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Em relançamento, Continental apresenta uma nova geração de produtos e convida a atualizar papéis dentro de casa

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A Cubocc, agência da marca, assina a criação

A Electrolux, referência global no setor de eletrodomésticos, relança a marca Continental para o mercado brasileiro com a proposta de ampliar a sua atuação no segmento e apoiar o crescimento sustentável na América Latina. Parte do Grupo Electrolux desde 2017, a Continental celebra sua volta ao país com a campanha “Atualiza!”.

Com conceito criativo desenvolvimento pela agência Cubocc, responsável pela estratégia integrada de comunicação da Continental. a marca retorna ao mercado brasileiro com a premissa de atualizar os papéis da família dentro de casa, e também fora dela. Alinhado às pesquisas de desenvolvimento associadas à percepção do consumidor, o conceito Atualiza também se desdobra para os produtos. São novas propostas conectadas à necessidades dos consumidores, que buscam por mais design, robustez e facilidade na limpeza. Segundo pesquisa da Electrolux realizada com a MindMinners, logo no início da quarentena, foi possível perceber, por exemplo, um aumento de 72% nas buscas por eletrodomésticos. Além do que 39% dos brasileiros estão cozinhando e limpando mais suas casas.

“A chegada da Continental é um momento importante para o nosso negócio. Uma marca presente e viva na lembrança dos brasileiros, quer, a partir de agora, atualizar ideias, trazer reflexões, além de produtos com design e robustez para uma nova geração. Queremos nos conectar com nossos consumidores e abrir espaço para diálogos que conversam com a sociedade contemporânea.” diz Cris Duclos, VP de Marketing da Electrolux na América Latina.

A campanha de lançamento une os novos eletrodomésticos da Continental em diferentes momentos, no ambiente da cozinha, à pessoas reais. Nos quatro filmes que serão veiculados em TV e online, que reforçam – de forma leve e descomplicada – a atualização da cozinha, tanto em produtos, como um lugar onde paredes são quebradas para abrir espaço para integração e para conversas, com filmes que traduzem comportamentos estereotipados que precisamos atualizar.


“Acreditamos muito no potencial da Continental e nossa missão é relançar a marca que está há nove anos fora do mercado, construindo um propósito claro e reconectando-a com os consumidores através do reforço dos atributos de qualidade e durabilidade que já existem no mercado”, explica Claudia Schneider, Head of Operation da Cubocc. “Nosso processo de trabalho foi super colaborativo, trazendo profissionais que representam o target da marca para co-criar conosco, garantindo a verdade, relevância e assertividade do discurso”.

Além disso, o lançamento também conta com um time de influenciadores para amplificar ainda mais a mensagem e convidar o maior número de pessoas para se atualizarem com a Continental. A estratégia fica por conta da SOKO, agência especializada em Earned Media, também parte do grupo Flagcx.

Mais detalhes da Continental estão no site e no Youtube.

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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

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A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.

A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.

“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.

Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.

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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

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A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.

As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.

Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.

De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.

Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.

Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.

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