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Continental Pneus e canal FlatOut anunciam parceria

• Fabricante alemã de pneus e canal automotivo firmam acordo para a produção e a veiculação de vídeos educacionais sobre o universo de pneus
• Objetivo é aproveitar a plataforma digital e a narrativa descontraída e diferenciada da equipe para impulsionar conteúdos educacionais diferenciados e relacioná-los ao contexto da marca Continental
A Continental, fabricante de pneus de tecnologia alemã, anuncia que firmou uma parceria para a geração de conteúdo educacional e técnico com o canal FlatOut no Youtube, reconhecido por sua abordagem criativa e despojada.
“Por se tratar de um compra complexa e de baixa recorrência, as mídias digitais são uma fonte de informação muito importante para o consumidor. Como indústria, nossa percepção é de que falta um melhor entendimento do público em geral sobre o tema pneus. Por meio desta série de vídeos que produziremos com o canal FlatOut, vamos oferecer o conhecimento necessário aos consumidores para que, no momento da compra, eles possam realizar a escolha mais assertiva para o seu veículo”, explica Caio De Marchi, gerente de marketing da Continental Pneus.
O primeiro vídeo da série, apresentado por Juliano Barata, editor-chefe do FlatOut, vai ao ar hoje (14) destacando as informações importantes que não estão contempladas na etiqueta do INMETRO que, desde 2018, passaram a ser obrigatoriamente aplicadas em todos os pneus comercializados no Brasil. Embora seja um ótimo indicador em relação a três características particulares envolvendo a performance de um pneu – a resistência ao rolamento, a aderência em piso molhado e o nível de ruído externo – a sopa de letrinhas da etiqueta muitas vezes acaba por confundir o consumidor.
Lançado em 2013, o FlatOut Brasil é um veículo totalmente independente e focado na geração de conteúdo de car culture: notícias, histórias, personagens, informações técnicas e avaliações de lançamentos. Seu nome vem da expressão inglesa flat out, que significa pé na tábua.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








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