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Congresso MICE Brasil 2020 reúne o mercado de eventos corporativos, incentivos, congressos e feiras

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5ª edição do Congresso MICE Brasil, acontece nos dias 14, 16 e 18 de setembro, com transmissão gratuita na plataforma da Semana Virtual EBS. Com o tema Reunir para Retomar, o principal evento de conteúdo dirigido ao segmento M.I.C.E. (Meeting, Incentives, Conferences and Exhibitions) no país, será online e gratuito e abordará temáticas para ajudar os profissionais de eventos corporativos, incentivos, congressos, feiras, treinamentos e desenvolvimento a encontrar caminhos para a retomada das atividades, diante deste novo contexto socioeconômico apresentado.

Profissionais que atuam nesses setores terão acesso gratuito às palestras que serão transmitidas ao vivo, a partir de um estúdio montado no Centro de Convenções Rebouças, em parceria com a empresa Hoffmann, e promete oferecer uma experiência diferenciada ao participante com interatividade e tecnologia durante os três dias de evento. Todo o conteúdo apresentado estará disponível gratuitamente na plataforma do evento, durante e após a realização do congresso.

“Nós como empresa e como evento voltado para esse segmento, não quisemos cobrar o acesso ao conteúdo. O acesso será gratuito. Esse é um momento de entendermos que o mercado precisa se ajudar, por isso o evento será gratuito a todos. Quem faz parte desse mercado e quiser acessar o conteúdo, poderá fazê-lo através da plataforma. Vamos prorrogar o acesso justamente para quem não conseguir acompanhar ao vivo durante a transmissão”, explica Marcello Baranowsky, CEO do Grupo EventoFacil, sobre a decisão de disponibilizar o conteúdo gratuitamente.

Entre os destaques da programação estão nomes como Igor Tobias, presidente da MPI Brazil e Diretor de Relações Sustentáveis da AMPRO (Associação de Marketing Promocional/ Live Marketing) que atua há mais de 20 anos no mercado de Live Marketing, que apresentará os resultados da pesquisa “Termômetro MICE Brasil by MPI”, que apresentará os resultados de uma pesquisa sobre o cenário atual do segmento MICE no Brasil.

A mesa redonda “ O poder da liderança em momentos de crises” levará para o palco Tatyane Luncah, fundadora e CEO da agência Grupo Projeto, Leila Bueno, diretora da Bueno Arquitetura Cenográfica, que juntamente com outras convidadas, fazem uma reflexão sobre o momento atual do mercado e debatem os desafios, as incertezas e as superações a serem alcançadas no futuro próximo.

Alexis Pagliarini, atual presidente executivo da AMPRO, fecha o primeiro dia de palestras com o tema “A Retomada do Live Marketing e o Legado Pós Pandemia”.

O segundo dia está dedicado a experiência. Manoel Carlos Júnior, consultor de marketing há mais de 20 anos e criador do método Experiencialize, falará sobre como o mercado está se adaptando para a nova era em que estamos vivendo, e como as tendências em experiência do cliente podem contribuir na adequação das empresas brevemente. Pioneiro do Marketing de Experiência no Brasil, Manoel Carlos Júnior, também comandará o debate sobre a retomada dos eventos de incentivo e a experiência, em uma das mesas redondas do Congresso.

Tonico Novaes, que após cinco anos como CEO da Campus Party Brasil, assumiu recentemente a licença da marca Campus Party em Portugal, onde é Head do projeto, será a atração do painel Reboot the World (Case Campus Party 2020). Outro destaque será a participação de Tracy Mann, representante do SXSW no Brasil, o maior evento anual no mundo de tecnologia, empreendedorismo, novas mídias, jogos, cinema, desenho e música em Austin, Texas.

Felipe Hatab, diretor de Marketing das marcas premium da Ambev, completa o time do segundo dia debates promovido no painel “Os desafios dos eventos globais: aprendizados e oportunidades”, com Tracy Mann e Tonico Novaes.

No último de apresentações, o evento traz um mix de temas, iniciando com o “Manifesto Humanista – Resetar, Recall, Reciclar, Resignificar”, apresentado por Daniel Ramirez, CEO do Grupo GAR (Grupo Azevedo Ramirez).

Na palestra “A evolução dos eventos”, desenvolvida exclusivamente para a Feira EBS, Dani Martins irá abordar o que aprendeu e vem aprendendo sobre eventos online e híbridos. Vai mostrar como o mercado de eventos se adaptou nesse momento de pandemia e como estão aprendendo na prática.

“As implicações da LGPD no Live Marketing”, será o tema apresentado por Dr. Paulo Focaccia, sócio do FAS Advogados. Mais um destaque do Congresso está na apresentação de Marcelo Pimenta, professor da ESPM-SP, especialista em inovação e criatividade, apresentará o tema: “IKIGAI: Fazer o que se ama e ganhar dinheiro vai fazer você viver mais!”

A palestra “A pilha da tecnologia nos eventos virtuais!”, aborda a transição dos eventos presenciais para os virtuais, e posteriormente, híbridos. Nesse painel, comandado Hoffmann Tecnologia, serão apresentados cases atuais.

Com a mesa redonda “Depois dos protocolos, finalmente vem a Retomada?”, Paulo Octavio de Almeida, diretor da Live Marketing consultoria, e seus convidados encerram o último dia de evento.

As inscrições gratuitas para a 5ª edição do Congresso MICE Brasil já estão abertas por meio do site: www.congressomicebrasil.com.br

Serviço

5º Congresso MICE Brasil – Reunir para Retomar

Data: 14 e 18 de setembro de 2020 (segunda e quarta-feira)

Horário: 17h00 – 20h00

Data: 18 de setembro (sexta-feira)

Horário: 17h00 – 19h00

Inscrições: www.congressomicebrasil.com.br

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Mercado de eventos e live marketing projeta cifras bilionárias com o maior ciclo de investimentos da história do mundial

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A Copa do Mundo de 2026 está engatilhando um dos ciclos de investimentos mais robustos da história do mercado global de experiências e brand experience. Impulsionado pela expansão inédita para 48 seleções e pela projeção da FIFA de arrecadar mais de US$ 10 bilhões em receitas globais, o torneio redefine as réguas do setor. Dados oficiais da entidade máxima do futebol apontam que os patrocínios devem romper a barreira dos US$ 2,8 bilhões, enquanto os direitos de transmissão devem cravar US$ 4,2 bilhões. O impacto macroeconômico global, que abarca gastos diretos com turismo, hospitalidade e ativações de marca, é estimado em impressionantes US$ 80 bilhões. Sob uma ótica complementar, projeções do Bank of America indicam uma injeção de US$ 41 bilhões (cerca de R$ 225 bilhões) na economia global, oxigenando cadeias como hotelaria, alimentação, serviços e eventos.

Para Evandro Monteiro, CEO da Origami Marketing e Eventos, a competição funciona como um supercombustível para o mercado de live marketing, impulsionada por uma combinação rara de fatores psicológicos e comerciais. “Durante a Copa, a atenção do público se concentra como em poucos outros momentos, com audiências massivas e altamente engajadas. Ao mesmo tempo, o componente emocional do futebol encurta a distância entre marcas e consumidores, influenciando diretamente decisões de consumo. Soma-se a isso o comportamento coletivo, com jogos assistidos em grupo, encontros e celebrações, que impulsiona a demanda por eventos, ativações e experiências compartilhadas”, avalia Monteiro.

Na prática do mercado, grandes players mundiais utilizam historicamente o torneio como uma plataforma de relacionamento de longo prazo. No Mundial de 2022, no Catar, a Budweiser transformou adversidades regulatórias em um case de relações públicas e engajamento. Mesmo diante do veto à comercialização de bebidas alcoólicas no perímetro das arenas, a marca redirecionou seus esforços para o desenvolvimento de fan zones urbanas, eventos simultâneos em múltiplos países e estratégias com influenciadores fora dos estádios, expandindo o tempo de tela e gerando milhões de interações digitais.

No cenário nacional, o mercado corporativo responde com o mesmo vigor. A Heineken, por exemplo, vem consolidando sua presença por meio de ativações premium e ações de hospitalidade, conectando transmissões exclusivas em ambientes cenográficos a encontros de negócios de alto padrão. Já o Itaú Unibanco trata o esporte como uma ferramenta de fidelização contínua. Em períodos de torneio, a instituição financeira intensifica ações de relacionamento, eventos proprietários e experiências físicas personalizadas para blindar sua base de clientes e humanizar seus serviços financeiros. “Ciclos como o da Copa do Mundo aceleram a conexão entre marcas e público. Os jogos duram apenas 90 minutos, mas uma experiência bem executada pode gerar impacto por anos. Por isso, é fundamental aproveitar esse momento para investir em estratégias capazes de criar conexões reais, fortalecer relacionamento e gerar resultados concretos para o negócio”, defende o CEO da Origami.

O Brasil reúne o ecossistema ideal para potencializar essa engrenagem econômica, combinando uma alta afinidade cultural com o esporte, a presença massiva de multinacionais e um mercado de prestação de serviços maduro. Prova disso é que o setor de eventos e entretenimento faturou R$ 25,33 bilhões apenas no primeiro bimestre de 2026, de acordo com o Radar Econômico da ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos). Durante a Copa, esse fluxo acelera drasticamente do topo da pirâmide aos fornecedores locais. No último Mundial, o setor de bares e restaurantes anotou uma alta de 30% no faturamento logo na primeira semana de jogos, segundo a Abrasel, impulsionado por confraternizações corporativas e exibições públicas. “Também ganham força as experiências exclusivas, especialmente voltadas à fidelização de clientes premium, com ações desenhadas para oferecer diferenciação e proximidade. Essa combinação amplia o impacto das iniciativas e prolonga seus efeitos para além do momento do evento”, complementa Monteiro.

Para os ciclos atuais e futuros, a inteligência analítica assume a posição de camisa 10 nas estratégias das agências. O especialista aponta que a tendência para o mercado de brand experience caminha para um modelo de ativação cirúrgico, pautado por dados, customização e tecnologia de ponta. “A tendência para as próximas Copas do Mundo é de eventos cada vez mais integrados à tecnologia, dados e personalização. O uso de inteligência artificial, plataformas digitais e análise de comportamento permite compreender melhor o público, ajustar experiências em tempo real e direcionar ações mais personalizadas e individualizadas, com maior precisão e potencial de retorno para as marcas”, afirma Monteiro.

Essa transformação reposiciona o papel das feiras, camarotes e ativações, que deixam de ser meras vitrines de logotipo para atuar como plataformas híbridas de geração de negócios. Ao cruzar ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e mecânicas de interação omnichannel, as produtoras conseguem qualificar os leads, estendendo a conversão e a fidelização para as etapas pré e pós-evento presencial. “Se antes os eventos eram planejados principalmente para dar visibilidade às marcas, hoje eles são avaliados com muito mais rigor. Nesse cenário econômico mais desafiador, as empresas buscam garantir retorno concreto sobre o investimento (ROI), integrar os eventos a outros canais, como digital e CRM, e medir com mais precisão os resultados gerados, como engajamento, geração de leads e impacto nos negócios”, conclui o executivo da Origami.

O horizonte para as empresas que investem na emoção do consumidor é promissor e de longo prazo: globalmente, o mercado de marketing experiencial deve movimentar US$ 71,22 bilhões até o ano de 2035, segundo dados compilados pela Business Research Insights, chancelando a força do setor como ferramenta indispensável para a sobrevivência e crescimento das marcas na mente das pessoas.

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UBRAFE e Sebrae lançam capacitação em inteligência artificial para o setor de feiras e eventos

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A UBRAFE (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios), em uma parceria estratégica com o Sebrae, acaba de anunciar o lançamento do workshop online Inteligência Artificial Aplicada a Feiras e Eventos. A iniciativa é totalmente desenhada para a capacitação de profissionais das empresas associadas que buscam integrar as soluções de IA em suas estratégias macro, rotinas operacionais e processos de negócios, acelerando a transformação digital do mercado de Live Marketing e eventos corporativos.

Com uma grade curricular distribuída em quatro blocos de aulas virtuais e ao vivo, o treinamento abordará desde os conceitos fundamentais da inteligência artificial até as engrenagens de construção de agentes de IA. A proposta pedagógica preza por uma abordagem prática e totalmente customizada para as dores e a realidade logística do setor de feiras de negócios. O conteúdo foi modularizado para atender colaboradores de diferentes departamentos e níveis de senioridade técnica, oferecendo uma bússola estratégica sobre como utilizar a tecnologia para turbinar a produtividade interna, otimizar custos e escalar os resultados das organizações. As transmissões acontecerão nos dias 1º, 2, 6 e 7 de julho de 2026, sempre das 17h às 19h.

O cronograma de aprendizado foi estruturado da seguinte forma:

  • Aula 1: Introdução e modelos de IA;

  • Aula 2: Ferramentas e aplicações práticas;

  • Aula 3: Elaboração de prompts;

  • Aula 4: Construção de agentes de IA.

Indo além das tradicionais exposições teóricas, a capacitação agregará benefícios tangíveis de consultoria para as marcas participantes. O pacote inclui um diagnóstico de maturidade digital customizado, trazendo recomendações técnicas específicas para o ecossistema de cada empresa, além de duas sessões gratuitas de mentoria individual com o time de especialistas do Sebrae. O objetivo dessas sessões é sanar gargalos e orientar a implementação das ferramentas na prática pós-curso. “Os eventos presenciais continuam sendo uma das ferramentas mais poderosas para a criação e gestão de relacionamentos comerciais. Nesse cenário, a Inteligência Artificial surge como uma aliada estratégica, capaz de ampliar a eficiência operacional, otimizar processos e potencializar os resultados de toda a cadeia de eventos”, avalia Paulo Octávio Pereira de Almeida, conhecido no mercado como P.O., diretor executivo da UBRAFE.

Ao término da jornada educacional, as empresas e profissionais receberão uma certificação oficial chancelada pelo Sebrae, chancelando o ganho de competitividade e o preparo para as novas demandas de mercado. “A iniciativa reforça o compromisso da entidade em promover conhecimento, inovação e competitividade para o setor de feiras e eventos de negócios, estimulando a adoção de tecnologias que impulsionam a transformação digital das empresas”, pontua Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

O investimento para a inscrição é de R$ 800,00 por CNPJ, benefício exclusivo para o quadro de associados da UBRAFE. Cada organização parceira possui liberdade para inscrever o volume de colaboradores que julgar necessário para alinhar à sua estratégia interna de desenvolvimento. Como o foco prevê interatividade e acompanhamento consultivo, as vagas para o projeto são estritamente limitadas.

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