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Danoninho lança animação para inspirar atitudes gigantes de crianças com locução de Títi Ewbank Gagliasso

Danoninho vem trabalhando desde 2020 sua plataforma Quero Ser Gigante, mostrando que o crescimento infantil vai além do físico ao incentivar crianças a terem atitudes grandiosas, como a doação de roupas. Este ano, a marca que é companheira dos pequenos por toda infância, vai além e lança uma animação e nova campanha social em parceria com a CUFA (Central Única das Favelas). Através de seus desenhos, algo que toda criança pode fazer, ela incentiva atitudes que tornam os pequenos gigantes. A animação conta com a participação inédita de Títi Ewbank Gagliasso emprestando sua voz para a locução, fazendo um convite para todas as crianças seguirem os exemplos dos personagens.
A animação conta a história de um menino de 3 anos e uma descoberta: uma sombra enorme e muito divertida que aparece em sua casa. Ele começa então a seguir a sombra ora de longe, ora de perto e vai aprendendo com ela a ser um pequeno gigante. Ao longo de toda a história a sombra vai o ensinando a crescer por dentro, praticando boas ações como plantar uma árvore, cuidar de um passarinho machucado, alimentar os animaizinhos da rua e separar roupas para doação. Até que, em certo momento, ele consegue pular na sombra e agarrá-la, e eis que temos a grande revelação do filme, junto com o lançamento da maior campanha de doação da marca. O curta já está nas redes sociais da marca para quem quiser assistir.
O filme é assinado por Gabriela Rodrigues, Líder de Creative Data na agência Soko e Ricardo Souza, Diretor pela Santa Transmedia.
Como ser Gigante doando cestas básicas
Em um ano em que o desenvolvimento infantil está sendo tão afetado pela pandemia e o distanciamento social, Danoninho incentiva crianças, através de seus desenhos, a terem atitudes grandiosas. Como parte da campanha, a marca convida os pequenos para desenharem atitudes gigantes e os pais a postarem em suas redes sociais marcando @danoninhobrasil. Para cada post, limitado a um por perfil, Danoninho doará uma cesta básica em parceria com a CUFA, para famílias em favelas de cinco capitais brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre e Curitiba).
“Com Danoninho queremos reforçar a mensagem de que crescer também é sobre ter atitudes gigantes, e através de ações como esta vamos formar uma rede de pais e crianças que nos ajudem a construir uma sociedade melhor. Esse movimento é sobre crescer por dentro com gentileza e empatia em um mundo que definitivamente precisa cada vez mais dessas qualidades”, comenta Marcelo Bronze, diretor de marketing da Danone.
“Mais do que uma campanha de doação de roupas ou brinquedos, escolhemos algo que mais crianças podem ter para doar: um desenho. E fizemos do desenho um meio para exercitar a imaginação sobre um mundo melhor e para transformá-los(as), desde cedo, em agentes de mudança”, comenta Gabriela Rodrigues.
A campanha completa foi uma realização da Soko em parceria com as agências Oliver e Young.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








