliado para o acompanhar nesse processo criativo.
2. Aplicativos para conversação
A conexão de um empreendedor com o seu público é um dos pontos mais importantes para quem quer ter sucesso a vender produtos ou artigos online.
Qualquer website empreendedor deve conter contatos diretos e, se possível, um espaço de bate-papo para potenciais esclarecimentos imediatos e casuais.
A melhor forma de fazer esse contato mais direto e garantir o engajamento do público é aproveitar os aplicativos de conversação, como por exemplo o WhatsApp Business, que oferecem ferramentas de marketing incríveis e, em simultâneo, uma plataforma de proximidade entre você e seus clientes.
3. Aplicativos de economia
Enquanto empreendedor você vai ter, muitas vezes de gerenciar vários aspetos financeiros em simultâneo: seus gastos, seus ganhos, o pagamento de eventuais anúncios ou de material, etc.
O processo de gestão de seu orçamento se tornará mais simples se você usar aplicativos de economia como o Expensify.
Muitos desses aplicativos não apenas seguem todos os ganhos e gastos como ajudam a gerir também as contas bancárias e os cartões associados, de forma simples e segura.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







