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Em nova campanha, Banco do Brasil convida as pessoas a levarem uma vida mais in game

O Banco do Brasil incentiva o esporte nacional há quase três décadas e foi o primeiro banco brasileiro a apoiar os eSports no país em 2018, acompanhando a mudança de comportamento do seu público e do mercado, uma vez que o eSports é a maior indústria de entretenimento do planeta. E para ser um líder de relevância nesse cenário, o Banco do Brasil preparou a plataforma tmjnessegame.com.br para ser a casa virtual dos eSports.
Na plataforma, é possível saber tudo o que está acontecendo no mundo dos games e os eventos apoiados pelo BB, além de produtos, parcerias e descontos exclusivos e uma seção dedicada a um dos maiores streamers do Brasil: Gaules.
“Nesse mês, lançamos nossa plataforma: um portal totalmente dedicado ao público gamer, com entrega de conteúdos e benefícios relevantes. E entendemos que agora é um momento extremamente propício para reforçar a atuação do Banco nesse segmento, lançando um manifesto aderente ao público em termos de linguagem, integrando todas as ‘tribos’ de diferentes locais, faixas etárias e condições sociais e convidando-os a conhecerem esse espaço virtual pensado com todo carinho e cuidado”, reforça Claudia Kakinoff, Diretora de Marketing e Comunicação do Banco do Brasil.
Com o mote “Já imaginou?”, a campanha criada pela WMcCann faz um convite para o público idealizar um mundo mais in-game e reforça que o Banco do Brasil está junto com os gamers para ajudá-los a conquistar seus objetivos e curtir ainda mais seus jogos, seja pra descontrair ou para ser um jogador profissional cada vez melhor.
As peças trazem uma nova estética e uma linha visual que brinca com o encontro do mundo off-line com o mundo on-line. Ao todo, serão quatro filmes que valorizam a pluralidade que os esportes eletrônicos trazem em seu DNA, permitindo a participação de todos os sexos, raças, línguas e gerações.
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Pedro Scooby surfa Onda de Cheddar no Méqui

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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








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