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Coca-Cola lança iniciativa global para promover a experimentação da sua versão sem açúcar

The Coca-Cola Company anunciou o lançamento de sua nova campanha global a fim de estimular a experimentação da Coca-Cola sem açúcar, que entra numa nova fase com o slogan ‘Pega Esse Sabor’. Lançada globalmente, a campanha é projetada digitalmente para impulsionar o crescimento da Coca-Cola Sem Açúcar, estimulando a experimentação e aumentando o desejo, principalmente entre aqueles que se recusam a abrir mão do sabor ao optar pela versão sem açúcar.
“Destacando o excelente sabor da Coca-Cola Sem Açúcar, o movimento reformula o slogan ‘A Melhor Coca-Cola de Todas?’ e centra na premissa de que a Coca-Cola Sem Açúcar tem um sabor tão único que as pessoas precisam guarda-las bem escondidas para que outras pessoas não a peguem: com mensagens e expressões irônicas para impulsionar o engajamento e as conexões compartilhadas”, explica Oana Vlad, diretora sênior de estratégia global da The Coca-Cola Company.
Oana Vlad continua: “Todos nós já passamos por essa situação: abrimos a geladeira, na expectativa de saborear nossa bebida favorita, e percebemos que alguém chegou antes de nós e pegou aquela Coca-Cola Sem Açúcar irresistivelmente saborosa. Nosso movimento aprimora A Melhor Coca-Cola de Todas, explorando essa situação em conteúdo digital e social — com influenciadores; ativos out-of-home; e por meio de experiências inovadoras e criativas, todas baseadas na hashtag da campanha #PegaEsseSabor.”
A iniciativa foi criada em parceria com a WPP OpenX (liderada pela AKQA & Ogilvy), com identidade visual diferenciada e elementos de design desenvolvidos pelo ilustrador britânico Jack Teagle. O Diretor Criativo da AKQA, Zac Pritchard, disse: “Em todo o mundo, as pessoas estão abrindo furtivamente geladeiras e pegando uma lata da irresistível e saborosa da Coca-Cola Sem Açúcar. Após essa primeira ação, vamos lançar um conjunto completo de filmes, pôsteres, jogos, filtros sociais, banners, postagens e muito mais que incentivam as pessoas a sucumbir aos seus desejos e tomar uma Coca Sem Açúcar. Tudo o que criamos permitirá que nosso público experimente #PegaEsseSabor a Coca Sem Açúcar, mesmo que não seja a deles!
Equipe de Criação AKQA:
- Tim McDonell — Diretor Executivo de Criação
- Zac Pritchard — Diretor de Criação
- Mike Riley — Diretor de Estratégia do Grupo
- Matthew Kim — Designer Sênior
- Cami Silva — Diretora de Arte
- Andrew Hurwitz — Redator Sênior
- Ana Puig — Gerente de Programa
- Bianca Dordea — Líder Global de Clientes
- Patrick Gregory — Gerente Sênior de Clientes
- Chris Kramer — Produtor Executivo
- Mattei Robison — Vice-Diretor de Criação
- Will Sands — Vice-Diretor de Criação
- Guilherme Moreira — Vice-Diretor de Criação
- Frederico Gasparian –Vice-Diretor de Criação
- Ed Gibson –Ed Gibson — Diretor de Estratégia
- Marcelo Magalhaes — Diretor de Estratégia
Parceiros de Produção:
- Gimmick — animação (OLVs animados)
- Unit9 — experiências gamificadas e tecnologia (jogos móveis, lata de segurança e vídeo de influenciador)
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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.
As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.
“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.
Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.
A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.
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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.
A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.
O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.
A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.
Ajuste estratégico e eficiência operacional
A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.
“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.
Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.
A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.
Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.








