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Danone se destaca como referência em estratégias voltadas para o e-commerce

Com a chegada da pandemia no início de 2020, a busca dos consumidores pelo comércio online passou de opcional à necessária. Apenas no Brasil, o e-commerce teve um aumento de mais de 25% de 2019 para 2020, representando 11% das vendas do varejo. A Danone foi uma das empresas que mais se destacou no segmento. A multinacional líder em alimentos e bebidas, decidiu apostar em estratégias voltadas para o varejo farmacêutico e alimentar e acabou se diferenciando.
Atenta à mudança de comportamento do consumidor que, em tempos de crise e da exigência de ficar em casa, passou a optar pela compra online de itens e necessidades essenciais, a companhia decidiu reorganizar suas estratégias para o canal online. Em um trabalho conjunto com as redes varejistas, aumentou suas vendas na segunda metade do ano de 2020, encerrando o período com o dobro de parceiros e registrando um crescimento de 40%, em relação ao semestre anterior. Os resultados foram ainda melhores em 2021. De janeiro a agosto, houve um aumento de 83%, se comparado ao mesmo período do ano anterior.
Para alcançar estes índices, apostou em uma forma diferenciada de exposição de seus produtos no e-commerce, utilizando fotos, palavras-chave de busca e descrição de produtos pensadas com exclusividade para o âmbito digital e totalmente validadas pelo consumidor que já está digitalizado. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Google, a cada três compras em uma loja física, duas passaram pelo online, seja para consultas de preços ou busca pelo endereço da loja, provando que os dois canais de compras são complementares. O online e o offline não podem mais ser pensados como estratégias separadas, mas sim de uma forma que contemple o consumidor como omnicanal.
Os esforços empregados para alavancar as vendas da linha Milnutri, voltada para nutrição infantil, são um bom exemplo disso. Com base na jornada de decisão do consumidor, foram criadas e implementadas, nos principais varejistas, vitrines de conteúdo atraentes e envolventes. “Utilizando uma inteligência de SEO conectada com tags programadas para otimizar as pesquisas orgânicas do Google, conseguimos aumentar em 828% as visitas orgânicas dos mecanismos de busca e diminuir a dependência da mídia paga. Ampliamos também o tempo de permanência do consumidor na página do produto em 252% e a taxa de conversão, atingindo um crescimento de 60% nas vendas”, revela Bruna Palma, Gerente Sênior de E-Commerce da Danone.
Além disso, graças às estratégias adotadas, o alcance da companhia no canal Farma também tem sido bastante positivo. “Sendo comercializados em 15 das maiores redes de farmácias do Brasil, nossos produtos já correspondem a parte significativa das vendas online de algumas delas. Porém, o canal de maior crescimento para a empresa, em 2021, foram os aplicativos de entrega que enxergaram na crise um novo nicho. Frente ao novo cenário, expandiram seus serviços, incluindo produtos de supermercado e farmácias, contribuindo para que ampliássemos nossa capilaridade”, comenta Bruna.
Os resultados gerados pelo e-commerce mostram que ele vem sendo o grande aliado dos varejistas para a recuperação pós-Covid-19. Investir em estratégias e operações para vender online, já se tornou fundamental para manter o bom desempenho do negócio, comprovando que a relevância de grande parte das empresas varejistas está estritamente atrelada às tecnologias que detém. A Danone sabe desta importância e vem se aprimorando continuamente, a fim de ajudar seus parceiros a se destacarem no segmento, posicionando a loja online como uma local onde o consumidor encontrará todas as linhas de produtos, transformando o ambiente digital em uma prateleira infinita do mercado. O formato oferece ainda abrangência nacional, possibilitando atender todos os públicos, em todos os lugares.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







