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Dadinho comemora 67 anos com curiosidades que marcam sua história

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Dia 25 de janeiro não foi só aniversário da cidade de São Paulo, mas também de comemoração dos 67 anos do Dadinho, o doce de amendoim que é motivo de nostalgia de muitas gerações e considerado uma das marcas mais lembradas dos últimos anos.

Seu formato de cubo característico é sucesso desde os anos 50 e ganhou recentemente novos formatos e combinações de sabores. Durante esses 67 anos muitas curiosidades fizeram parte de sua trajetória. Confira alguns momentos históricos da marca:

Anos 50

No dia 25 de janeiro de 1954, São Paulo comemorava 400 anos e o evento ficou conhecido como Quarto Centenário. Para homenagear a data, foi lançado o doce de amendoim quadradinho com o nome “IV Centenário”, fabricado pela Dizioli.

A decisão de usar o papel metalizado para envolver o doce, veio após a festa de inauguração do Vale do Anhangabaú, realizada naquele mesmo dia, que teve uma chuva de papeis triangulares prateados do céu. Inspirada neste momento, foi desenvolvida uma embalagem semelhante para o novo produto. Foi o primeiro doce a ser embalado em papel metalizado no Brasil, uma inovação também no mercado de guloseimas.

Após o sucesso de vendas nos anos seguintes, todos chamavam o IV Centenário pelo seu apelido: Dadinho, que tornou o nome oficial do produto.

Para homenagear a cidade, também foi inaugurado o Parque do Ibirapuera e logo em sua entrada havia uma obra do arquiteto Oscar Niemeyer, a “Voluta Ascendente”, considerada um símbolo do IV Centenário da cidade de São Paulo. Curiosamente a obra desabou pouco tempo depois de sua inauguração, mas desde seu lançamento, até hoje, as embalagens do Dadinho e os outros produtos da linha possuem um símbolo espiralado representando essa obra.

Anos 80

Sendo um produto tipicamente paulista, o Dadinho teve um crescimento em outras regiões do Brasil, após aparecer como patrocinados do programa do Fofão, na TV Bandeirantes, personagem vivido por Orival Pessini, que surgiu no Balão Mágico.

Anos 2000

O Dadinho, incorporado ao portfolio da empresa Doce Sabor, é distribuído para todo o Brasil e a sua fabricação é feita na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo até os dias atuais.

Festa Junina

Por ser um tradicional doce de amendoim, o Dadinho é componente indispensável nas Festas Juninas, o que eleva o número de vendas e, consequentemente, sua produção aumenta durante o inverno.

2016

Pela primeira vez, o Dadinho expande sua linha de produtos e lança a “Família Dadinho”, com o objetivo de atrair ainda mais os consumidores adultos que remetem o doce à infância e apresentar aos mais jovens uma novidade recheada de história.

Pensando nisso, a marca iniciou a produção de bombons, wafers recheados, e o famoso Dadinho cremoso em pote, todos mantendo o sabor do original.

2017- 2018

Para atingir ainda mais consumidores com seus produtos, a marca lançou a Loja Dadinho, seu e-commerce para venda on-line dos doces, itens decorativos, como caneca, almofada, brinquedos com uma pegada retrô, como iô-iô e pião, além de combos de produtos com descontos em datas especiais (www.lojadadinho.com.br).

Além disso, houve o lançamento de produtos com embalagens focadas no food service.e caixas sortidas.

2019

Para complementar sua linha de produtos, em 2019 as novidades ficaram por conta do Dadinho ZERO (com 0% adição de açúcar), Dadinho Duo (que leva uma combinação de chocolate com Dadinho), Dadinho Roll (wafer crocante recheado com creme dadinho e coberto com chocolate) e o Tribombom (base de wafer com três bombons recheados de creme de dadinho e finalizado com a cobertura de chocolate), atualmente a marca possuí em seu portifólio mais de 30 SKU´s.

2021

Para este ano, o Dadinho planeja continuar expandindo sua família e, com o final da pandemia, a ideia é retomar seus projetos nas ruas, nos pontos de vendas e para todos.

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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

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Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.

No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.

Avon, faz sua mágica

Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

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Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.

O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.

Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.

“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.

A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.

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