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Como a inteligência artificial está gerando ROI para o marketing em 2025

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Em um cenário cada vez mais dinâmico e competitivo, as equipes de marketing no Brasil estão intensificando o uso da inteligência artificial (IA) como parte essencial de suas estratégias. A HubSpot Brasil realizou, em dezembro de 2024, a pesquisa “Como a IA está gerando ROI para as equipes de marketing em 2025”, com o objetivo de analisar como as empresas brasileiras estão adotando a IA para melhorar suas operações de marketing e gerar resultados tangíveis.

O estudo demonstra que a inteligência artificial está se consolidando como uma ferramenta essencial para o marketing no Brasil, não apenas otimizando processos, mas também gerando retorno significativo sobre o investimento. Organizações que adotam IA estão vendo benefícios claros, como aumento de receitas e maior eficiência operacional. Além disso, as perspectivas para os próximos anos são altamente positivas, com um crescimento contínuo na adoção da tecnologia e novas áreas de aplicação sendo exploradas.

“O uso da inteligência artificial no marketing veio para ficar, e o retorno do investimento é claro para os líderes que adotaram cedo a tecnologia e agora estão em um elevado nível de maturidade”, explica Camilo Clavijo, vice-presidente de vendas para a HubSpot na América Latina. “Adotar novas tecnologias é essencial para impulsionar o crescimento sustentável. No entanto, o verdadeiro diferencial está em saber como integrá-las de forma estratégica, sem perder o foco nas pessoas e nos resultados”.

A pesquisa revela que a maioria das empresas brasileiras começou a adotar IA entre 2022 e 2023 (55,90%), com 45,10% classificando a adoção como avançada. As áreas de maior uso de IA nas estratégias de marketing incluem automação de tarefas (55,90%), criação de conteúdo em texto (52,70%) e criação de conteúdo em vídeo (50,60%). Esse movimento está sendo fortemente apoiado por consultorias especializadas, com 92,4% dos respondentes indicando que contaram com o apoio de consultores e empresas para implementar ferramentas de IA.

Um ponto crucial identificado no estudo foi a preocupação com ética e privacidade: 78,6% dos profissionais afirmaram que esses fatores são essenciais em suas decisões sobre a adoção de IA.

Além disso, a medição do impacto da IA é uma prioridade para as equipes de marketing, com 95,4% dos entrevistados afirmando que utilizam métricas específicas para avaliar os resultados. Os principais indicadores de sucesso incluem o aumento de receitas (59,85%) e o tempo economizado em tarefas operacionais (55,03%). Contudo, os desafios na mensuração são claros, com 29,8% dos profissionais apontando a dificuldade de atribuir resultados diretamente à IA e 26,2% destacando a complexidade na análise de dados.

Apesar desses desafios, a pesquisa aponta que o principal obstáculo para a adoção mais eficaz da IA é a falta de experiência e conhecimentos técnicos, apontado por 40,5% dos entrevistados.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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