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Em tempos de ‘boas práticas’, tradição também em casa!

As marcas 88 Old Cesar e Cortezano reforçam a importância de ficar em casa com ação regional no DF
A CRS Brands – uma das maiores indústrias de bebidas do país – dando continuidade às contribuições para o combate à pandemia da Covid-19, achou uma maneira de se comunicar com os consumidores que ainda estão indo para a rua e orientá-los a ficar em casa.
Utilizando-se da imagem de duas de suas marcas tradicionalmente fortes na região – a aguardente 88 Old Cesar e o vermouth Cortezano– a empresa instalou 20 outdoors em pontos estratégicos do Distrito Federal, inclusive nas principais rodovias, com os seguintes dizeres: Tradição também em casa! #fiqueemcasa
A ação regional reforça a missão da empresa de atuar no mercado com ética, incentivando boas práticas.
E as iniciativas não param por aí!
Na semana passada, a empresa – em sua fábrica de Jundiaí/SP – processou 5 mil litros de álcool líquido 70 graus, usado na higienização das mãos e superfícies, para doação a hospitais e entidades assistenciais da cidade, sede da fábrica. Além do álcool líquido, a empresa também vai distribuir mais 1mil litros de álcool gel 70 graus.
Ao todo serão doados cerca de 1mil bombonas de 5 litros de álcool com teor de 70 graus. A produção será distribuída para Hospital de Caridade São Vicente de Paula, Hospital Universitário da Faculdade de Jundiaí, Posto de Saúde do Caxambu, Amarati (Associação de Educação Terapêutica para Portadores de Lesões Neurológicas), Casa Transitória, Sociedade Vicentina, Convento das Carmelitas, Fundo Social de Solidariedade, Ama (Associação de Amigos do Autista), entre outros.
Como medida para reforçar a proteção de todos os profissionais envolvidos na cadeia de produção e distribuição, foram distribuídos 330 borrifadores de 500ml de álcool líquido 70 graus aos colaboradores internos da fábrica, para ser usado na higienização da casa, acessórios e área de trabalho.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.









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