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Com comunicação regionalizada, Gastrogel brinca com diferenças culturais brasileiras

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Com comunicação regionalizada, Gastrogel brinca com diferenças culturais brasileiras

Para um Brasil múltiplo e plural, a marca de antiácido Gastrogel lança campanha que brinca com gírias, cultura e hábitos alimentares das diversas regiões do país. O medicamento é indicado para o combate à azia, má digestão e gases. Com a assinatura “Se a digestão ficar cruel, Gastrogel”, a campanha tem criação da FCB Health Brasil.

“Como esses sintomas podem ter relação com cultura e hábitos alimentares, regionalizar a comunicação faz todo sentido. Por isso, escolhemos nos apropriar das queixas locais para mostrar que só Gastrogel realmente entende o seu incômodo”, explica Diego Freitas, Co-Managing Director e ECD da FCB Health Brasil.

Com personagens que são a cara do Brasil, as animações percorrem o país mostrando as principais comidas de cada região. Na Bahia, um sorridente acarajé passa com dificuldade pelo sistema digestivo, já em Minas Gerais, quem encontra obstáculos na digestão é um simpático pão de queijo. “A ideia é mostrar o Brasil de verdade, com toda a sua pluralidade, estética, cultural e alimentar. Por isso, nossos protagonistas são as próprias comidas típicas de cada região.  Assim, criamos identificação local em cada praça sem cair nos estereótipos batidos”, comenta Mauro Arruda, Co-Managing Director e ECD da FCB Health Brasil.

As ilustrações foram criadas pela produtora Factory. “Para este projeto tão especial, trouxemos oito artistas com traços e estilos diferentes, e pedimos para cada artista soltar a mão, para eles trazerem o traço deles, a personalidade de cada um, para que fosse algo bem autoral dentro do universo de cada região do Brasil.  Ilustramos 8 KVs e em seguida montamos um time de animação para dar movimento aos personagens e cenários, trazendo mais a sensação de confusão e bagunça dentro do estômago. As animações foram feitas em cima de roteiros engraçadíssimos que o time de criação da FCB fez, e no total foram produzidas 8 animações de 15 segundos e cortes de 6 segundos. Ficamos muito felizes com o convite para participar desse projeto que reflete bem a personalidade artística da Factory. Personagens é a nossa grande paixão, e essa versatilidade de técnicas e estilos da produtora é representada pela nossa grande rede de diferentes artistas ao redor do Brasil”, divide a produtora executiva Jennifer Djehdian, fundadora da Factory.

“O Brasil é um país tão plural e com uma diversidade tão grande que não poderíamos criar uma única campanha para representar a nossa culinária. Por isso, a ideia do projeto é regionalizar essa comunicação e aproximar o produto dos consumidores, demonstrando que Gastrogel pode ajudar na azia ou má digestão independente se é um dogão em SP, um petisquinho no RJ ou um tucupi no Pará. Além disso, entendemos que Gastrogel está em um novo patamar e isso nos fez criar essa estratégia de líder em sua categoria.”, compartilha João Paulo Ribeiro, gestor do produto na Lupin/Medquímica.

Com foco na inovação e no digital, a campanha conta também com ativação de influenciadores regionais, visando aumentar a conversa e gerar maior interação. Além de ações nos principais pontos de venda de cada região.

Imagens:

https://www.webcargo.net/l/1W2wCkHIQb/

Regionais:

https://youtu.be/F2muHtVXgP8

https://youtu.be/cUpatTRG-Jo

https://youtu.be/gmInbDz-3G0

https://youtu.be/QU4iBXs8wnA

https://youtu.be/ry9RK7eD3f4

https://youtu.be/Zp913It7zJg

https://youtu.be/8etpdj9oVQg

https://youtu.be/w16kw7AeaxE

Ficha Técnica

Agência: FCB Health Brasil

Cliente: Lupin

Produto: Gastrogel

Título: Se ficar cruel, Gastrogel

Estratégia, criação, produção e Mídia: FCB Health Brasil

Beatriz Vargas, Camila Zuppo, Danilo Castro, Diego Freitas, Diogo Barbosa, Guilherme Rodrigues, Júlia Cortizo, Júlia Poloni, Letícia Bueno, Luisa Kneipp, Mauro Arruda, Murilo Battistella, Rafael Rigonatti, Samya Anjos.

Produtora: Factory

Produtora Executiva: Jennifer Djehdian

Atendimento: Marina Pimentel

Coordenador de produção: Erik Reis

Ilustradores: Katan Walker, Rafa Louzada, Isabel Pardal, Bruno Miranda, Allan Costa, Gustavo Pergoli, Doug Lira, Paola Yuu Tabata, Guma Nutinski.

Animadores: Barbara Souza, Vitória Melgo, Gabriel Larangeira

Ilha: Leandro Ferreira

Diretor de Arte: Leo Carvalho

 Produtora de áudio: Alma 11:11 Audio
Atendimento: Carla Bräuninger
Produção e direção musical: Diego Raso

Aprovação do cliente: João Paulo Ribeiro, Carlos Silva

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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