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EasyMovie e OLX se unem por vídeos profissionais para anúncios imobiliários

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EasyMovie, plataforma que facilita a experiência de criação de vídeos conectando produtores e clientes, foi a empresa escolhida pela OLX Brasil para impulsionar sua recém lançada iniciativa que possibilita a publicação de anúncios audiovisuais. Inicialmente disponibilizada para o segmento imobiliário, a parceria oferece a edição de vídeos profissionais para anunciantes de imóveis de forma descomplicada, com entrega em até 5 dias por menos de R$60 reais, preço competitivo para os pequenos e médios negócios que utilizam a plataforma.

A iniciativa conecta uma comunidade selecionada de editores de vídeo, para dar tratamento profissional à criação de vídeos de passeio imobiliário. “Os anunciantes podem gravar seus imóveis pelo celular, selecionar o template visual que mais agrada e, de um jeito simples, enviar seus arquivos e indicar os textos para o vídeo. Em menos de 24 horas já é possível assistir à primeira versão editada por um profissional conectado pela EasyMovie”, explica Murillo Alcantara, fundador da EasyMovie.

Segundo Marcelo Dadian, Diretor de Imóveis da OLX Brasil, a parceria surgiu da necessidade em estimular o uso do vídeo pelos usuários da plataforma com planos profissionais de imóveis. “Realizamos uma pesquisa para entender como poderíamos ajudar os nossos clientes a se adaptarem à digitalização. Um dos principais obstáculos que os profissionais do setor disseram enfrentar para a produção de conteúdo digital de imóvel é a edição de vídeo. Dentre os respondentes, 71% teriam interesse em contar com um serviço profissional e 51% estariam dispostos a pagar por isso. A EasyMovie veio para complementar a gama de serviços que oferecemos na OLX”. diz o executivo.

A OLX Brasil possui atualmente mais de 4 milhões de anúncios de imóveis ativos, considerando apenas anunciantes profissionais, como corretores, imobiliárias e incorporadoras. Ainda não há cifras disponíveis, mas o potencial é promissor. “Se apenas 3% dos anúncios tiverem seus vídeos de passeio imobiliário editados pela EasyMovie, teríamos mais de 100 mil vídeos gerados pela parceria”, afirma Murillo Alcantara.

Os números no mercado dos EUA mostram como pode ser promissora a adoção de ferramentas em vídeo no Brasil. Segundo a National Association of Realtors, entidade que representa corretores de imóveis no país, 52% dos compradores de imóveis encontraram casas e apartamentos que viriam a comprar em 2019 por meio de anúncios na internet. Desses clientes, 73% disseram que dariam preferência a corretores que usassem anúncios em vídeo, sendo que apenas 9% das corretoras dos EUA oferecem o serviço atualmente. “Estamos no início de uma trilha que pode gerar uma nova dinâmica no mercado imobiliário no Brasil”, afirma Dadian. A parceria pode ganhar em breve uma extensão para o mercado de automóveis, mas a intenção é aguardar até que os anúncios imobiliários consolidem o uso da ferramenta.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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