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Em prova de resistência no BBB21, Fiat mostra testes de segurança e robustez de seus carros e oferece Toro Ultra como prêmio

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A marca que sempre leva ao Big Brother Brasil ações icônicas que não saem da cabeça das pessoas voltou com tudo para mais uma autêntica prova de resistência. Disputada em dupla, um dos integrantes será o novo líder da semana, e o outro levará para casa a picape Toro em sua versão topo de linha Ultra.
Mas a ação não para por aí. A marca preparou um conteúdo exclusivo sobre Segurança + Robustez em um novo episódio da websérie sobre o Progetto Fiat 363, o novo SUV da Fiat e um dos veículos mais aguardados do ano, já disponível em sua plataforma digital suv.fiat.com.br.
“Neste ano, reafirmamos nossa parceria com o BBB com o objetivo de levar conhecimento ao público sobre como um carro é desenvolvido, com destaque para o futuro membro da nossa família, o SUV da Fiat no Progetto 363. Para além do programa, estendemos o conteúdo em formato de uma websérie, sempre trazendo algum tema de grande importância deste processo a cada novo episódio. O assunto da vez é segurança e robustez, contamos mais detalhes na nossa plataforma digital e também elaboramos a tão pedida e esperada prova de resistência da Fiat na casa mais vigiada do país ”,afirma Malu Antonio, gerente de Marketing e Comunicação da Stellantis para a América Latina
A segurança e a robustez são um importante pilar no desenvolvimento do veículo, e para ilustrar esse capítulo na websérie, Diego Hilel, engenheiro chefe do projeto 363, tem uma interessante conversa com a lutadora Amanda Ribas, que faz um paralelo da preparação para uma luta com os testes intensos pelos quais vem passando o novo SUV da Fiat antes de ganhar as ruas brasileiras.
Em uma plataforma digital com ações e interação dos fãs do programa e da marca, a Fiat começou a mostrar ao público parte das etapas de desenvolvimento de seu futuro SUV com o Progetto Fiat 363. O novo episódio já está disponível em https://suv.fiat.com.br/
Na última ação, quem se cadastrou recebeu uma foto em primeira mão do volante. Agora, os internautas tiveram mais informações sobre o sistema de segurança e do DNA SUV do novo modelo da Fiat na plataforma digital.
Dupla vencedora disputa uma Fiat Toro Ultra
A Prova do Líder desta semana foi de resistência e em duplas. Assim como os carros da Fiat, os brothers e sisters tiveram que “passar” por testes de segurança.
A dinâmica incluía duas ações diferentes. Em uma estrutura giratória, um dos integrantes da dupla ficava sentado, com um cinto afivelado, para passar pela pista de teste. O circuito contemplava três momentos, cada um deles representando uma etapa do teste de segurança veicular. São eles: trepidação, crash test (simulação com jatos de vento e feixes de luz) e câmara de temperatura (simulação com vapor d’água, jatos de fumaça e feixes de luz).
Em paralelo, o outro jogador ficava responsável por acionar a alavanca para que o circuito possa se iniciar. Quem errasse o tempo de acionamento ou soltasse a alavanca estava eliminado. Todas as duplas jogavam simultaneamente e, a cada circuito, o cronômetro era disparado para que os integrantes troquem de lugar. Ganhava a dupla que permanecessem por mais tempo em seus determinados postos.
Sarah e Gil levaram a melhor e Gil levou a liderança e o Fiat Toro na versão topo de linha Ultra.
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Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

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A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.

Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.

Dicas para empresas: 

• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.

• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.

• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.

• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.

• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.

• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.

• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.

O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.

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Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

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A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.

“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”

Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.

“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”

A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”

Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.

A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.

Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.

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