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Dorflex® lança campanha nacional para falar sobre os desafios – e dores – provocados pelo home office

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Dorflex®, a marca mais vendida no mercado farmacêutico brasileiro¹, lança campanha de Home Office 2.0 para tratar sobre as dores no corpo causadas pela má postura no home office. Os filmes da marca, que é um dos destaques do portfólio da unidade de negócios Consumer Healthcare (CHC) da Sanofi Brasil, fazem parte da grade de programação da TV Globo e da rádio Jovem Pan FM. A estratégia de comunicação é desenvolvida pela Publicis.

No canal televisivo da TV Globo, Dorflex® assina vídeos de 30 segundos nos comerciais dos programas “Encontro com Fátima Bernardes”, “Vale a Pena ver de Novo”, “É de Casa”, “Bem-estar”, “Bom dia SP”, “Sessão da tarde” e “Globo Repórter”.

Já nas plataformas Jovem Pan, os programas tanto em rádio, quanto no serviço de streaming PanFlix, digital e em redes sociais terão conteúdos exclusivos e personalizados de acordo com o perfil de cada audiência nos programas parceiros. No “Morning Show”, o medicamento trará dicas no quadro “Séries para Maratonar”, no humorístico “Pânico”, uma abordagem cômica sobre o modelo de trabalho em casa, e no “Esporte em Discussão”, dicas no quadro “Essa Doeu em Mim”. A área comercial da Jovem Pan busca construir planos estratégicos para atender aos desafios de cada marca, com uma jornada de consumo de meios que passam pelo rádio, digital, redes sociais, streaming e TV. “Um de nossos maiores diferenciais é ter a flexibilidade de trabalhar projetos customizados e integrar a marca do anunciante à nossa programação de forma orgânica”, comenta Camilla Carvalho, nova diretora comercial recém-contratada pelo Grupo.

“Ser empático e relevante é a chave para se conectar com os consumidores, que estão cada vez mais expostos a uma grande quantidade de publicidade por dia. Em 2020, as comunicações de nossas marcas icônicas foram totalmente remodeladas, levando em consideração o contexto da pandemia. E com Dorflex® não foi diferente. A marca se apropriou das dores do corpo causadas por má postura em home office, abordando esta temática em todas as formas de mídias digitais, desde vídeos educativos até patrocínio de conteúdos, como foi o caso do vídeo para o canal do Youtube, Porta dos Fundos. A campanha na TV Globo e Rádio Jovem Pan chega para reforçar o propósito da marca de estar perto das necessidades dos nossos consumidores”, explica Joaquin Ortega, Diretor de Marketing da unidade de negócios de Consumer Healthcare (CHC) da Sanofi Brasil.

“Apostamos em uma estratégia de comunicação contextualizada em relação ao momento que vivemos, que tem a produção de conteúdo como um importante pilar e valoriza os atributos da marca Dorflex®, sempre tão presente na vida dos brasileiros”, comenta Gabriela Borges, Head de atendimento da Publicis.

Dorflex® lançou em 2020 nova embalagem para auxiliar o consumidor na identificação do medicamento, destacando a ação no organismo com a afirmação “Age na dor e relaxa a tensão muscular”. O produto pode ser encontrado nas versões em comprimidos e gotas.

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Bets trocam camisas pelo streaming e redefinem a estratégia de marketing esportivo na Copa de 2026

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O Brasileirão Série A de 2026 estreou com uma ausência visível no peito das camisas. Apenas 12 dos 20 clubes da elite entraram na temporada com uma casa de apostas como patrocinadora máster, queda de 33% em relação a 2025, quando 18 equipes tinham acordos desse tipo. Vasco, Grêmio, Internacional, Bahia e Santos figuram entre os times que chegaram ao início do campeonato sem um novo contrato fechado no espaço de maior visibilidade do uniforme.

A retração nos gramados, porém, não traduziu recuo de investimento. Traduziu redirecionamento. O capital que saiu das camisas encontrou outro destino no futebol: as transmissões digitais da Copa do Mundo de 2026, com início previsto para 11 de junho no Estádio Azteca, na Cidade do México.

A CazéTV e o YouTube garantiram os direitos de transmissão de todas as 104 partidas do torneio e fecharam contratos de patrocínio que somam aproximadamente R$ 2 bilhões, com cada cota máster vendida por R$ 185 milhões. Ao todo, 11 marcas confirmaram presença nas transmissões, entre elas Ambev, Coca-Cola, iFood, Mercado Livre e Vivo.

Entre os patrocinadores confirmados está a KTO, que formalizou parceria com o canal de Casimiro Miguel para estar presente em todas as partidas do torneio no YouTube. Andreas Müller, diretor de Marca e Comunicação da KTO Brasil, definiu a lógica da aposta. Segundo ele, o patrocínio das transmissões da Copa abre uma janela para a plataforma interagir com quem acompanha o futebol e potencializar a emoção de uma competição que, em suas palavras, “promete ser a mais digital da história”.

O marketing digital se tornou essencial para o setor de apostas no Brasil, tema debatido por líderes do segmento no BiS SiGMA Américas em 2024.

O movimento não é casual: o futebol responde por 85,1% das bets registradas na plataforma da KTO, segundo pesquisa da própria operadora, o que torna o Mundial um ponto de convergência natural entre audiência e público apostador. Estar nas transmissões da Copa significa estar no maior evento do esporte que já domina o negócio.

A CazéTV construiu uma audiência sólida ao longo de eventos esportivos recentes. Durante o Mundial de Clubes FIFA 2025, o canal registrou bilhões de visualizações. O novo torneio, com 48 seleções e 104 partidas disputadas em três países, eleva a escala e a duração da janela publicitária a patamares sem precedente para uma plataforma de streaming.

Para o mercado de marketing esportivo, o movimento sinaliza uma revisão das métricas de alcance. Um uniforme garante presença em cada frame da cobertura televisiva de um clube durante o campeonato, mas segmenta a audiência por torcida. Uma cota de transmissão do Mundial posiciona a marca diante de qualquer torcedor, de qualquer time, durante 40 dias de competição ininterrupta.

O recuo nos uniformes também coincide com um momento de seleção mais criteriosa no setor. O maior contrato ativo da Série A continua sendo o do Flamengo com a Betano, estimado em R$ 268 milhões anuais com vínculo até 2028. Os acordos que permaneceram são robustos; os que não foram renovados apontam para marcas que preferiram avaliar outras rotas antes de comprometer orçamento em renovações de longa duração.

O formato da Copa de 2026 amplia o fenômeno. A abertura acontece em 11 de junho, no Estádio Azteca, com a decisão marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A cobertura gratuita no YouTube, acessível por celular, computador e smart TV, projeta um volume de visualizações que nenhum canal de TV aberta pode replicar sozinho na plataforma que consolidou uma nova geração de audiência esportiva no Brasil.

Para as marcas que apostaram nas transmissões digitais, a Copa de 2026 representa o primeiro teste em escala máxima desse modelo de patrocínio. O resultado devbe orientar os próximos ciclos de negociação no mercado esportivo brasileiro e, provavelmente, redefinir o peso relativo entre uniforme e streaming nas estratégias de quem precisa chegar ao torcedor onde ele está.

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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