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Com tecnologia proprietária, Petlove auxilia ONGs a garantir renda extra com e-commerce e doações

Para promover o bem-estar animal, a Petlove, ecossistema pet, oferece às ONGs de todo País, tecnologia para a criação de e-commerces powered by Petlove. O objetivo é garantir que as 120 instituições parceiras tenham subsídios financeiros para auxiliar na sustentabilidade de suas atuações. Apenas em 2021, a Companhia doou o equivalente a 100 toneladas de raçãopara as instituições parceiras.
A solução é 100% gratuita. A Petlove cuida da cobertura de frete para que o valor arrecadado seja direcionado para compra de itens de necessidade como: ração, medicamentos, gastos com Médicos-Veterinários, aluguel, funcionários, produtos de limpeza, entre outros.
Recentemente, a Companhia também permitiu que clientes possam realizar doações de produtos para o site de sua ONG preferida.
“Nosso projeto auxilia as ONGs para que garantam uma renda recorrente para cobrir seus gastos. Esse valor é gerado a partir da venda das lojas, assim as pessoas conseguem comprar os produtos para seus pets e ao mesmo tempo ajudar”, afirma Livia Blanco, Gerente de Marketing da Petlove.
“Uma ONG que abriga 1200 animais, por exemplo, tem um gasto mensal de aproximadamente R$160.000,00 – é preciso de muita ajuda para manter esses animais”, completa.
As ONGs podem gerenciar clientes, vendas e saldo, além de materiais específicos para ajudá-las no marketing. “Também oferecemos toda a parte logística, pós atendimento e gestão da plataforma tecnológica, pois muitas ONGs não têm tamanho, dinheiro ou know how para operar”, finaliza Livia.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







