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Comfort se renova e surpreende consumidores em nova campanha na TV

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Comfort se renova e surpreende consumidores em nova campanha na TV
Comfort começa o mês de junho com uma campanha inédita, dando início a um novo momento da marca, com nova fórmula de produtos, que oferece 10x mais perfume e óleo de argan em sua composição – benefício exclusivo na categoria. Além da fórmula, a embalagem, feita com até 50% de plástico reciclado e 100% reciclável, também aparece de cara nova, com novo formato, trazendo cores mais vivas e com identidade visual floral. Com o relançamento, a marca quer convidar os consumidores para uma “nova primeira impressão”, incentivando-os a experimentarem e reagirem ao perfume do novo Comfort.
Com as mudanças em seu portfólio, Comfort quer se aproximar cada vez mais de quem valoriza um perfume presente e duradouro nas roupas, somado a tecidos macios e bem tratados. A campanha idealizada pela agência Fbiz, poderá ser vista nos principais canais de TV aberta a partir do dia 1º de junho e reúne a experiência das pessoas com o novo Comfort. A campanha também contará com ativação em plataformas digitais em diferentes formatos, além da parceria com grandes criadores de conteúdo digitais.
“Temos muito orgulho em dizer que Comfort já é uma marca reconhecida e querida pelo consumidor, mas entendemos que precisávamos ir além, entregando de forma inovadora o atributo que eles mais querem em um amaciante: o perfume. Por isso, não medimos esforços para trazer uma transformação total em nosso portfólio, oferecendo 10x mais perfume, inovação na formulação com o óleo de argan – trazendo ainda mais cuidado para os tecidos, e ainda uma identidade visual totalmente nova, dando o destaque que essa novidade merece. Tudo isso sem deixar de valorizar o que sempre esteve em nosso DNA, o cuidado com o meio ambiente, com embalagens sustentáveis.” comemora Bruna Lettiere, gerente de marketing de Comfort no Brasil.

A marca apostou na vinheta do Top Five no Big Brother Brasil, da rede Globo, para antecipar aos consumidores, alguns dos atributos da nova fórmula e testando algo que nenhuma marca havia experimentado antes: a inclusão do primeiro QR Code neste formato. A intenção da marca, além de contar sobre as características do novo produto, era distribuir cupons de descontos que direcionavam o telespectador para e-commerces parceiros.
Além disso, para tornar as ações ainda mais relevantes e engajar mais pessoas, a marca também esteve presente com um merchandising no programa Mais Você, da Ana Maria Braga, além de se manter ativa com interações e posts distribuídos no Twitter, Facebook e Instagram, com o objetivo de estar ainda mais próxima dos consumidores.

“Fazer o relançamento de uma marca tão icônica é uma grande responsabilidade e satisfação. A fórmula mudou, a embalagem mudou e a reação de qualquer pessoa que sente este novo Comfort é sensacional. Então usamos justamente a reação das pessoas como nossa principal fortaleza para este relançamento. A campanha começou com uma vinheta de TOP 5 no BBB e no primeiro dia já bateu recorde de vendas no e-commerce. Teremos também filme e ativações digitais durante todo o ano, mostrando de diversas formas a satisfação e surpresa das pessoas ao experimentarem o novo Comfort. Vem muito mais por aí”, conta Filipe Medici, diretor de Criação na Fbiz.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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