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CNB UltraGear lança nova Peneira LG UltraGear Preparando Campeões para revelar talentos de League of Legends

Se tornar um jogador profissional de esportes eletrônicos é o sonho de muitos dos mais de 21,2 milhões de brasileiros que são fãs da modalidade, segundo levantamento da Newzoo. A partir de hoje, 13/4, esse objetivo pode estar um pouco mais próximo para jogadores amadores de League of Legends (LoL) de todo o país, que têm na Peneira LG UltraGear Preparando Campeões a oportunidade de dar o primeiro passo em direção às grandes arenas de eSports. Até 8 de junho, interessados podem se registrar no site da maior peneira de LoL do mundo, idealizada e promovida pelo CNB UltraGear e conquistar um plano de carreira na organização, receber diversos prêmios e ainda escrever seu nome no cenário competitivo nacional. As inscrições custam R$25 reais, todos os participantes garantem presença em pelo menos duas fases da competição e podem assistir a três aulas virtuais de Thiago “Djoko” Maria, ex-técnico do Flamengo Esports e atual coordenador técnico da peneira do CNB.
“O CNB sempre foi uma organização de vanguarda dentro do cenário dos esportes eletrônicos e há 20 anos promove iniciativas que capacitam e dão visibilidade a jovens brasileiros que sonham em se tornar estrelas dos eSports”, conta Carlos Fonseca, cofundador do CNB UltraGear. O projeto Preparando Campeões chega à sua oitava edição com um histórico de grandes jogadores revelados, como Willyan ‘Wos’ Bonpam e Yan ‘Yampi’ Petermann, que disputarão a final do CBLoL neste domingo (18), pela Vorax.
Todos os jogadores ranqueados de LoL residentes no Brasil com 13 anos completos até o fim de 2021 podem se inscrever na Peneira LG UltraGear Preparando Campeões, independentemente do seu Elo (nível) no game. Além de ter a chance de figurar entre os melhores e iniciar uma carreira profissional, os 30 escolhidos ao final das quatro fases de seleção receberão um monitor da UltraGear, marca gamer da LG, um óculos para jogos da Fhocus Gamer, periféricos da Corsair, curso de coreano da Manse Academia e assistência da Rio Athletic para disputar bolsas de estudos em faculdades dos EUA.
As etapas da peneira
As duas primeiras fases da Peneira LG UltraGear Preparando Campeões serão realizadas com todos os inscritos na peneira, e incluem uma prova teórica e desafios práticos de LoL. Entre 11 e 21/6 os inscritos devem acessar a plataforma e responder remotamente 80 questões de múltipla escolha envolvendo conhecimento de jogo, perfil e comportamento. Em seguida, entre 24/6 e 5/7, os jogadores participam de partidas ranqueadas dentro do game para avaliação de desempenho. Ao final das duas etapas, os 180 competidores com as melhores notas avançam na competição.
A terceira fase acontecerá de 29/7 a 23/9 e os classificados serão separados em 36 times de cinco jogadores para a disputa de um torneio amistoso. Dos 180 que disputarem o torneio, 45 passam para a fase 4, sendo os quinze integrantes dos times campeões e outros 30 que se destacarem com melhor desempenho nos quesitos comunicação, habilidade, trabalho em equipe, conhecimento e liderança, de acordo com a avaliação dos profissionais do CNB.
Já a última etapa da peneira é composta por entrevistas individuais realizadas pela comissão técnica da EPAC (Escola Preparatória de Atletas CNB) e seleciona os 30 jogadores para seis meses de treinamento profissional com a equipe do CNB e apoio ao plano de carreira.
“Com os jogadores escolhidos, montaremos três equipes de base do CNB, sendo dez para o time iniciante (CNB Dorans), dez para o intermediário (CNB Brutalizer) e dez para o avançado (CNB Trinity). Importante destacar que, ao longo deste semestre, os atletas que se destacam podem ser convocados para o CNB UltraGear, time que disputa torneios preparatórios de LoL, e ainda assinar contratos com times profissionais que disputam o CBLoL ou o CBLoL Academy”, completa Carlos.
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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.
A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.
O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.
O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.
A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.
No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.
As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”
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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.
Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.
A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.
Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.
O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.








