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Djonga ressignifica 2020 junto Coca-Cola

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A Coca-Cola sempre esteve com as pessoas, trazendo o lado positivo das situações com otimismo e incentivando à fazerem o mesmo. Agora não será diferente. Com o objetivo de estimular o público a refletir e colocar em prática novos valores e atitudes no próximo ano, a marca apresenta seu novo movimento global de positividade: “Abertos pro Melhor”.


“A proposta da marca é recebermos 2021 de uma maneira diferente: é um convite para que cada um faça suas reflexões individuais, que tantos de nós tivemos durante 2020. Analisar quais hábitos devemos manter nas nossas vidas e quais devemos abandonar. Reconhecendo o valor das pequenas coisas, buscando mudanças e valorizando a beleza do cotidiano. Tirar as ideias do papel e transformar em atitude”, conta Marina Rocha, diretora de marketing de Coca-Cola no Brasil. 

 
A primeira etapa começou no dia 27 de dezembro, com o lançamento de “Poema”, um filme emocionante que convida o público a valorizar o que realmente importa. “Estar aberto pro melhor é um estado de espírito. Trazer esse convite em forma de um poema é algo muito simbólico para nós, pois reafirma os valores de Coca-Cola, que é sempre tão emocional e otimista, mesmo em tempos tão incertos.“, completa a diretora de marketing.

Para trazer ainda mais força, no Brasil, “Poema” será narrado por Djonga. Considerado um dos principais nomes do rap nacional, Djonga é um artista que busca um mundo diferente, mais inclusivo e diverso e, assim como a Coca-Cola, também é cheio de intenções e resoluções. A voz dele vem para completar essa história, trazendo ainda mais força e significado para esse convite que estamos fazendo a todos os brasileiros.

“Abertos pro Melhor” é também um importante passo ligado à acessibilidade: pela primeira vez, um filme da marca contará com legendas, em closed caption, tradução em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) no país, ampliando ainda mais o convite proposto. 

“Poema” também será veiculado em emissoras de TV´s e salas de cinema em mais de 85 cidades, além de ser disponibilizado em todas as plataformas digitais da Coca-Cola nas versões de 60’’, 30”, 15” e 6”. 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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