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Content House cria o primeiro filme da Natural One

A Natural One, marca líder no mercado de sucos 100% naturais, assume uma nova comunicação em 2021. Um filme criado pela agência Content House, o primeiro da história da marca, vai apresentar ao mercado e aos consumidores seu novo posicionamento e linguagem visual.
O relacionamento entre a agência e a Natural One começou em agosto de 2020, quando a Content House, especializada em branded content há 12 anos, passou a cuidar dos canais digitais da marca. A gestão do social veio junto com um trabalho de reposicionamento, no qual a agência atuou desde o branding até a execução digital.
A campanha revela a nova assinatura da marca: “Experimente a natureza em você”, que faz um convite aos consumidores. “Natural One é muito mais que o suco da tampinha verde. É sabor, frescor, naturalidade. Queremos que as pessoas experimentem os benefícios da natureza de dentro para fora. Isso vai ao encontro da tendência do 100% natural que vivemos hoje quando se fala de alimentos e experiências”, explica Adrianne Elias, CEO do Content House Group.
Para Rafael Catolé, Diretor Global de marketing, exportação e pessoas da Natural One, o lançamento da primeira campanha da Companhia marca uma virada de chave na estratégia da marca. “Estamos em franco processo de digitalização da Natural One, intensificando nossa comunicação digital e lançando novos benefícios e soluções aos nossos clientes, como nosso clube de assinaturas. A partir do lançamento da nossa campanha, partimos do arquétipo de cuidados e assumimos o nosso DNA de inovador e criativa – que pauta nossos lançamentos e forma de trabalho”, afirma. “Com esse movimento, vamos ampliar nossa conversa direta com nosso consumidor, apresentando todo o frescor e naturalidade que está disponível no suco da tampa verde”, completa o executivo.
O rebranding será apresentado em uma campanha institucional marcada pelo primeiro filme da história da Natural One. O grande destaque é o blend visual, que traz uma mistura de paper craft com elementos reais, em uma linguagem colorida, brasileira e alto-astral. “A marca é supercriativa, imaginativa e conhecida pela pluralidade de produtos e sabores. Foi pensando em trazer tudo isso que buscamos uma estética única, mais orgânica, mais fluida e, ao mesmo tempo, humanizada e sensorial”, afirma Clarissa Sá, Diretora de Criação da Content House.
O papercraft do filme, escolhido para representar o universo handmade que está na essência da marca, foi criado pelo artista plástico Tico Volpato. As esculturas em papel representando frutas e outros elementos da natureza vão compor uma harmonização visual com as embalagens do portfólio da Natural One, um dos mais variados da categoria.
Ação com influenciadores digitais
Além do primeiro filme institucional, a campanha de lançamento do novo posicionamento contará também com uma ação de influencer marketing que vai dar vida à mensagem da marca. “Vamos convidar influenciadores a experimentarem a natureza de dentro para fora, levando o natural para casa. Eles terão a experiência de cocriar uma mistura única e saudável com alguns dos nossos sucos”, explica Rafael Catolé. A ação será assinada pela CoCreators, braço de influencer marketing do Content House Group.
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.
A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.
A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.
A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.
Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).
Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”
Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.
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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.
O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .
Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”
Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”
Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil. “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”








