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Confira 5 dicas para aumentar o engajamento no Instagram

Aldrin Nery, especialista em mídias sociais, conta como aumentar o alcance no Instagram com passos essenciais para melhores resultados
Para os criadores de conteúdo do Instagram, é importante acompanhar as suas métricas para saber quais ações estão fazendo sucesso e quais não estão obtendo um resultado positivo para o seu perfil. Sendo assim, Aldrin Nery, especialista em mídias sociais, explica que mesmo com as individualidades de cada conta, há 5 dicas essenciais que devem ser seguidas por quem quer aumentar o seu engajamento na plataforma.
Poste reels todos os dias no Instagram
Segundo Aldrin, o recurso “Reels” ainda é uma novidade no Instagram. É com esta ferramenta que a plataforma está brigando com as outras redes sociais por usuários e audiência, pois, conteúdo de vídeo é algo que está crescendo exponencialmente na internet. “Para estimular o criador de conteúdo a usar cada vez mais o Reels, o Instagram tem otimizado bastante a entrega de conteúdos publicados nesse formato, o que garante uma maior probabilidade de viralizar, seja com quem tem muitos seguidores ou com quem tem poucos”, explica o especialista.
Faça stories todos os dias
A frequência nos stories é essencial para os perfis que querem crescer no app, pois de acordo com Nery, é lá que o criador de conteúdo irá criar a conexão com o seu público. “É nos stories que a pessoa irá mostrar os bastidores do seu negócio, seu dia a dia e, isso gera identificação dos seguidores com o criador de conteúdo e consequentemente terá aumento nas interações”, diz Aldrin.
Poste no feed todos os dias
Conforme o especialista, enquanto o stories diz quem o criador é, o feed mostra o que o criador faz, então já que são objetivos diferentes precisa ter consistência também, porque afinal é lá que vai ser possível algum conteúdo ter muitos compartilhamentos, salvamentos e pode até ser viralizado. “Além da frequência, o criador precisa se preocupar em postar sempre fotos e vídeos de qualidade para o Instagram entregar para mais usuários”, destaca.
Responda todos os comentários
“Os comentários são métricas importantíssimas para suas publicações, pois com maior quantidade de interações possíveis no seu post, como, curtida, salvamento, compartilhamento, retenção e ainda comentários, mais o algoritmo do Instagram entente que aquela publicação é relevante e então ele leva o conteúdo para mais perfis. Com isso, surge a chance de mais usuários interagindo e de atrair novos seguidores”, esclarece.
Responda todos os directs no Instagram
De acordo com Nery, os directs são muito relevantes e precisam de atenção. “Normalmente interagimos no direct com pessoas que conhecemos, mas já repararam que quando as pessoas que a gente interage bastante no direct posta algum conteúdo nos stories e/ou no feed, esse conteúdo aparece para a gente? Isso acontece porque o algoritmo entende que aquele conteúdo vai ser relevante para nós e quase sempre é”, fala o especialista em mídias sociais.
Para finalizar, Aldrin conta que o algoritmo do Instagram luta para mostrar somente os conteúdos que cada pessoa gosta, por isso ele realiza esse somatório de análises para entregar o conteúdo mais otimizado possível. “Em suma, a plataforma quer reter o maior número de usuários possíveis online, caso o seu conteúdo consiga reter usuários seja em fotos ou vídeos, ele recompensará o perfil, porque o seu conteúdo estará trabalhando para ajudar o próprio Instagram em ter mais usuários acessando o aplicativo e consequentemente ele estará ganhando altas cifras em anúncios”, conclui Nery.
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.
A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.
A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.
A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.
Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).
Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”
Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.
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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.
O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .
Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”
Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”
Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil. “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”








