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Em nova campanha, SulAmérica apresenta Geração Saúde Integral

A SulAmérica lançou sua nova campanha publicitária, que pretende ser marco para o segmento de seguros, com propostas de conceito e direção de arte disruptivos para o setor. Em meio a atual discussão sobre gerações, o objetivo é evidenciar que o que importa não é a idade e sim a identidade, e, com esse mote, apresentar a Geração Saúde Integral.
A campanha reforça o posicionamento da marca, que amplia o conceito de saúde, equilibrando a saúde física, emocional e financeira para que se alcance uma vida plena no presente o no futuro. E a isso batizou de Saúde Integral.
“Esta é uma campanha que, além de reforçar o conceito de Saúde Integral, também traz um teste em que as pessoas poderão saber como está a sua saúde nos diferentes pilares”, explica Simone Cesena, diretora de marketing da SulAmérica. “E além de apresentar a avaliação, a gente também oferece no final uma experiência para as pessoas”, completa, referindo-se ao fato de que quem fizer o teste, poderá ganhar sessões de psicólogo e nutricionista na tela, orientação de saúde por telefone ou R$ 50 para começar a investir na Órama, plataforma digital de investimentos na qual a SulAmérica tem 25% de participação.
Desenvolvida pela Dentsumcgarrybowen, a campanha conta com um filme institucional, além de seis filmes de produtos. Todos com locução da atriz e apresentadora Fernanda Lima, além da trilha sonora “Batuque”, uma canção lançada pela violoncelista, compositora e cantora franco-brasileira Dom La Nena, que ganhou uma versão remix de Jeremy Sole & Acropolis, e se tornou sucesso recentemente no Tik Tok.
“Todas as escolhas trazem justamente uma mistura de gerações, mostrando como somos movidos por interesses e gostos em comum e não necessariamente por termos nascido na mesma década”, explica Thaís Arruda, superintendente de comunicação e marketing da SulAmérica.
A estratégia da campanha conta com um filme para veiculação nacional em TV e meios digitais, além de peças para ativações em outros diferentes meios. Um robusto plano de conteúdos conta também com influenciadores, como Tchulim, responsável por “quebrar a internet” e viralizar o termo “cringe”, após levantar uma discussão divertida pelos conflitos das gerações Z e millenials, e Karen Jonz, que surpreendeu com sua espontaneidade como comentarista durante as Olimpíadas de Tokio.
“Quando direcionamos as campanhas a um olhar sobre o contexto social junto à essência e valores da marca, conseguimos grandes conversas. E não foi diferente com a Geração Saúde Integral da SulAmérica. Ao trazermos o questionamento geracional no momento certo e o impacto das 3 saúdes para todas as pessoas, conseguimos evidenciar a marca para o centro da conversa com propriedade e conhecimento”, explica Danilo Janjacomo, VP de criação da dentsu.
A SulAmérica tem investido fortemente em novos produtos e serviços de Saúde, Odonto, Vida, Previdência e Investimentos. Só no primeiro semestre do ano, a companhia registrou aumento orgânico de mais de 400 mil novos beneficiários – um desempenho consistente e acima da média do mercado.
FICHA TÉCNICA
Cliente: SulAmérica Companhia de Seguro Saúde
Título: Geração Saúde Integral
Aprovação: Simone Cesena, Adriana Simis, Thaís Arruda, Gracila Lopes, Aline Freire e Maria Elisa Ganine
VP de Criação: Danilo Janjacomo
Direção de Criação: Tatiana Pereira, Christian Faria e Pedro Gravena
Redação: Tatiana Pereira e Lilian Oliveira
Direção de Arte: Christian Faria, Pedro Gravena e Eduardo Cirilo
VP de Atendimento: Bruno Panico
Atendimento: Isabel Rudge e Valesca Simola
Head de Mídia: Viviana Maurman
Mídia: Vivian Salazar, Rodrigo Moura, Leandro Lourenço e Damon Santos
VP de Estratégia/Planejamento: Priscilla Ceruti
Planejamento: Tallita Alves, Rafael Trevisan, Miguel Souza, Eric Yamaga e Geovana Lourenço
Head de Conteúdo: Vinicius Chagas
Social: Alcides Lima e Viviane Frohlich
RTVC: Juliana D’Antino e João Pedro Muniz
Produtora: Paranoid
Produção Executiva: Marcel Weckx, Gabi Hahn e Luiz Armesto
Atendimento: Mariana Barbiellini (Maribê) e Náthalie Vieira
Direção: Bel & Ju
Dir. de Fotografia: Fabio Politi
Dir. de Produção: Roberto Bellezia
Dir. de Arte: Guta Carvalho
Coordenação de Pós: Carol Fernandes
Montador: Beto Araujo e Thomas Pasten
Pós + Comp. Gráfica: CLAN Vfx
Finalizadores: Cris Caffaro e Driano Torres
Produtora de Som: Quiet City Music + Sound
Direção Musical: Chris Jordão
Atendimento: Xanna D’aguiar, Karina Vadasz e Ivis Silva
Finalização: André Melges e Marcos Moretto (Som 3)
Trilha: Batuque, Dom La Lena
Locução: Fernanda Lima
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








