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Dia do Cliente: atendimento humanizado vira prioridade

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O Dia do Cliente foi criado em 2003, no Rio Grande do Sul, com o objetivo de desenvolver uma relação de fidelidade entre consumidores e comerciantes. Mas para que essa interação funcione bem, o bom atendimento se mostra, a cada dia, ser mais fundamental.

Segundo uma pesquisa da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, 61% dos consumidores afirmam que ser bem atendido é mais importante do que o preço ou a qualidade dos serviços. É por isso que usar recursos para melhorar o relacionamento com o cliente hoje é encarado como um investimento importantíssimo.\

Seja através de “robôs” de tecnologia artificial ou de atendentes, por aplicativos de mensagens ou ligações, o relacionamento com os clientes é fundamental para qualquer negócio prosperar. De acordo com um estudo de 2020 da CX Trends, agência de pesquisas sobre consumidores, 72% das pessoas dizem que preferem marcas que os façam sentir especiais e 89% afirmam deixar de comprar em uma empresa após um atendimento ruim.

No Grupo Manchester, que oferta ao mercado produtos e soluções de ferro e aço, atuando na distribuição, corte e dobra, armadura pronta soldada e cercamento, o controle de qualidade é tratado como prioridade. São entrevistados mensalmente 100 clientes, através de entrevista pessoal e direta, via telefone, para que a empresa possa checar o nível de satisfação dos clientes com o atendimento prestado.

O gerente geral da unidade de Xerém do Grupo, Sidnei Louro, explica que a empresa aplica o método NPS (Net Promoter Score, na sigla em inglês), uma métrica que calcula o grau de lealdade do cliente à marca. Com os resultados obtidos, são feitas reuniões entre os funcionários para debater os feedbacks recebidos nas ligações aos consumidores, que variam entre grandes construtoras e pequenas lojas de material de construção.

“Os clientes são classificados em três grupos, são eles: promotores, passivos ou neutros e detratores. Segundo o estudo, os clientes que possuem notas entre 10 e 9, são considerados promotores, pois há uma possibilidade de divulgação da empresa por parte deles, devido ao seu índice de satisfação. Já os clientes que avaliam com notas entre 8 e 7, são considerados passivos ou neutros, o que significa que eles estão satisfeitos com os produtos e serviços, porém caso considerem a proposta de outra empresa melhor, eles deixariam de ser nossos clientes. E por último, os clientes que avaliam com notas entre 6 e 0, são considerados clientes detratores, e como o próprio nome já sugere, eles estão insatisfeitos com a empresa e podem promover a empresa negativamente baseados em sua experiência”, explica Sidnei, ao exaltar o índice superior a 90% nas pesquisas de satisfação do Grupo.

Já Marcus Calixto, executivo do Grupo, que tem seu foco na região sudeste, exalta também o atendimento por múltiplos canais, como whatsapp, e-mails, representantes e é claro, o e-commerce. “Aqui no Grupo Manchester, priorizamos a transparência no atendimento ao consumidor, seja na venda presencial ou por meio de redes sociais, suporte ao cliente, e-commerce ou qualquer outro canal”, disse.

 

 

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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

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Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.

No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.

Avon, faz sua mágica

Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

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Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.

O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.

Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.

“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.

A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.

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