Empresa
Em campanha da linha Galaxy S20, Samsung propõe um novo olhar sobre o mundo

Em meio aos desafios, a vida proporciona uma série de momentos marcantes compartilhados com familiares e amigos, seja virtual ou presencialmente. Para captar todas essas ocasiões inesquecíveis, ter em mãos um smartphone com recursos inovadores pode fazer a diferença.
Pensando nisso, a Samsung, em parceria com a Leo Burnett TM, lança a campanha “Fora do Normal”, convidando as pessoas a terem um novo olhar sobre o mundo por meio das câmeras dos smartphones da linha Galaxy S20 e desfrutarem ao máximo de cada experiência.
“Ao projetarmos a linha Galaxy S20, um de nossos principais focos foi o desenvolvimento de soluções únicas, que oferecessem novas experiências às pessoas. Os smartphones da linha Galaxy foram idealizados para efetivamente fazer parte dos momentos especiais, com recursos que proporcionam alta qualidade de imagem, tanto em fotos quanto em vídeos. Queremos sugerir às pessoas um novo olhar através das câmeras, valorizando cada ocasião”, afirmou Giuliano Carneiro, gerente de marketing da divisão de dispositivos móveis da Samsung Brasil.
Animação: vídeo mostra olhar sobre o mundo pelas janelas de casa e câmeras do Galaxy S20
Além da campanha “Fora do Normal”, a Samsung e a Leo Burnett TM criaram um vídeo em formato de animação, com duração de 40 segundos, para destacar como é observar o mundo pelas janelas de casa através das câmeras e recursos da linha Galaxy S20. O vídeo, que pode ser visto nos canais oficiais da Samsung Brasil no YouTube , Facebook e Instagram , mostra, de maneira lúdica, pessoas se divertindo em situações como assistir a um filme ou empinar pipa, por exemplo.
Space Zoom de até 100x, alta resolução e Inteligência Artificial: recursos de câmera para uma nova experiência
O Galaxy S20, Galaxy S20+ e Galaxy S20 Ultra aprimoram a experiência do conjunto de câmeras. O sensor principal (108 MP no S20 Ultra e 64 MP no S20 e S20+) garante o alto nível de qualidade de fotos e a inédita gravação de vídeos em 8K. Outros recursos de destaque são o Space Zoom¹, que aumenta o alcance da câmera em até 100x (S20 Ultra), e o Single Take², capaz de, com apenas um toque, gerar um pacote de imagens com recortes em diferentes ângulos, efeitos e vídeos. Tudo isso, claro, potencializado por Inteligência Artificial.
Empresa
TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
Empresa
Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









You must be logged in to post a comment Login