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Continental Pneus premiará melhores jogadores defensivos da Copa do Brasil com NFT

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A Continental, fabricante de pneus de tecnologia alemã e patrocinadora da Copa Intelbras do Brasil, entrará em campo a partir do encerramento da terceira fase da competição no próximo dia 1° de junho para premiar o melhor jogador defensivo de cada etapa com um NFT – sigla para “Token não-fungível”, em inglês, de cartoon tokenizado.

A ideia é criar um registro digital e transformá-lo em algo único, colecionável e valioso. De forma simplificada, trata-se de registrar uma imagem via criptografia, dando-lhe autenticidade e assim permitindo sua negociação. De acordo com o relatório Sports Outlook 2022 da consultoria Price Waterhouse Coopers (PwC), os NFTs e os ativos digitais são uma das dez principais tendências da indústria esportiva. O NFT da Continental simbolizará a conquista de um troféu digital, único e exclusivo.

O Jogador Defensivo Continental Pneus tem o objetivo reconhecer o atleta que deu maior segurança à sua equipe, contribuindo assim para o seu time avançar de fase na Copa Intelbras do Brasil, a competição de futebol mais democrático do país. Este ano, cinco jogadores serão premiados até a grande final no mês de outubro.

“Segurança é um dos pilares da marca Continental e queremos conectar esses dois mundos: o da segurança automotiva com o jogador defensivo. Há sete anos somos patrocinadores da Copa do Brasil e nos desafiamos anualmente a inovar em nossos projetos de ativação. Isso é importante, pois desejamos que o nosso patrocínio ganhe uma visibilidade muito além das placas do gramado. Mas, claro, essa inovação precisa fazer sentido para a marca e, além de estar diretamente associada à tecnologia, algo muito presente em nosso DNA, a possibilidade de premiarmos o jogador com uma imagem exclusiva e nesse formato NFT é algo totalmente disruptivo no futebol brasileiro”, explica Rodrigo Bonilha, vice-presidente da Continental Pneus.

O artista contratado para realizar a ilustração exclusiva é Rodrigo Doin, especializado em cartoon e que já executou trabalhos de sucesso para o Telecine, TNT Sports e Netflix, onde ilustrou o cartoon do documentário sobre o Neymar Jr. O NFT Jogador Defensivo Continental Pneus será criado pela StadiumGo, primeira FinSporTech do mundo sem valor financeiro associado.

A escolha do Jogador Defensivo Continental Pneus será realizada pela Klefer utilizando dados de performance dos atletas a partir de diversos critérios, entre os quais quem mais desarmou, quem realizou mais passes certos, correu mais, o goleiro que efetuou as defesas mais importantes. Ela enviará o nome do jogador escolhido para o ilustrador, que produzirá o cartoon. Essa ilustração será encaminhada para a Stadium GO fazer o registro da imagem. Ao final de cada fase, a Continental Pneus e a Copa Intelbras do Brasil postarão em suas redes sociais uma arte especial divulgando o jogador escolhido e um exemplo do NFT que ele receberá.

Gustavo Andrade, gerente de marketing da Klefer, comentou sobre mais uma ação em conjunto entre as empresas: “Para além da discussão sobre a sustentabilidade do mercado de NFTs enquanto ativo financeiro, estamos utilizando a tecnologia da forma como idealizada por seus criadores: uma obra de arte exclusiva com certificado de propriedade registrado em blockchain de forma a garantir a propriedade única e individual por parte do jogador premiado. Se daqui a 1 ou 10 anos esse item se tornar algo cobiçado e valioso, cabe unicamente ao jogador decidir o que fazer. Não é um ativo especulativo, é um presente da Copa Intelbras do Brasil e da Continental Pneus em reconhecimento à performance do atleta – e isso é o que dá o verdadeiro valor ao token. É o tipo de ação que coroa uma parceria de anos entre a Klefer e a Continental, dando destaque principalmente quando falamos de ativações de patrocínios e experiências para os fãs. A sinergia das empresas em sempre inovar nessas ações valoriza não somente o patrocínio, mas a competição em si.”

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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