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Com curta-metragem, Garena divulga Cristiano Ronaldo como novo embaixador do jogo Free Fire

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Com realização da Agência InHaus em parceria com a NaLata, a campanha de lançamento de Chrono, novo personagem do jogo Free Fire inspirado em Cristiano Ronaldo, conta com novo filme de 4 minutos sobre “um jovem jogador de Free Fire que descobre algo inesperado durante um treino de futebol na sua comunidade”.

A história se desenrola a partir do ponto de vista de um menino de 13 anos, que entra em contato com o mundo do novo personagem, numa espécie de portal futurista que chega à comunidade onde mora.

O filme também estabelece uma conexão com outra peça da campanha: a primeira “empena horizontal” do Brasil, idealizada por Luan Cardoso, sócio da NaLata. Feita de lambe-lambes, a colagem mostra a imagem do personagem espalhada entre 56 telhados das casas do Jardim Peri.

“É gratificante ver o impacto positivo que uma marca pode gerar com um projeto. Tudo foi meticulosamente pensado para ter verdade, respeitar o local e de alguma forma gerar benefícios e emprego a comunidade. O desafio não foi pequeno, mas é incrível ver o que construímos” diz Luan Cardoso.

Escrito e dirigido pela dupla Irmãos Meirelles, o filme busca representar a realidade de milhares de jogadores e fãs de Free Fire de forma dinâmica e lúdica. Inteiro filmado no Jardim Peri, na Zona Norte de São Paulo, o filme tem o elenco formado por crianças locais, e parte da equipe de produção composta por moradores da região.

“Quisemos usar a linguagem cinematográfica para potencializar a história. No roteiro, buscamos inspiração no universo do jogo, usando todas as ferramentas possíveis para reforçar o impacto da chegada do personagem novo. Respeitamos muito a verdade do Jardim Peri e optamos por filmar com crianças da comunidade, não-atores que foram incríveis”, dizem os Irmãos Meirelles.

A trilha do filme foi produzida pela Mugshot e criada pelo produtor musical AlterMauz: “Quis fazer um paralelo entre o mundo real e o mundo do Chrono, com elementos do choro brasileiro como flauta e cavaco para representar o mundo real, o funk e a música eletrônica para representar o mundo do Chrono. Assim, consegui criar uma estética musical que envolve o espectador e cria uma conexão da música com o personagem principal”, diz AlterMauz.

Para realização do projeto, a Agência InHaus e a NaLata reconstruíram vários telhados das casas do Jardim Peri, não só para garantir a colagem dos lambe-lambes, mas também como forma de deixar um legado para a comunidade.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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