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Em nova campanha, KLM convida para reflexão sobre viagens sustentáveis

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Ainda que viajar para mundos distantes seja fascinante, isso não pode nos desviar da missão mais importante na Terra: tornar as viagens mais sustentáveis enquanto conhecemos nosso próprio planeta. Este é o mote da nova campanha da KLM, desenvolvida pela Dentsu e lançada nesta semana no Brasil em plataformas digitais, que reforça o compromisso da aérea com a sustentabilidade e a sua própria transformação por meio do Fly Responsibly. Com cenas gravadas no Brasil, o filme alcança consumidores que querem voar, mas que estão cada vez mais desconfortáveis com o impacto da aviação sobre o ambiente.

Em tom de esperança e reflexão, a história é contada sob o ponto de vista de uma criança, que representa as futuras gerações — primeiro, ela olha para as estrelas por meio de um telescópio, e depois muda o seu foco para a alegria de viajar pela Terra. A partir de cenas gravadas no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro, ela testemunha três jornadas diferentes, cada uma expressando a beleza e o valor social das viagens: em meio à natureza, experimentando diferentes culturas e visitando a família. A narração, então, destaca a necessidade não apenas de explorar o mundo, mas de protege-lo.

“Com esta nova campanha, queremos destacar o compromisso da KLM com a sustentabilidade, compreendendo a urgência em torno desta questão, sobretudo para a indústria da aviação. Mais do que nunca, é hora de repensarmos a forma como viajamos, e alcançaremos este objetivo se trabalharmos juntos. Esperamos que a campanha proporcione novas reflexões aos nossos clientes e à sociedade sobre as formas de viajar”, destaca Julia de Medeiros Pinto, gerente de Marketing e Comunicação do Grupo Air France-KLM na América do Sul. “Estamos muito felizes e orgulhosos com a escolha do Brasil para as gravações. Queríamos garantir que teríamos uma locação que retratasse a diversidade global, tanto sobre pessoas quanto sobre paisagens e ambientes. Dificilmente encontraríamos outro lugar no mundo com esta multiplicidade”, completa.

A partir do Fly Responsibly, que ganha ainda mais força nesta campanha, a KLM reforça as perspectivas sobre o futuro das viagens e as ações que estão sendo tomadas para torná-las mais sustentáveis. Lançada em 2019, a iniciativa mostra que a aérea holandesa está liderando o processo de criação de um futuro mais responsável para a aviação. Entre as ações da empresa está o alinhamento de metas ambientais ao Acordo de Paris, o uso de aeronaves com melhor eficiência no consumo de combustível e o desenvolvimento do mercado de combustível sustentável de aviação.

No ar até meados de janeiro, a nova campanha da KLM está disponível nas redes sociais da companhia e em demais canais digitais.

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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