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Com a criação da FCB Brasil, Factory produz o novo coelho em 3D da AliExpress, patrocinadora do reality show “The Masked Singer Brasil”

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Com a criação da FCB Brasil, Factory produz o novo coelho em 3D da AliExpress, patrocinadora do reality show “The Masked Singer Brasil”

O AliExpress, um dos patrocinadores do novo reality show da Rede Globo, o “The Masked Singer Brasil”, apresenta a nova versão do coelho high tech criado pela FCB Brasil, a agência planejadora desse match entre a marca e o programa.

O programa que promove uma competição musical entre artistas brasileiros fantasiados para o anonimato e à suposta adivinhação, tem um personagem repaginado, com mais personalidade, agora mais tecnológico, jovem, descolado, hype e carismático.

A partir da metade da competição, uma celebridade brasileira se fantasiará desse coelho, personagem que já representa a AliExpress em campanhas de comunicação, planejadas pela FCB. O personagem vai colaborar com o público dando dicas sobre a identidade dos participantes mascarados na competição e ajudará a relevar surpresas preparadas pelo programa.

O briefing para o novo coelho teve inspiração nas próprias fantasias do programa, ousadas e criativas. Com layout desenvolvido pela FCB Brasil e produção em 3D pela Factory, sua versão digital fará parte das campanhas da AliExpress, a patrocinadora do programa, mas também será uma fantasia para as celebridades usarem, então precisou ser mais realista nas proporções humanas. “Nos inspiramos no Pernalonga Space Jam, adoro esse personagem, ao mesmo tempo que desenvolvemos um personagem bem autoral e com personalidade, resultou em um coelho híbrido, fofo, de pelúcia e do bem, mantendo o estilo cartoon”, divide a produtora executiva Jennifer Djehdian, fundadora da Factory.

Coelho atual, criado pela FCB e produzido pela Factory

Para o ar mais hight tech, os óculos VR do coelho é um detalhe marcante para essa identidade, que além de fazer parte do figurino, é um espaço dos olhos para mostrar as emoções através de ícones de emojis.

Reconhecida no mercado publicitário pelas criações autorais de 3D, realista, cartoon, 2D motion, frame by frame ou stopmotion, a Factory é especialista na criação de personagens.  “Nos últimos anos, houve um aumento de personagens no universo da animação para transmitir mensagens inspiradoras, sociais e com propósito, nos fazendo reflexões importantes como a Moana, do Filme Coco, Soul, Avatar, O Pequeno Príncipe, entre tantos outros. Com isso, o público tem se identificado cada vez mais com personagens como se fossem um influenciador real. As marcas notaram isso e cada vez mais, tem criado personagens para representar a sua visão e valores através de cada personalidade”, completa Jennifer.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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