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Covid-19: Arteris se une ao UNICEF para apoiar famílias em situação de vulnerabilidade

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Empresa vai doar R$ 300 mil em ações para atender regiões periféricas do Rio de Janeiro e de São Paulo

A Arteris, uma das maiores empresas de concessão de rodovias do País, empenhada em contribuir para o bem da sociedade durante a pandemia do Covid-19, apoia o UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância), em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na ajuda de populações mais vulneráveis. A empresa anunciou a doação de R$ 300 mil de uma linha de crédito do BNDES para a compra e distribuição de kits com itens de higiene e alimentação, folhetos informativos para famílias vulneráveis nas favelas e periferias do Rio de Janeiro e São Paulo.

Esta ação coordenada, que tem como objetivo principal a mitigação dos impactos da Covid-19 na vida de crianças e adolescentes, e à proteção dos mais vulneráveis, também conta com uma estratégia de mobilização e conscientização desses públicos sobre os desafios na prevenção e combate à pandemia, promovendo a segurança, o bem-estar e o enfrentamento do novo coronavírus.

Desde o mês de março, a Arteris vem promovendo uma série de iniciativas para assegurar que colaboradores e usuários tenham estrutura necessária para se proteger do contágio. Entre as medidas, estão orientações sobre prevenção, instalação de dispensers com álcool em gel, distribuição de kits de higiene pessoal e mapeamento de postos de serviços para que as pessoas programem suas viagens com mais segurança.

“Nosso foco inicial foi intensificar esforços para manter o pleno atendimento dos serviços em nossas rodovias, principalmente para apoiar caminhoneiros no transporte dos produtos essenciais. Uma vez que essa dinâmica foi mantida, começamos a olhar para projetos que pudessem contribuir com as famílias em situação de vulnerabilidade. Nesse contexto, a parceria com o UNICEF fortalece a nossa estratégia social e amplia nossa atuação para além de nossas rodovias”, explica Giane Zimmer, diretora executiva de Relações Institucionais e Sustentabilidade.

“Em tempos de coronavírus, o UNICEF vem ampliando ainda mais seus esforços no Brasil e no mundo. Estamos felizes em ter Arteris e BNDES conosco nessa mobilização de diversos setores para mitigar os impactos da crise na vida de meninas e meninos, em especial os mais vulneráveis”, diz Florence Bauer, representante do UNICEF no Brasil.

Nas próximas semanas, sob a coordenação do UNICEF, parceiros estratégicos do governo e da sociedade civil começarão o processo de operacionalização. Por meio de uma distribuição pulverizada, o projeto busca alcançar o maior número de organizações e grupos comunitários que apoiarão a entrega final, beneficiando 466 famílias, que representam 2.331 pessoas, por 2 meses.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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