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Em desafio inédito proposto por Vanish, influenciadoras gêmeas usarão apenas quatro looks durante dois meses

Na ação criada e produzida pela BETC/Havas, as irmãs Mariana e Marina Peixoto terão looks limitados e só uma delas poderá lavar as peças com Vanish Multi Power, tudo acompanhado diariamente nas redes sociais delas.
Sessenta dias usando apenas quatro looks. Esse foi o desafio proposto por Vanish e aceito pelas irmãs gêmeas e influenciadoras Marina e Mariana Peixoto. Contudo, só uma delas contará com Vanish Multi Power na lavagem de suas roupas. A outra deverá lavar as peças usando apenas sabão em pó comum. Criada e produzida pela BETC/Havas com o objetivo de provar a eficácia de Vanish Multi Power, a campanha será apresentada como um reality show, com registros reais do cotidiano de cada uma em seus perfis nas redes sociais.
“Ouvimos nossos consumidores, que esperavam uma campanha mais realista e próxima aos desafios que enfrentamos no dia a dia. Depois dos 60 dias, veremos a diferença que Vanish Multi Power pode fazer quando usado em todas as lavagens”, declara Andre Santos, gerente de Vanish na RB Comercial. A campanha ainda chama a atenção para a importância do consumo consciente e da economia sustentável ao trazer uma solução que ajuda a manter suas roupas como novas, fazendo com que as peças durem mais.
Além do conteúdo compartilhado nos perfis das influenciadoras no Instagram (@marinaapeixoto e @xbananax) e nos canais da marca, o projeto ainda conta com uma campanha integrada de comunicação contendo dois filmes de 30 segundos para TV aberta e fechada produzidos pela Sentimental Filmes, que mostrarão o início e o resultado final do desafio após os 60 dias, merchandisings nos programas “É de Casa” e “Mais Você” e projetos de conteúdo digital para Buzzfeed e GShow, além de peças para Facebook, YouTube e mídia programática.
A CDN Comunicação foi a responsável pela estratégia de PR da campanha, que contempla uma ação complementar de apoio ao desafio com a participação de outras 12 influenciadoras, como Adriane Galisteu e Flávia Ferrari.
“Foram meses até encontrarmos a estratégia e os formatos ideais para iniciarmos o projeto em meio à pandemia, e no final alcançamos um resultado incrível, entregando um formato único de campanha e um case inédito para uma marca tão grande quanto Vanish”, comenta Laura Azevedo, diretora de criação da BETC/Havas. “Essa experiência contou com desenhos de criação e produção extremamente complexos, envolvendo direção e captação de imagens feitas de forma totalmente remota”, completa Anna Ferraz, diretora de produção da agência.
A produção da campanha respeitou todas as regras do distanciamento social. Todos os vídeos foram realizados e dirigidos à distância e as captações nas casas das irmãs Peixoto, que são vizinhas de parede, foram realizadas por elas mesmas, com auxílio e direção remota tanto da produtora quanto da agência, além de uma especialista da marca, seguindo as recomendações de segurança da Organização Mundial da Saúde.
Confira aqui o filme para a TV:
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








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