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CNA lança nova campanha

A rede de ensino de idiomas CNA apresenta sua nova campanha de marca, intitulada “Razões para Acreditar”. A ideia é se posicionar como viabilizadora de futuros, colocando os alunos no centro do processo de aprendizagem, reforçando o apoio em sua jornada e, mais do que isso, estimulando as pessoas a acreditarem que é possível atingir os seus objetivos por meio dos cursos de inglês e espanhol.
Criada pela Tech and Soul, a campanha coloca os alunos como protagonistas e busca enfatizar a diferença que os cursos do CNA promovem na vida de seus alunos, possibilitando que eles aprendam inglês ou espanhol da maneira que lhes for mais conveniente.
A campanha conta com um filme de 90 segundos, com versões de 30 e 15 segundos, além das diferentes peças que foram produzidas para divulgação em TV aberta, streaming, mídia exterior, canais digitais e nos perfis da marca nas redes sociais.
“Cada vez mais queremos fazer a diferença na vida dos nossos alunos e temos total compreensão de que somos parte importante em suas jornadas. Por outro lado, vemos que, para muitas pessoas, aprender o segundo idioma parece desafiador, então criamos uma campanha para mostrar a eles as razões para acreditarem em seu potencial e em todas as oportunidades que falar inglês e espanhol podem proporcionar”, comenta Luciana Fortuna, CMO do CNA.
O conceito traz as razões para o aluno acreditar. “Imagine a ansiedade de aprender algo que é fundamental para a sua vida hoje, como o inglês e o espanhol, enquanto se é bombardeado por mensagens prometendo milagres de aprendizado, como ser fluente numa língua estrangeira em 30 dias ou aprender enquanto dorme. Nesta campanha, uma empresa líder como o CNA estende a mão ao aluno e o convida para ir junto na caminhada do aprendizado. Afinal, seja online ou presencial, é ele quem realmente importa – e é por isso que o aprendizado acontece”, completa Flavio Waiteman, sócio e CCO da Tech&Soul.
Ficha Técnica
Título: Believe
Cliente: CNA
Produto: Institucional
AGÊNCIA TECH AND SOUL
CCO: Flavio Waiteman
Direção de Criação: Angélica Pernau, Felipe Lermen
Direção de Arte: Bruno Oliveira, Ricardo Marques
Redação: Filipe Abreu, Euclides Francisco
CEO: Claudio Kalim
Diretora Executiva de Atendimento: Liliany Samarão
Atendimento: Mariane Ferraz, Cecilia Freitas
Consultor de marca: Carlos Barbieri
COO & CFO: Marcelo Zaine
Produtor Executivo: João Pedro Albuquerque
RTV: Graziela Cristina Barbeiro
Mídia: Larissa Cembranel, Rodrigo Pariz, Carolina Gomes, Carine Lima, Isabelly Cardoso
Planejamento: Yara Rocha, Lidia Maria
Produção Gráfica: Rogério Gonçalves, Leticia Bamonte
Aprovação cliente: Luciana Fortuna, Nicadan Galvão
Produtora de imagem: Fauna
Direção: Renan Moraes
Assistente de Direção: Eduardo de Morais
Fotografia: Lícia Jardim Arosteguy da Rosa
Diretor de Arte: Morgana Colares Addor Silva
Diretor Executivo: Markinhos Fagundes
Produtora Executiva: Lunna Tourounoglou
Produção: Telma Fonseca
Coordenação de Produção: Claudia Regina de Moraes
Pós-Produtora: Fauna
Coordenação de Pós-produção: Rafael Malavasi
Montador: Renan Prado
Motion & VFX: Rafael Fernandes
Finalização: Raphael Bonato
Color Grading: Psycho N’ Look
Produtora de Áudio: A9
Maestro: Apollo Nove
Produção musical: Nixon Silva
Mixagem: Cleuster e Som 3
Atendimento: Nicole Bonani
Coordenação: Paloma Sol
Produção Executiva: Karina Amabile
Locução: Rodrigo Regis
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Bets trocam camisas pelo streaming e redefinem a estratégia de marketing esportivo na Copa de 2026

O Brasileirão Série A de 2026 estreou com uma ausência visível no peito das camisas. Apenas 12 dos 20 clubes da elite entraram na temporada com uma casa de apostas como patrocinadora máster, queda de 33% em relação a 2025, quando 18 equipes tinham acordos desse tipo. Vasco, Grêmio, Internacional, Bahia e Santos figuram entre os times que chegaram ao início do campeonato sem um novo contrato fechado no espaço de maior visibilidade do uniforme.
A retração nos gramados, porém, não traduziu recuo de investimento. Traduziu redirecionamento. O capital que saiu das camisas encontrou outro destino no futebol: as transmissões digitais da Copa do Mundo de 2026, com início previsto para 11 de junho no Estádio Azteca, na Cidade do México.
A CazéTV e o YouTube garantiram os direitos de transmissão de todas as 104 partidas do torneio e fecharam contratos de patrocínio que somam aproximadamente R$ 2 bilhões, com cada cota máster vendida por R$ 185 milhões. Ao todo, 11 marcas confirmaram presença nas transmissões, entre elas Ambev, Coca-Cola, iFood, Mercado Livre e Vivo.
Entre os patrocinadores confirmados está a KTO, que formalizou parceria com o canal de Casimiro Miguel para estar presente em todas as partidas do torneio no YouTube. Andreas Müller, diretor de Marca e Comunicação da KTO Brasil, definiu a lógica da aposta. Segundo ele, o patrocínio das transmissões da Copa abre uma janela para a plataforma interagir com quem acompanha o futebol e potencializar a emoção de uma competição que, em suas palavras, “promete ser a mais digital da história”.
O marketing digital se tornou essencial para o setor de apostas no Brasil, tema debatido por líderes do segmento no BiS SiGMA Américas em 2024.
O movimento não é casual: o futebol responde por 85,1% das bets registradas na plataforma da KTO, segundo pesquisa da própria operadora, o que torna o Mundial um ponto de convergência natural entre audiência e público apostador. Estar nas transmissões da Copa significa estar no maior evento do esporte que já domina o negócio.
A CazéTV construiu uma audiência sólida ao longo de eventos esportivos recentes. Durante o Mundial de Clubes FIFA 2025, o canal registrou bilhões de visualizações. O novo torneio, com 48 seleções e 104 partidas disputadas em três países, eleva a escala e a duração da janela publicitária a patamares sem precedente para uma plataforma de streaming.
Para o mercado de marketing esportivo, o movimento sinaliza uma revisão das métricas de alcance. Um uniforme garante presença em cada frame da cobertura televisiva de um clube durante o campeonato, mas segmenta a audiência por torcida. Uma cota de transmissão do Mundial posiciona a marca diante de qualquer torcedor, de qualquer time, durante 40 dias de competição ininterrupta.
O recuo nos uniformes também coincide com um momento de seleção mais criteriosa no setor. O maior contrato ativo da Série A continua sendo o do Flamengo com a Betano, estimado em R$ 268 milhões anuais com vínculo até 2028. Os acordos que permaneceram são robustos; os que não foram renovados apontam para marcas que preferiram avaliar outras rotas antes de comprometer orçamento em renovações de longa duração.
O formato da Copa de 2026 amplia o fenômeno. A abertura acontece em 11 de junho, no Estádio Azteca, com a decisão marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A cobertura gratuita no YouTube, acessível por celular, computador e smart TV, projeta um volume de visualizações que nenhum canal de TV aberta pode replicar sozinho na plataforma que consolidou uma nova geração de audiência esportiva no Brasil.
Para as marcas que apostaram nas transmissões digitais, a Copa de 2026 representa o primeiro teste em escala máxima desse modelo de patrocínio. O resultado devbe orientar os próximos ciclos de negociação no mercado esportivo brasileiro e, provavelmente, redefinir o peso relativo entre uniforme e streaming nas estratégias de quem precisa chegar ao torcedor onde ele está.
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.








