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Compreendendo a era da Web 3.0: Como se preparar para o DREX e as transformações digitais dos negócios

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À medida que a revolução da Web 3.0 dá um impulso, a busca por uma compreensão mais profunda e tangível acerca do tema ganha espaço, assim como a exploração pelas oportunidades cresce. As aplicações em Web 3.0 abrangem a inteligência artificial, o blockchain, a realidade virtual, entre outras tecnologias que contribuem para tornar essa nova fase mais segura e descentralizada.

O que muitos ainda desconhecem é que o blockchain tem encontrado aplicação em diversos aspectos do nosso cotidiano. Um exemplo disso é o recente projeto denominado Real Digital, também conhecido como Drex, que está a caminho de se tornar a moeda digital oficial do Brasil, possibilitando transações por meio de carteiras virtuais. O Drex opera com base na tecnologia blockchain, a mesma tecnologia por trás das principais criptomoedas.

Assim como no caso do projeto Drex, que em breve se tornará realidade no Brasil, é importante acompanhar a evolução da tecnologia e dos negócios na era da Web 3.0 para continuar no jogo. Compreender as mudanças que estão por vir, colocar no radar as empresas que estão na vanguarda dessas tecnologias emergentes, acompanhar conteúdos de personalidades que estão por dentro do assunto,  para que assim seja possível não só capacitar empresas, mas também indivíduos para materializar o potencial da nova economia.

A Deboo, empresa especializada no desenvolvimento de projetos e soluções full stack na Web 3.0, integra criatividade, estratégia, economia, expertise jurídica e tecnológica que ajuda seus clientes a entrarem e gerarem negócios nessa nova economia pautada pelo blockchain. Conta com uma de suas divisões, chamada de Tangibl3, voltada para capacitar profissionais de diversas áreas e segmentos que estão em busca de conhecimento sobre a aplicabilidade dos conceitos da web 3.0.

‘’A inovação e a potência da web 3.0 juntas trarão infinitas possibilidades, e é fundamental conhecer e estar preparado para tudo que elas podem nos oferecer. Estamos comprometidos em fomentar nos eventos, workshops e cursos, explicação sobre os conceitos de forma mais acessível e aplicável, permitindo que marcas e empresas desenvolvam soluções e modelos de negócios com foco estratégico’’ explica Edu Paraske, co-founder e partner da Deboo.

Os sócios Camilla Gurgel, Edu Paraske e Léo Brazão decidiram, a pedidos de seus clientes, organizar um curso para gerar conexão e ilustração, com foco na transformação do pensamento e, principalmente, na usabilidade das tecnologias para o dia a dia das empresas e das pessoas. Uma das primeiras entregas foi o curso presencial, oferecido no primeiro semestre deste ano, no maior ecossistema de startups brasileiro, o Cubo Itaú, em São Paulo.

E o próximo passo é o curso online, que tem como objetivo permitir que as pessoas possam aprender sobre os conceitos e aplicações de web 3.0 de forma tangível, facilitada e com práticas, visando o desenvolvimento de estratégias para seus modelos de negócios, bem como a utilização no ambiente profissional.

A versão online, será composta por 40 aulas, sendo 8 aulas por módulo, totalizando em média 10 horas de curso, sem contar materiais extras e as aulas dos experts. O curso se destaca por sua abrangência e profundidade, sendo um dos mais completos na atualidade.

Aprendendo com os melhores 

O conteúdo é gerado por diversos experts no assunto. Cerca de quinze profissionais compartilham seus conhecimentos e vivências profissionais, incluindo Antônia Souza (Chief Operation Officer da Lumx Studios); Bernardo Mendes (Chief Gamer Officer da Druid); Carl Amorim (Blockchain Hub Brasil); Fernando Lopes (DataCurrency); Guilherme Gennari (Gerente Senior de Marketing Home Care da Unilever); Inaiara Florêncio (diretora de Conteúdo e Marketing de Influência do Mercado Bitcoin); James Maia (CEO da Stonoex); Luciano Santos (Escritor e LinkedIn Top Voices); Maurício Magaldi (Diretor de Estratégia Global da 11:FS); Nathan Valadares (Fundador da Beta101); Newton Filho (Warlock); Thammy Marcato (sócia-diretora de Inovação e Transformação da KPMG no Brasil e cofundadora da KPMG e Distrito Leap) e Victor Cioffi (Vice de Marketing da NFTFY e Parceiro Mark Capital), além dos jornalistas especializados em inovação e tecnologia, Claudia Mancini, Gustavo Pacete e Rita Wu.

Para aproveitar todas as possibilidades da internet descentralizada é fundamental buscar compreender esse universo. O jornalista especializado em inovação, Gustavo Pacete, é um dos experts convidados para o curso. Ele destaca a importância de buscar esclarecer o tema de uma forma mais ampla e abrangente. ‘’É necessário que as pessoas possam compreender essa grande revolução que transformará a forma como consumimos, transacionamos e nos comunicamos, sem se assustar e refletindo sobre as possibilidades oferecidas pela Web3’’ conta.

Desbravando o futuro

Dividido em cinco módulos distintos, a Deboo lança o curso online para colocar os participantes em uma imersão no ecossistema da Web 3.0, começando pelos conhecimentos básicos, necessários para um entendimento inicial, passando por casos de sucesso ao redor do Brasil e do mundo, e finalizando com a aplicação prática de todos os conceitos.

Entre os conteúdos produzidos e abordados no Tangibl3 estão: Mentalidade Web 3.0, Criptomoedas, Finanças Descentralizadas (DeFi), Organizações Autônomas Descentralizadas (DAOs), Comunidades, Tokens Não Fungíveis (NFTs) e o Metaverso.

O público alvo são profissionais de diversas áreas e segmentos, como: entusiastas de tecnologia, startups, comunidades e hubs de inovação, além de profissionais de diversas áreas como marketing, comunicação, inovação, recursos humanos, vendas, finanças, supply chain, entre outros.

Uma das principais características do curso é o seu foco para ajudar na capacitação para o mercado de trabalho, especialmente no campo da tecnologia e suas perspectivas futuras. Os alunos estarão em contato com exemplos de aplicabilidade real em projetos e atividades oferecidas às empresas, a exploração de novas oportunidades de negócio focados nos pilares da Web 3.0.

Além disso, o conteúdo do curso será regularmente atualizado a fim de gerar reflexões acerca das rápidas mudanças na tecnologia Web3. Os participantes também terão acesso a recursos exclusivos, como grupos de discussão, webinars e redes profissionais, gerando oportunidades de networking com colegas e líderes do setor.

Preparar profissionais para liderar a adoção da Web3

Os mercados e as empresas estão mudando de comportamento e um novo mundo está se formando e o Brasil tem um potencial significativo para liderar a nova fase da internet.  Em razão disso, é essencial que empresas e profissionais estejam antenados com os conceitos e possíveis aplicações envolvidas, afinal, segundo a Cointelegraph Research, mais de U$ 30 bilhões foram investidos em  projetos de Web 3, em 2021, o triplo de 2019. E só no primeiro trimestre de 2022 foram investidos mais de U$ 14 bilhões.

E a adoção dessa nova tecnologia pode gerar excelentes oportunidades, além de criar novos negócios em diversas áreas do mercado. E se o mundo está mudando, as profissões também estão. Com a chegada da Web3, novas posições no mercado de trabalho estão surgindo, como Desenvolvedor de Blockchain, Analista de segurança, Gerente de produto, Consultor de blockchain.

Serviço: Tangibl3

Os interessados podem acessar aqui e realizar a inscrição.

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Arraiá do Brasil estreia em São Paulo com Solange Almeida e Joelma para consolidar o São João como potência global

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A força e o impacto cultural do São João brasileiro ganharão uma nova vitrine em São Paulo com o lançamento do Arraiá do Brasil. Idealizado pela IDW Company, o festival terá sua primeira edição nos dias 3 e 4 de julho de 2027, ocupando o Parque Villa-Lobos com uma proposta que une música, gastronomia, quadrilhas e experiências imersivas. O projeto nasce com a missão de traduzir a magnitude das festas juninas para o eixo Sudeste, reafirmando a celebração como um dos maiores pilares da economia criativa nacional.

As primeiras atrações confirmadas — anunciadas em primeira mão durante o evento IDW Movimenta — são Solange Almeida e Joelma. Os nomes inauguram um line-up integralmente feminino, em uma escolha simbólica para o ano em que o Brasil será anfitrião da Copa do Mundo Feminina. Mais do que um festival, o Arraiá do Brasil se posiciona como uma plataforma cultural que visa despertar no público paulistano o desejo de vivenciar as festas tradicionais em cidades como Caruaru, Campina Grande, Mossoró e São Luís.

“Durante muito tempo, o São João foi tratado como uma potência regional, quando na verdade ele é uma das maiores expressões culturais do Brasil. O Arraiá do Brasil nasce para traduzir essa grandeza em escala nacional. Nosso desafio é criar uma experiência que respeite as origens e também dialogue com o presente, com novos públicos e novas linguagens”, afirma Potyra Lavor, CEO da IDW Company.

O evento contará com uma cenografia arrojada, dividida em múltiplos espaços temáticos: a Arena Quadrilhas, a Vila Gastronômica — com a presença de chefs convidados de diversas regiões —, Arena Kids, Lounge e a Vila dos Estados. A ideia é proporcionar uma imersão completa no universo junino, equilibrando a tradição popular com a inovação e o entretenimento contemporâneo.

A criação do festival acompanha o crescimento vertiginoso da “economia junina”. Em 2025, o São João movimentou R$ 7,4 bilhões no Brasil, impactando mais de 24 milhões de pessoas. Em São Paulo, o setor também demonstra fôlego impressionante: segundo o Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), as festas juninas atraíram mais de 500 mil pessoas em 2025, gerando mais de R$ 389 milhões — um salto de 22% em relação ao ano anterior. Dados da pesquisa Cultura nas Capitais revelam ainda que, curiosamente, o paulistano frequenta mais as festas de São João do que os blocos de Carnaval.

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Coca-Cola e Panini selam parceria estratégica e lançam promoção de figurinhas para aquecer a torcida rumo à Copa do Mundo FIFA 2026

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A Coca-Cola Brasil deu o pontapé inicial em sua estratégia de live marketing para a Copa do Mundo FIFA 2026. Em uma colaboração com a Panini, a marca anunciou o lançamento da Promo Panini, uma iniciativa que resgata o ritual afetivo de colecionar figurinhas para conectar gerações de torcedores e criar um senso de comunidade antes mesmo da bola rolar.

A ação, que acontece entre 15 de abril e 15 de junho, transforma as embalagens de Coca-Cola Sabor Original e Coca-Cola Zero Açúcar (600 ml e, em regiões selecionadas, 2,5L) em veículos de premiação. Ao adquirir os produtos, os consumidores encontram figurinhas exclusivas para o Álbum Oficial Panini da Copa do Mundo da FIFA. A iniciativa celebra os quase 50 anos de parceria entre a gigante das bebidas e a entidade máxima do futebol, reforçando o papel da Coca-Cola como a bebida oficial do torneio.

O conceito criativo desta série especial foca na jornada emocional dos atletas. São 14 craques mundiais capturados em suas “caras de jogo” — expressões que traduzem a intensidade e a tensão do campo. Entre as estrelas que compõem a coleção estão o jovem fenômeno Lamine Yamal, os veteranos Virgil van Dijk e Harry Kane, além do zagueiro brasileiro Gabriel Magalhães. A escala da operação é massiva: o projeto prevê a distribuição de mais de um bilhão de figurinhas sob rótulos em diversos mercados globais.

A campanha não se limita ao colecionismo analógico. Através de um QR Code nas embalagens, a marca ativa uma camada digital onde os fãs podem gerar figurinhas personalizadas e acessar conteúdos exclusivos no site da Coca-Cola. Entre as funcionalidades oferecidas, destaca-se um localizador de pontos de troca, que utiliza a geolocalização do usuário para incentivar o encontro físico entre colecionadores, fortalecendo o pilar de experiência da marca.

Os entusiastas do ambiente digital também poderão ganhar packs para o álbum virtual da Panini. Vale notar que tanto a versão física quanto a virtual do álbum oficial têm lançamento previsto para maio de 2026. Esta collab é apenas o primeiro capítulo de uma série de ativações que a Coca-Cola planeja para a América Latina nos próximos meses.

Ao unir o simbolismo da Panini com a onipresença da Coca-Cola, a marca busca acompanhar o torcedor em cada etapa da contagem regressiva, transformando o consumo do produto em um bilhete de entrada para a “montanha-russa de emoções” que define a Copa do Mundo. Com foco em interação e pertencimento, a estratégia reforça como o brand experience pode ser utilizado para sustentar o hype de um evento de longo prazo.

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